Tecnologia 30/12/2015

5 coisas que você não sabia (mas precisa saber) sobre o Certificado Digital

Desde 2001, com a Medida Provisória nº 2.200-02, de 24/8/2001, o Certificado Digital já faz parte do dia a dia de pessoas e empresas. Mas muitos ainda não conhecem todas as utilidades e benefícios dessa tecnologia

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Veja abaixo cinco pontos que fazem do Certificado Digital um item indispensável nos dias de hoje.

1. O Certificado Digital NÃO é uma invenção do governo
Na verdade, o Certificado Digital foi criado com o objetivo de facilitar a rotina das pessoas físicas e empresas, promovendo agilidade, segurança e redução de custos.

“O Certificado Digital pode ser utilizado para a autenticação em sistemas e sites, enviar, acompanhar e retificar a declaração do IR, assinar documentos, entre muitas outras possibilidades. Por garantir a identidade do titular no meio eletrônico, ou seja, por ser seguro, o Certificado é amplamente requisitado para transações relacionadas ao governo. Mas a tecnologia é muito mais que um instrumento para cumprir obrigações”, explica Julio Cosentino, vice-presidente da Certisign.

2. Ele é o RG do mundo digital
O Certificado Digital é um documento que identifica inquestionavelmente pessoas e empresas no meio eletrônico, por isso é considerado o RG do mundo digital. Por meio da criptografia de dados, garante a autenticidade e a integridade das transações realizadas.

“Tudo o que for assinado ou transacionado via Certificado Digital tem validade jurídica, assegurada pela legislação. Vale, ainda, ressaltar que o documento só pode ser emitido por Autoridades Certificadoras credenciadas pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informações – ITI”, diz Cosentino.

3. Ele pode ser usado para assinar documentos
Isso mesmo! O Certificado Digital pode substituir a caneta. Por conta do rigoroso processo de emissão + a tecnologia da criptografia de dados, o documento possibilita ao titular autorizar transações e até mesmo assinar documentos no meio eletrônico, com o mesmo valor de uma assinatura de punho autenticada.

4. Ele garante mobilidade
Se ele identifica no meio eletrônico, logo proporciona mobilidade. Com o Certificado Digital, por exemplo, é possível formalizar negócios à longa distância. “Um empresário daqui do Brasil pode concretizar um negócio com outro empresário que estiver em viagem na China. Basta eles acessarem a uma plataforma para assinaturas de documentos, via celular, tablet ou computador, e assinar com o Certificado”, explica.

5. Ele reduz custos
Por permitir que processos sejam realizados do inicio ao fim no meio eletrônico, o Certificado Digital diminui gastos relacionados à compra, impressão e armazenamento de papel, ao transporte e, também, a mão de obra porque melhora a eficiência operacional.


Conheça aplicativos de baixo custo que vão facilitar a vida de quem quer abrir o próprio negócio em 2016

Ano novo, vida nova! A Mandaê oferece uma solução para quem quer começar 2016 com o pé direito, concentrando todas as suas energias em um novo negócio. Uma das principais dificuldades enfrentadas principalmente pelos empreendedores digitais é fazer com que sua mercadoria chegue com segurança nas casas de seus clientes, em qualquer lugar dentro ou fora do Brasil, sem perder horas e horas de trabalho.
Foi justamente para facilitar e viabilizar as empreitadas dos e-commerces brasileiros que a Mandaê foi criada. Ela garante a entrega desde objetos delicados como vasos de vidro até produtos maiores como peças para carros, por meio do seu site (www.mandae.com.br) ou do seu aplicativo que pode ser baixado gratuitmente pela App Store ou pelo Google Play.
Disponível para Android e iOS, o aplicativo é muito simples de ser usado – o empreendedor tira uma foto e informa o local de retirada e de entrega da mercadoria e, em seguida, a Mandaê irá buscar, empacotar e facilitar a entrega do produto por meio de uma agência dos Correios ou de transportadoras parceiras.
Além de otimizar o tempo dos empreendedores, a Mandaê também oferece empacotamento personalizado que é feito com caixas e materiais desenvolvidos pela própria empresa. Isso significa que a Mandaê se responsabiliza por garantir que as mercadorias sejam entregues com total segurança para o cliente final. Para ter ideia, seu índice de quebra fica em torno de apenas 0,06%. Mas, se acontecer algum imprevisto, ela cobre valores de até R$ 1 mil por produto.
Todo o serviço sai por uma taxa de coleta de R$ 10 mais a taxa de envio. No entanto, se houver mais de um item para ser transportado, o cliente arcará somente com as taxas do despacho. A Mandaê ainda possui convênio com transportadoras que podem servir de opção para quem quer enviar seus produtos, oferecendo taxas diferentes.
É importante lembrar que a Mandaê atente tanto lojas virtuais quanto pessoas físicas, ou seja, a empresa também oferece suas soluções prática, baratas e seguras para quem precisar enviar uma encomenda para o Brasil ou para o exterior.
Atualmente, a Mandaê opera em praticamente toda São Paulo e Osasco, atendendo a uma base de mais de 44 mil CEPs. Para os próximos anos, a startup pretende ampliar seu atendimento para novas regiões metropolitanas brasileiras.
“A Mandaê quer transformar o transporte de produtos em uma experiência simples e agradável, servindo de exemplo de atendimento ao cliente para o Brasil e o mundo”, diz Marcelo Fujimoto, cofundador da startup. “Conosco você pode enviar qualquer objeto que quiser sem precisar pagar pelo empacotamento e nem sair de casa”, resume ele.


Leitor de cartão iOS microSD

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A PhotoFast, o principal fabricante de acessórios de armazenamento iOS com sede em Taiwan, anunciou hoje a disponibilidade global do Leitor de Cartão PhotoFast iOS, o menor e mais versátil leitor de cartão do mundo no mercado.
O Leitor de Cartão iOS PhotoFast, construído com um conector Lightning, oferece o poder para armazenar, transferir, stream e back-up de dados do cartão microSD para que você possa acessar suas fotos, vídeos e músicas a qualquer hora, em qualquer lugar. Ele pode ser conectado diretamente a um iPhone ou iPad, permitindo que as pessoas possam rapidamente acessar, transferir e armazenar até 128 GB de armazenamento extra no seu aparelho Apple em qualquer lugar.
Mais importante ainda, a barreira de acessibilidade existente na transferência de dados de um aparelho Android para um aparelho da Apple foi superado pelo Leitor de Cartão iOS. Com este novo acessório, os usuários de Android que estiverem mudando para o iPhone podem facilmente transferir todos os seus dados sem a necessidade de acessar o iCloud pelo compartilhamento de arquivos via microSD.
O Leitor de Cartão de iOS suporta o aplicativo i-FlashDrive da PhotoFast. Ao contrário dos outros aplicativos de armazenamento, este aplicativo intuitivo e amigável – atualizado pelos últimos 6 anos – inclui uma ampla variedade de recursos on-line e off-line. Os usuários podem armazenar e fazer back-up de dados de serviços Cloud, como o iCloud, Google Drive e Dropbox, bem como as contas das bem conhecidas Redes Sociais Facebook e Instagram. O aplicativo i-FlashDrive ONE também oferece recursos melhorados para a segurança e o gerenciamento de arquivos, incluindo um bloqueio acessório USB e App Lock disponível para Touch ID.
O PhotoFast iOS Card Reader está disponível com capacidade de até 128GB, e com os preços de varejo para o cartão começando em apenas R $ 39,99 (http://www.photofast.com/home/ products/apple-accessories/cr8800/).

O que falta para a produção de carros elétricos no Brasil

Ronaldo Mazará Jr. (*)

Não restam dúvidas quanto aos efeitos benéficos da Resolução 97 da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que isenta automóveis elétricos, elétricos-plug-in e movidos a hidrogênio do imposto de importação, cuja alíquota de 35% onerava o custo e os preços em relação aos dos veículos a combustão

A medida tira uma grande carga dos preços dos veículos elétricos e poderá melhorar a oferta da tecnologia aplicada principalmente ao modelo de propulsão elétrica no Brasil.
É um atrativo a novos investimentos para a produção nacional de veículos de alta eficiência energética, baixo consumo e emissões, que vem muito a calhar. Um exercício rápido de cálculo mostra que o preço de um Toyota Prius poderá baixar de aproximadamente R$ 113.000 para R$ 74.000 e um BMW i3 de aproximadamente R$ 225.000 para R$ 147.000.
Os ventos parecem mesmo soprar a favor. Na mesma semana em que a Camex decidiu pela isenção do Imposto de Importação, a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou projeto para isenção total do IPI aos elétricos a bateria ou híbridos a etanol produzido no Brasil, que inclui peças importadas e equipamentos de recarga. Parece fantástico se considerarmos que atualmente os híbridos e elétricos são taxados em até 25%, e os nacionais a combustão de 1.0 litro até 2.0 litros em 11%.
O que falta então para encorajar o desenvolvimento da indústria local? Os desafios existem e, particularmente no Brasil, envolvem, por exemplo, a proliferação de postos de recarga e incentivos à geração individual de energia elétrica, como os que já existem em países da Europa e nos Estados Unidos onde se admite a possibilidade do abatimento da energia excedente ao ser devolvida à rede (abatida da próxima conta de luz). Aqui onde há insolação e vento praticamente o ano todo, bem que poderiam ser criados estímulos ao uso de células fotovoltaicas e geradores eólicos, cujos custos estão caindo muito rapidamente a medida que seu uso se massifica mundialmente.
Outro ponto a ser discutido é o do desenvolvimento de mão de obra especializada de engenharia para o desenvolvimento ou adaptação local desse tipo de veículo no País.
No futuro não haverá apenas carros a combustão, nem só elétricos. Certamente as tecnologias serão aplicadas onde fazem mais sentido, e o consumidor saberá distinguir as vantagens dos elétricos e híbridos sobre os convencionais, que vão além da energia mais barata e limpa – podem ser mais duráveis e de mais baixo custo de manutenção. Acredito que a relação custo-benefício definirá facilmente a decisão de compra.

(*) É engenheiro e membro da Comissão Técnica de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL.

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