Black Friday: como os varejistas podem se privar do sequestro de estoque

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Foto: CBN-Globo

Vários consumidores já estão se planejando para a Black Friday, a maior data promocional do varejo. Segundo o relatório Webshoppers da E-bit, a data foi responsável por 4,9% do faturamento total do e-commerce em 2018, registrando R$ 2,6 bilhões, com ticket médio de R$ 608,00. No entanto, o que era para ser uma oportunidade das pessoas adquirirem produtos com preços mais acessíveis, acaba sendo também uma ocasião favorável para os fraudadores.
Segundo Ralf Germer, CEO da PagBrasil – fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo – empresários que têm lojas virtuais estão suscetíveis a um golpe chamado de “sequestro de estoque”, realizado a partir de compras com boleto bancário. “A prática acontece quando um concorrente, no intuito de prejudicar as vendas de um outro e-commerce, compra uma grande quantidade de produtos no boleto, mas não faz o pagamento. Dessa forma, o estoque fica retido em um período de alta sazonalidade e o negócio deixa de ganhar”, explica.
Uma das formas dos comerciantes protegerem seus e-commerces dessa fraude, é incluírem novos meios de pagamento na sua plataforma, optando por soluções que comprovem que a compra foi realmente feita por uma pessoa de boa fé. “Recomendamos o uso do Boleto Flash®, único que comprova o pagamento em menos de uma hora. Assim, o estoque é liberado rapidamente e o empresário não fica na mão. Além disso, o lojista tem flexibilidade na hora de definir a data de vencimento do boleto, estendendo o prazo quando necessário”, conta Germer.
Outra maneira dos lojistas se protegerem contra esse golpe é utilizar soluções antifraude para analisar o risco das transações via boleto bancário também. Mas, por se tratar de um golpe muito específico, e diferente da fraude considerada clássica, como clonagem de cartão, os modelos de risco são diferentes. “Por isso, nosso sistema coleta mais de 2 mil variáveis sobre um único pedido, inclusive algumas delas são específicas para detectar o risco em pedidos de boleto bancário. Com isso, os lojistas podem se preocupar em vender bastante nessa época do ano”, afirma Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, antifraude para pagamentos online.

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