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Setor financeiro avalia a inteligência artificial generativa como relevante

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quinta-feira, 20 de junho de 2024

A pesquisa “Como aumentar o valor financeiro por meio da inteligência artificial generativa 2023” (do inglês “How to Elevate Finance Value through Generative AI?”) realizada pela KPMG revelou que apenas 57% dos participantes veem esse recurso como crucial para as ambições das empresas nos próximos um a três anos, mesmo com 75% delas dizendo que enfrentam demora na geração de resultados devido à ausência de dados em tempo real.

Além disso, o estudo destaca que essa tecnologia tem o potencial de proporcionar ganhos significativos ao setor financeiro, com 90% de automação nos processos de transação.
“Os dados do estudo apontaram uma lacuna na implementação eficiente da IA generativa, apesar do considerável potencial dessa tecnologia em proporcionar ganhos significativos nos processos de transação.

Com essa ferramenta, há a possibilidade de ciclos financeiros de encerramento e planejamento quinze vezes mais rápidos, dez vezes mais tempo disponível para ser dedicado a análises, suporte e inovação, e previsões 80% mais precisas”, afirma o sócio-líder de análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

A pesquisa também destaca que ao estarem inseridos no cenário de implementação da ferramenta de inteligência artificial, os líderes financeiros podem correr riscos, entre eles, a privacidade de dados surge como uma preocupação recorrente, assim como a ameaça de desinformação com a capacidade da tecnologia de criar fotos ou vídeos cada vez mais realistas.

Por outro lado, o levantamento apontou também que a implementação eficaz dessa tecnologia pode revolucionar as operações no contexto financeiro, proporcionando ganhos substanciais de eficiência e precisão. A utilização de algoritmos avançados pode melhorar a qualidade das previsões financeiras e contribuir para decisões mais informadas no mercado.

“Além disso, a análise de dados em tempo real no setor financeiro tem se tornado ainda mais essencial para realizar adaptações dinâmicas perante constantes mudanças econômicas e para ter processos mais ágeis e competitivos num mercado em rápida evolução”, finaliza o sócio-líder de serviços financeiros da KPMG no Brasil, Cláudio Sertório.