Reestruturação da carreira militar ‘é superavitária’

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Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva; senadores Arolde de Oliveira e Nelsinho Trad. Foto: Marcos Oliveira/Ag.Senado

O projeto que reestrutura a carreira militar trará economia para as contas públicas e demonstra que a categoria está dando sua contribuição para os esforços de ajuste fiscal tanto a nível federal quanto nos estados. Essa foi a essência das falas do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e do secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, na audiência que debateu o projeto no Senado.

“Só nos estados a economia será superior a R$ 53 bilhões nos próximos 10 anos. Isso graças ao espelhamento da carreira das Polícias Militares com as das Forças Armadas, contando com a participação ativa das lideranças das PMs. E no todo, o projeto é superavitário ao Tesouro, já a partir do primeiro ano de sua implementação”, garantiu Marinho.

“A reestruturação da carreira militar é superavitária e auto-sustentável. Valoriza a meritocracia, além de reforçar a hierarquia e a disciplina. Valoriza também a carreira militar como carreira de Estado, contribuindo para a atração e retenção de talentos, que temos perdido nos últimos anos. O projeto é adequado às peculiaridades da carreira”, detalhou Azevedo e Silva.

O projeto é relatado pelo senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ). Ele disse estar em sintonia com o objetivo da proposta de reparar perdas salariais nos últimos 20 anos. O senador Major Olímpio (PSL-SP) tem participado das negociações desde que a proposta estava na Câmara, e defende que o Senado a aprove ainda este ano. Marinho concordou com o senador, e pediu que o Senado, “de preferência”, aprove o projeto sem fazer nenhuma mudança (Ag.Senado).

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