Terceirizar a última milha vale a pena?

Transportar produtos e mercadorias dentro de um país continental como o Brasil é um desafio e tanto. Por conta das dificuldades logísticas, os preços vão lá em cima e podem comprometer a sustentabilidade de um negócio, principalmente em tempos de pandemia, onde foi e ainda é preciso olhar com atenção para as estratégias de entrega a fim de garantir a satisfação dos clientes.

A primeira etapa de um processo logístico envolve percursos maiores, interestaduais ou até mesmo internacionais, então é compreensível que haja uma espera mais longa por evoluções nesse período. Porém, é quando o produto chega a cidade de seu destinatário que a ansiedade afeta o consumidor e uma expectativa se cria. É neste momento que estamos falando de last-mile.

A “última milha”, em bom português, é o percurso final de uma encomenda. Apesar de parecer simples, é responsável por 53% dos custos da cadeia logística, de acordo com uma pesquisa da Business Intelligence. Com os avanços digitais, os consumidores passaram a se atentar a esse momento e exigir o máximo de agilidade e informações possíveis, isto é, querem saber a localização de suas compras em tempo real.

O gerente geral da Lalamove, Luiz Giordani, conta que “há empresas que optam por uma frota própria a fim de garantir a qualidade do serviço, porém os custos tendem a ser muito altos, pois é necessário contratar funcionários, dispor de veículos e, principalmente, de tecnologia”. Pensando nisso, surgiram as logtechs, empresas especializadas em logística de maneira inteligente e tecnológica, que prezam pela flexibilidade e liberdade dos consumidores, sejam eles empresas ou pessoas físicas.

“Ao repassar sua estratégia last-mile, você não precisa se preocupar com o número de veículos disponíveis e nem com a contratação de mais pessoas”, explica Giordani. “Com a Lalamove, por exemplo, é possível contratar 10 carretos hoje, 20 entregas de moto amanhã e passar as próximas semanas, meses ou o tempo que for necessário sem utilizar os nossos serviços e sem qualquer prejuízo financeiro por isso”, finaliza o executivo. Fonte e outras informações: (www.lalamove.com).

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