Empresa reduz desperdício em restaurantes com sistema Cook n’Chill

Segundo pesquisa da World Resources Institute, 41 mil toneladas de alimentos são jogados fora anualmente no Brasil, sendo que 15% desse desperdício vem de estabelecimentos como restaurantes, bares e lanchonetes. Problemas como este afetam o desempenho das cozinhas, principalmente em época de crise causada pelo novo coronavírus. Entretanto, algumas empresas buscam minimizar estes danos com o sistema Cook n’ Chill, termo em inglês que significa “cozinhar e resfriar”, que diminui até 80% o consumo de alimentos nas cozinhas e mantém a qualidade das refeições preparadas.

Ainda pouco conhecido no Brasil, o Cook n’ Chill não só é capaz de reduzir desperdício na cozinha, mas também minimiza os riscos de contaminação e preserva as características nutricionais dos alimentos, sem alteração no sabor e na consistência. É a metodologia usada na Satoru Food Service Consulting, empresa responsável pela consultoria gastronômica de estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes.

Por meio da implantação de sistemas como o Lean Kitchen, sistema japonês de gestão, em que prevalece a ideia de aumentar a produtividade com menos consumo, e o próprio Cook n’ Chill, a empresa ataca na principal dor de pequenos e médios empresários do setor, que é o custo operacional da cozinha. Para o fundador da Satoru Food Service, Guilherme Satoru, os dois sistemas aliados são capazes de não só diminuir em 80% o desperdício de alimentos, mas também de aumentar a produtividade na cozinha em 60%.

“São práticas simples como aproveitar melhor os espaços disponíveis na cozinha, usar os equipamentos mais adequados para cada projeto, resfriar os alimentos da forma correta, entre outras ações. O segredo por trás do negócio da alimentação não é vender caro, mas sim ter uma compra de ingredientes eficiente, um processo fabril a baixo custo e orientar os funcionários a realizar as tarefas com menos esforço”, destaca.

Para manter a qualidade dos alimentos, a empresa também fica responsável pela rotulagem e informação nutricional, desenvolvimento de fichas técnicas e criação de receituário padrão. “Nós propomos otimizar os processos gastronômicos por meio da análise de todo o processo de cozinha do cliente, identificando equipamentos e estrutura que melhor atenda o seu público, ou implementamos um sistema de cozinha desde o início”, explica Satoru. Fonte e mais informações: (www.satorufsc.com.br).

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