‘Se não fosse Moro e Lava Jato, o Brasil estaria destruído’

Amanda Perobelli/Estadão Conteúdo
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O ator americano Arnold Schwarzenegger, presidente fundador da ONG de proteção ambiental R20, durante encontro com o prefeito de São Paulo, João Dória, na sede da Prefeitura, na manhã de ontem (24).

São Paulo – O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) defendeu ontem (24), a atuação do juiz Sérgio Moro e as investigações da Operação Lava Jato. “Se não fosse esse juiz Sérgio Moro e a Lava Jato, o Brasil estaria destruído hoje. É outro tempo”, disse na abertura do Fórum Cidades do Futuro, organizado pela Rádio Jovem Pan. Ele voltou a dizer que não é candidato a governador ou a presidente, e que a sua fala “não é de candidato”.
Doria não citou o Partido dos Trabalhadores (PT), mas afirmou que “os erros que se cometeram no passado, de não dar atenção à população mais fragilizada, levaram o Brasil a 13 anos de mau governo, destempero, assalto ao dinheiro público e mentiras que contribuíram para três anos da maior recessão econômica do País e para a pior imagem pública do País no exterior”.
O tucano disse ainda que “vozes populistas querem assaltar a consciência dos mais pobres e mais humildes” e que “acabou o tempo do Brasil sindicalista, o Brasil protecionista”. Evitando mencionar também o ex-presidente Lula, o prefeito afirmou que as transformações são determinadas pelo “povo brasileiro, não por sindicalista ou dirigente partidário”. Doria declarou apoio às reformas previdenciária e trabalhista, negando que vão gerar desemprego e pobreza (AE).

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