Para aliados, reforma ajudará na recomposição da base

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Eliseu Padilha continua no ministério.

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, defendeu uma unidade dentro do PMDB. “Temos que reunificar o partido. Essa divisão não interessa a ninguém e a meu juízo é prejudicial ao governo”, afirmou.
“O governo fez a sua parte, atendeu à Câmara, tratou e correspondeu às expectativas com dois grandes ministérios, então há que se esperar que ela dê a resposta correspondente. O presidente Michel Temer vai trabalhar para que o PMDB tenha um comando só, uma voz só”, acrescentou.
Segundo Padilha, a ampliação do espaço do PMDB na Esplanada dos Ministérios deve pacificar os ânimos entre os parlamentares da sigla na Câmara, que resistiam a propostas consideradas fundamentais pelo governo para o ajuste fiscal. “Penso que o governo fez a sua parte. A presidenta Dilma foi ao limite extremo, dando o Ministério da Saúde e o Ministério de Ciência e Tecnologia para a Câmara. Penso que o governo fez o gesto, agora há que se esperar correspondente reação da parte de quem foi tão beneficiado”, disse.
O primeiro teste do governo sobre o efeito da reforma ministerial será nesta terça-feira (6), quando está marcada sessão conjunta da Câmara e do Senado para apreciar vetos da presidenta a propostas que aumentam os gastos do governo. Um deles é o veto à proposta que concede reajuste aos servidores do Judiciário, que variam entre 53% e 78%. “Será um grande teste. Vamos tomar a temperatura de como é que essas medidas vão funcionar, até porque temos vários projetos na área de economia para votar. Acho que a presidenta está dando o exemplo, mostrando para a população que o governo está fazendo a lição de casa e também consolidando um governo de coalização”, concluiu Padilha (ABr).

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