Como obter empréstimo de capital de giro com juros acessíveis

A crise sanitária se mantém grave e enquanto isso, os empreendedores têm encontrado dificuldades para manter suas operações ativas. Diante do cenário de baixa nas vendas e o aumento das dívidas, as pequenas e médias empresas continuam buscando alternativas para se manterem de pé. Uma das saídas têm sido os empréstimos de capital de giro, que são aqueles voltados para atender as obrigações financeiras cotidianas, como pagamento de salários, aluguel, despesas com a operação, entre outras.

“Trata-se de uma modalidade que visa auxiliar na reorganização do fluxo de caixa da empresa”, explica Gabriel Nascimento, CEO da Ulend, fintech especializada em empréstimos P2P. No geral, os empréstimos de capital de giro são uma operação de curto a médio prazo, ou seja, é comum que o prazo máximo de pagamento das parcelas do empréstimo seja de até 2 anos. “Portanto, caso você esteja com objetivo de contrair um empréstimo mais longo, provavelmente existem outras opções mais adequadas para você”, diz o executivo.

Diferentemente de outras linhas de crédito para empresas, no caso do empréstimo para capital de giro não é necessário explicar a finalidade da operação para a instituição credora. Outro ponto é que o pagamento das parcelas não precisa ser mês a mês. Nacsimento listou formas para a obtenção de empréstimo desta natureza a juros baixos. São elas:

. Empréstimos P2P – Permite às pessoas físicas emprestar dinheiro para pequenos e médios empresários e obter, em troca, juros. Em geral, existem três principais modelos de operações: OAV (operações vinculantes, que ligam o RDB de um investidor a uma CDB no balanço de um banco); endosso de CCB (quando a plataforma emite uma CCB por meio do banco parceiro e faz seu endosso diretamente para o investidor); e SEP (empréstimos entre pessoas). Os créditos podem ser obtidos 100% online a juros a partir de 0,72% ao mês.

. Pronampe – Foi a principal linha de crédito disponibilizada pelo governo federal para socorrer micro e pequenas empresas durante a pandemia do novo coronavírus. Os bancos emprestam dinheiro a empresários, tendo como garantia recursos de um fundo público. A linha foi usada por quase 520 mil micro e pequenos empreendedores em 2020. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

. Desenvolve SP – Existe há 12 anos no estado concedendo crédito para empreendedores paulistas, por meio do Banco do Empreendedor. A ideia é oferecer financiamento de longo prazo para investimentos em tecnologia, inovação e aumentar a eficiência e a rentabilidade nos negócios. Tem o compromisso de fomentar a cultura de capital de risco no país, configurando uma alternativa de crédito, que além de recursos traz consigo uma melhor gestão e mais eficiência para os negócios.

Ocrédito livre a pessoas jurídicas alcançou R$1,1 trilhão, acréscimo de 1,2% no mês, com destaque para as modalidades de desconto de duplicatas e recebíveis, antecipação de faturas de cartão, aquisição de veículos, ACC e financiamento a exportações. Em doze meses, a variação de 22,5% refletiu principalmente o crescimento na carteira de capital de giro. “A manutenção correta do capital de giro está fortemente associada à boa saúde financeira do empreendimento. Por isso, é indispensável se preocupar com o capital do negócio”, conclui Nascimento.
Fonte e mais informações: (www.www.ulend.com.br).

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