Geral 26/10/2016

Hillary tenta ampliar distância de Trump na corrida eleitoral

O republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton.
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Algumas pesquisas mostram Hillary à frente de Trump, com uma diferença de dois dígitos

Faltando duas semanas para as eleições para a presidência dos Estados Unidos, a candidata democrata Hillary Clinton tenta garantir distância suficiente de Donald Trump, em pesquisas sobre intenções de votos, para evitar que o candidato republicano continue usando os argumentos de que as eleições norte-americanas estariam sendo manipuladas, o que colocaria em risco a credibilidade do processo eleitoral.
Algumas pesquisas mostram Hillary à frente de Trump, com uma diferença de dois dígitos. Nas últimas semanas, Donald Trump vem dizendo, insistentemente, em comícios que as pesquisas são “falsas” e “manipuladas” e que ele só vai aceitar o resultado das eleições, se ganhar. No estado da Flórida, Trump disse que está à frente de Hillary Clinton e que a imprensa norte-americana vem divulgando pesquisas distorcidas para minar sua candidatura.
Para se distanciar de Trump, Hillary Clinton está tentando ampliar o apoio do voto feminino. Para isso, a senadora democrata Elizabeth Warren, uma das maiores apoiadoras de Hillary, disse, em um discurso em Manchester, estado de New Hampshire, que Trump não respeita as mulheres, em uma referência às expressões lançadas pelo candidato republicano contra a candidata democrata. No último debate entre os dois candidatos, Trump chamou Hillary de “mulher desagradável”.
Na Flórida, Donald Trump fez um discurso para agricultores. Ele usou metade do discurso para criticar a imprensa norte-americana. Afirmou que a maioria das pesquisas de opinião pública publicadas pela imprensa refletem uma ação “manipulada” e acrescentou: “Estou dizendo isso desde que entrei na corrida [eleitoral]”. O diretor de campanha do candidato republicano, Kellyanne Conway, porém, reconheceu que, na fila da corrida eleitoral, Donald Trump está atrás de Hillary. “Estamos atrás”, disse Conway (ABr).

Mercosul vai discutir cláusula democrática contra a Venezuela

Secretaria do Mercosul, em Buenos Aires, na Argentina.
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O Mercado Comum do Sul (Mercosul) vai se reunir nos próximos dias para debater se aplicará a cláusula democrática contra a Venezuela, anunciou em Buenos Aires o presidente do Uruguai, Tabaré Vásquez. “Com respeito à cláusula democrática, o Mercosul tem de se reunir para discutir o tema. O Uruguai estará presente e discutiremos isso com seriedade e responsabilidade”, disse, após reunião com o presidente argentino, Mauricio Macri, mas sem adiantar a data e o local do futuro encontro.
Macri manifestou a preo­cupação de ambos com a situação atual no país, alertando que “do jeito que está, a Venezuela não pode fazer parte do Mercosul e tem de ser condenada por todos os países do continente e do mundo”. A aplicação da cláusula democrática pode implicar a suspensão da Venezuela do bloco econômico e de benefícios ligados ao grupo, como a livre circulação de pessoas e a união alfandegária.
A posição foi manifestada depois de o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) ter adiado “até nova ordem judicial”, a coleta de assinaturas para a realização do referendo destinado a revogar o mandato do presidente Nicolás Maduro, pedido pela oposição. Os países fundadores do Mercosul ameaçam “suspender” a presença da Venezuela na organização, caso o país não respeite as “disposições jurídicas” até o início de dezembro (Ag. Lusa).

Varejo paulista gera empregos formais

Dando seguimento ao aumento registrado em julho, o comércio varejista do Estado gerou novos empregos em agosto, o que pode ser um esboço da recuperação do mercado de trabalho varejista paulista – desde outubro de 2014, que o varejo não registrava saldo positivo. Em agosto, o varejo paulista criou 7.235 empregos, resultado de 71.908 admissões e 64.673 desligamentos. Com isso, o estoque ativo de trabalhadores atingiu 2.071.063 no mês, redução de 3,1% na comparação com agosto de 2015.
Os dados compõem a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista, realizada mensalmente pela FecomercioSP com base nos dados do Ministério do Trabalho e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores calculado com base na Rais. De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, a abertura de postos de trabalho pelo comércio varejista em agosto é uma tendência histórica, motivada pelo baixo número de desligamentos, já que o mês antecede a data-base da negociação coletiva do setor.
Mesmo com o saldo positivo em agosto, apenas duas das nove atividades pesquisadas apresentaram crescimento no número total de empregos na comparação com o mesmo mês de 2015: farmácias e perfumarias (1,9%) e supermercados (0,3%). Os destaques negativos foram os setores de concessionárias de veículos (-7,3%), lojas de móveis e decoração (-7,2%) e de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6,9%) (FecomercioSP).

Anne ‘fingiu’ felicidade ao ganhar Oscar em 2013

Anne recebe o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2013 por sua atuação no filme ‘Os Miseráveis’.
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A norte-americana Anne Hathaway revelou que não se sentiu feliz por ganhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2013 por sua atuação no filme ‘Os Miseráveis’. “Me senti muito incomodada”, disse a estrela em entrevista ao jornal “The Guardian”. Estrela de “O diabo veste Prada”, ela ainda afirmou que se sentiu culpada por ter usado um vestido de gala da grife avaliado em US$ 80 mil.
“Eu me senti mal porque estava com um vestido que custa mais do que algumas pessoas vão ver em sua vida e ganhei um prêmio por interpretar uma dor que é real para boa parte da nossa experiência coletiva como seres humanos”, acrescentou. Para interpretar a personagem Fantine no filme de Tom Hooper, Hathaway precisou emagrecer vários quilos. Na história, adaptada do livro “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, ela tem uma vida sofrida e precisa vender os dentes e cabelos e se prostituir para sustentar a filha, Cosette.
“É uma coisa óbvia, você ganha um Oscar e supostamente deve ficar feliz. Eu não me senti assim”, afirmou. Na época, Hathaway era uma das atrizes mais requisitadas de Hollywood, porém sua aparição “apática” na cerimônia lhe rendeu críticas. “Tentei fingir que estava feliz e não deu certo. É chato. Mas o que você aprende com isso é que você apenas pensa que pode morrer de vergonha, mas não morre”, completou (ANSA).

Banco mais antigo do mundo demitirá 2,6 mil pessoas

O Monte dei Paschi di Siena (MPS), tido como o banco mais antigo do mundo ainda em operação, demitirá 2,6 mil funcionários e fechará cerca de 500 filiais até 2019 como parte de um amplo plano de reestruturação.
Atualmente, a instituição possui 25,2 mil colaboradores, número que cairá para 22,6 mil ao longo dos próximos três anos. Os cortes serão compensados em parte por 300 contratações programadas para ocorrer até 2019.
“O custo de pessoal será reduzido em 9%, saindo de 1,6 bilhão de euros em 2016 para 1,5 bilhão em 2019”, diz uma nota do MPS. Fundado em 1472, na cidade toscana de Siena, o banco enfrenta há tempos uma grave crise financeira devido à elevada presença de créditos deteriorados em sua carteira. Nos primeiros nove meses do ano, o Monte dei Paschi teve prejuízo de 849 milhões de euros, mas seu objetivo com o plano de reestruturação é voltar a ocupar uma posição de liderança no sistema financeiro italiano.
“A operação é sem precedentes, tanto em estrutura como em dimensão, na Itália e deve permitir ao banco ter uma situação patrimonial sólida, um reduzido perfil de risco, uma qualidade de crédito melhorada e um renovado potencial de crescimento”, diz o comunicado do MPS. Até o início de dezembro, a instituição deve realizar um aumento de capital de 5 bilhões de euros para financiar sua recuperação (ANSA).

Atitude humana mais próxima a Deus é o ‘humor’

Durante um encontro com jesuítas no Vaticano, o papa Francisco afirmou que o humor é uma das atitudes mais próximas a Deus. “A atitude humana mais próxima à graça de Deus é o humor”, disse Francisco aos religiosos segundo informou o padre Antonio Spadaro. O sucessor de Bento XVI ainda destacou que a “alegria é o que constitui a mensagem evangelizadora” porque “uma boa notícia não pode ser dada com o rosto triste”.
“A alegria não é um ato decorativo, mas um claro índice da graça. Indica que o amor está ativo, operante e presente. Para quem vai buscá-la, não pode confundir-se com um efeito especial que a nossa época sabe produzir por exigência de consumo. Mas, deve buscá-lo em sua essência que é a permanência”, destacou.
Aos religiosos, que são da mesma Ordem religiosa que Jorge Mario Bergoglio, o líder católico afirmou ainda que a “misericórdia não é uma palavra abstrata, mas um estilo e vida que coloca a palavra depois dos gestos concretos” (ANSA).

 

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