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Geral 05/08/2016

em Geral
quinta-feira, 04 de agosto de 2016

Dançarinos de Parintins vão participar da abertura dos Jogos Olímpicos

Apresentação do Boi Garantido no Festival de Parintins.

O folclore da Amazônia estará presente na abertura oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016, hoje (5), às 20h00, no Estádio Maracanã

Foram escolhidos 72 bailarinos do município de Parintins, que fica a 369 km de Manaus. Eles vão compor um quadro da cerimônia que vai retratar, durante cerca de cinco minutos, os povos indígenas. Os artistas fazem parte dos Bois Caprichoso e Garantido que, todos os anos, disputam o título de campeão do Festival Folclórico de Parintins.
Segundo Chico Cardoso, coordenador da equipe, a rivalidade foi deixada de lado e eles estarão juntos no Rio de Janeiro, se apresentando no maior evento esportivo do mundo. “A única delegação ou corpo do elenco de abertura, fora do Rio de Janeiro, é justamente a dos dançarinos de Parintins, divididos em Garantido e Caprichoso, mas juntos pelo ideal de participar desse grande evento. Foi um prazer muito grande os diretores estenderem esse convite a Parintins, reconhecendo que a cidade é um expoente do folclore brasileiro”.
Foram três meses de ensaio no município amazonense, sob a orientação do coreógrafo parintinense Erick Beltrão. Os detalhes da cerimônia estão sendo mantidos em segredo, mas ele adianta um pouco do que o público vai assistir. “O nosso quadro se chama Pindorama, que foi o primeiro nome dado pelos indígenas ao Brasil. Isso tem tudo a ver com a cultura indígena, com a nossa cultura, com o nosso sangue, dos índios parintintins, dos tupinambás que migraram do Rio de Janeiro para Parintins”, explicou.
Os dançarinos estão no Rio de Janeiro desde o dia 11 de julho, participando dos ensaios gerais da cerimônia de abertura. Não é a primeira vez que artistas do município são convidados para grandes eventos. Em 2014, um grupo de 16 bailarinos fez parte do corpo de dança do encerramento da Olimpíada em Londres. “Eu acho que isso foi uma porta que se abriu para que os diretores do evento e a coreógrafa Débora Colker fossem buscar lá em Parintins a continuidade desse grande trabalho que começou em Londres”, afirmou Chico Cardoso (ABr).

Menos de 5% das empresas estão preparadas para o eSocial

O obstáculo é conscientizar as empresas sobre a necessidade de mudança na forma de envio das informações.

A praticamente um mês de encerrar o prazo para adequação ao eSocial, sistema que muda a forma de preenchimento e entrega de formulários e declarações relativas aos trabalhadores, muitas empresas ainda não estão preparadas para as exigências o governo.
De acordo com o cronograma, a mudança vale a partir de setembro próximo para organizações que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014. No entanto, apenas 4% das empresas estão de fato prontas para atender às novas regras, segundo enquete feita pelo Sescon-SP com cerca de 500 empresários de contabilidade em todo o Estado. O cronograma que fixa as datas de obrigatoriedade para utilização do sistema foi definido no ano passado.
Para os empresários consultados na enquete, o grande obstáculo é conscientizar as empresas sobre a necessidade de mudança na forma de envio das informações (42%). Para outros 37% dos entrevistados, o problema maior é o prazo insuficiente e muitas dúvidas a respeito do sistema. Em 17% dos casos, o alto valor do investimento exigido para a mudança é o principal gargalo.
O cronograma que fixa as datas de obrigatoriedade para utilização do sistema foi definido no ano passado. “As empresas no Brasil vêm passando por momentos difíceis. A crise generalizada obrigou muitos empresários a cortar produção, demitir, reduzir despesas, economizar. Para se enquadrar às exigências do eSocial, é necessário investimento, em alguns casos, alto. Esperamos que o prazo seja estendido, pois do contrário, os prejuízos serão ainda maiores para todos”, alerta Márcio Massao Shimomoto, presidente do Sescon-SP.
Segundo ele, há rumores evidentes que o prazo será prorrogado, mas não há motivos para tirar o pé do acelerador. “A enquete revela que a maioria das empresas não está priorizando o eSocial, o que é bastante preocupante”, conclui (Sescon).

Suspensa a venda de sibutramina e omeprazol do Aché

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da sibutramina, remédio indicado para emagrecimento, e do omerprazol, usado contra acidez estomacal, fabricados pelo laboratório Aché. A empresa deverá recolher todo o estoque dos medicamentos que estão no mercado.
Segundo a agência reguladora, o Biomag (cloridrato de sibutramina monoidratado) da fabricante, e seu genérico, o Coloridrato de Sibutramina, de 10 miligramas e 15 miligramas, estavam sendo fabricados com matéria-prima de fornecedor diferente do aprovado. Já o Gastrium (omeprazol), versões de 10 miligramas e de 20 miligramas, teve a comercialização suspensa, segundo a Anvisa, por ser fabricado com formulação diferente da registrada na agência reguladora.
O laboratório Aché informou que está tomando todas as medidas necessárias para atender às adequações referentes às normas da Anvisa. “O Aché afirma e assegura que esses medicamentos, que se encontram atualmente no mercado, são absolutamente seguros e eficazes, cumprindo com os mais altos padrões de qualidade”, informou em nota a empresa (ABr).

Britânicos reduzem em 85% uso de sacos plásticos

Anualmente, os oceanos e mares recebem oito milhões de toneladas de plástico.

Os britânicos estão recusando sacos plásticos. Economizando mais de seis bilhões de sacos, a Grã-Bretanha tenta solucionar um problema de poluição ambiental. No primeiro semestre de 2016, os britânicos usaram 500 milhões de sacos de plástico. Parece muito, mas no mesmo período do ano passado, foram utilizados 7 bilhões dessas embalagens. É pouco provável que os residentes do Reino Unido se tenham tornado muito mais conscientes em termos de proteção ambiental.
Uma ferramenta mais eficaz do que a divulgação de informações sobre os perigos do plástico para ecossistemas virou o imposto sobre sacos. Em outubro do ano passado, o governo introduziu o tributo com o valor de 5 pence, o equivalente a R$ 0,22. O governo britânico esperou diminuir o número de embalagens usadas e teve razão: quase imediatamente após a introdução da taxa, compradores começaram a recusar os sacos de plástico.
No primeiro semestre deste ano, eles usaram 85% menos pacotes de plástico que no ano passado.
Se outros países introduzirem um imposto semelhante, será alcançado um impacto positivo sobre o meio ambiente. Anualmente, os oceanos e mares recebem oito milhões de toneladas de plástico. Este material tem um impacto devastador sobre todos os ecossistemas: muitos animais marinhos o confundem com alimento. Pedaços de plástico foram detectados em mais de 31 espécies de mamíferos marinhos e em 100 espécies de aves. Muitos deles obstruem o estômago com plástico e morrem de fome ou de danos de órgãos internos. As tartarugas marinhas confundem sacos de plástico na água com medusas e morrem de oclusão intestinal (Sputnik Brasil).

Ex-manicure brasileira que virou musa da Prada

Eloízia Melo, da grife italiana Prada.

A campanha da nova coleção eyewear da grife italiana Prada tem uma brasileira como destaque. E a talentosa jovem é a mineira Eloíza Melo, de 20 anos, que promete dar o que falar nos próximos anos, fazendo trabalhos para outras grandes maisons no futuro. Nascida na pequena cidade de Nova União, de apenas 6 mil habitantes, a modelo, de família humilde, trabalhava como manicure em um salão de beleza, mas sempre desejou entrar de verdade para o universo da moda.
Sua chance de perseguir a carreira surgiu em 2011, quando Eloíza ganhou um concurso e decidiu se mudar para São Paulo, onde começou a ser representada pela agência de modelos Ford Model. A partir desse momento, a mineira já realizou trabalhos para “Vogue Italia” e para a Diesel e em cinco anos já morou em Milão, Los Angeles, Londres e Nova York, onde está atualmente. Sobre a campanha de óculos da Prada, a mineira disse que essa foi a sua maior responsabilidade até agora e que adorou a oportunidade de participar de um ensaio tão importante (ANSA).