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RH ou TI: quem deve liderar a revolução da IA nas empresas?

em Espaço empresarial
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está redefinindo a forma como empresas gerenciam operações, interagem com colaboradores e aprimoram a experiência do usuário. Mas diante desse avanço, surge um questionamento estratégico: quem deve liderar a implementação dessas soluções – o setor de tecnologia ou o RH?

Tradicionalmente, a adoção de novas tecnologias sempre foi responsabilidade do time de TI. No entanto, os agentes de IA vão além da automação de processos: eles interagem diretamente com as pessoas.

“Essas soluções não são apenas ferramentas operacionais, mas também agentes que impactam a experiência e a cultura organizacional. Por isso, a integração precisa garantir que a interação seja eficiente e humanizada”, explica Fabio Tiepolo, CEO da PsycoAI, healthtech especializada em soluções de IA para o setor de RH e saúde.

O RH, enquanto responsável pela gestão de talentos e cultura organizacional, tem um papel fundamental na implementação dos agentes de IA. Na prática, eles podem atuar no onboarding de novos funcionários, enviando tutoriais, agendando reuniões e respondendo dúvidas em tempo real.

Eles também podem auxiliar em treinamentos contínuos, reforçando conteúdos e otimizando o aprendizado. Outra aplicação está na automatização de processos internos, como a resposta a perguntas frequentes sobre benefícios e folha de pagamento.

Já a área de tecnologia tem a responsabilidade de garantir que esses agentes sejam seguros, escaláveis e compatíveis com os sistemas internos. A integração com plataformas como ERPs e CRMs permite que os agentes atualizem informações automaticamente, otimizando fluxos operacionais. Além disso, o TI assegura conformidade com leis de proteção de dados, como a LGPD, garantindo que informações sensíveis sejam protegidas.

Para que a implementação de IA seja realmente eficiente, especialistas apontam que a solução está na colaboração entre setores. “Nenhuma área pode liderar essa transformação sozinha. A criação de comitês que envolvam RH, TI e outras áreas estratégicas é fundamental para alinhar objetivos, estabelecer métricas e garantir um processo contínuo de otimização”, destaca Tiepolo.

Além disso, contar com parceiros especializados pode acelerar a adoção e evitar erros comuns na integração dessas ferramentas. Empresas como a PsycoAI oferecem agentes de IA pré-configurados e personalizáveis para diversas funções, desde suporte técnico até gestão de bem-estar dos colaboradores.

“O futuro da inteligência artificial nas empresas não está em delegar a responsabilidade para um único setor, mas em construir pontes entre tecnologia e recursos humanos para potencializar resultados e melhorar a experiência organizacional como um todo”, complementa Fabio Tiepolo. – Fonte e mais informações: (https://psyco.ai/).