De olho em um mercado que só cresce e na lacuna existente: as empresas familiares representam mais de 90% dos negócios no Brasil, e apenas 3% dela têm conselhos estruturados, Marcelo Arone, CEO da OPTME, inova ao lançar um serviço exclusivo de recolocação de conselheiros e reforça que o desafio das empresas será se fortalecer por meio de conselhos estratégicos.
“2026 promete ser o ano da Governança Corporativa e quem não estiver alinhado, certamente vai perder mercado”. A frase é de Marcelo Arone, CEO da OPTME, que comemora uma década reposicionando C-Levels.
Arone se refere a um mercado crescente: pesquisa recente do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta que mais de 86% das empresas brasileiras planejam aprimorar suas práticas de governança corporativa em 2025. Isso evidencia uma pressão crescente por melhores estruturas de supervisão e por profissionais cada vez mais alinhados ao compliance.
Essa necessidade é ainda maior quando se fala do mercado de empresas familiares. “O motor do Brasil são as empresas familiares. Elas representam cerca de 90% dos negócios, 75% dos empregos e mais da metade do PIB. Porém, apenas 3% possuem conselhos estruturados. Nosso trabalho é conectar executivos que desejam migrar para cadeiras de conselheiros a essas organizações que precisam se fortalecer em governança”, explica o CEO.
Arone se refere ao novo serviço recém lançado pela OPTME, de recolocação de Conselheiros. Depois de 10 anos e mais de 500 líderes recolocados, a OPTME vai também trabalhar o recrutamento de conselheiros com foco exatamente no mercado das empresas familiares.
“O número de empresas que vêm ampliando ou renovando seus conselhos no Brasil está em ascensão, acompanhando a pressão de investidores e stakeholders por práticas de governança mais sólidas”, afirma Marcelo.
A expansão acontece em um momento em que o mercado brasileiro de executive search é estimado entre US$ 0,5 bilhão e US$ 1,2 bilhão, conforme análises de projeções globais ajustadas para a economia nacional. O cenário reforça a oportunidade abraçada pela OPTME, que se posiciona como pioneira no atendimento estruturado a conselheiros em transição e se antecipa a uma abertura ainda maior desse mercado.
O histórico da empresa sustenta a credibilidade dessa nova frente. Em uma década, em seu caminho de reposicionar mais de 500 executivos C-Level em transições de carreira em todo o Brasil, a OPTME desenvolveu uma metodologia que integra análise de perfil, estratégia de posicionamento e acesso a uma rede qualificada de oportunidades.
Além de dados de mercado, o novo serviço da OPTME responde a uma transformação maior: “para empresas que se desejam se solidificar, apoiar a transição de executivos e conselheiros é cada vez mais sinônimo de valorização da marca e de responsabilidade perante o mercado”, finaliza Arone.
O futuro se abre em oportunidades para ambos ao lados. Com a nova frente de atuação, a OPTME se posiciona não apenas como consultoria de recolocação, mas como parceira estratégica para executivos, conselheiros e empresas que buscam alinhar liderança e governança ao futuro dos negócios.

