“Reforma trabalhista vai gerar empregos”

Os representantes das confederações patronais defenderam a proposta de reforma trabalhista como forma de modernizar a legislação e retomar a geração de empregos no Brasil, em audiência na Câmara.

Para o gerente de RI da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), Damião de Morais, a atualização da CLT ocorre em consequência da crise de emprego e para modernizar as relações no mercado.
“Caminhamos para 14 milhões de desempregados. É um número que choca. E grande parte dos problemas são de leis que protegem muito o trabalhador, mas retiram o emprego”, disse. Morais afirmou que os sindicatos já têm maturidade suficiente ao conseguir aumentos superiores à inflação em negociações coletivas. Segundo ele, houve 47 mil acordos e convenções coletivas em 2014 e outros 53 mil em 2015.
A assessora trabalhista da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Danielle Bernardes, disse que as normas vigentes são rígidas, muito protetivas e as principais causadoras da estagnação econômica. “Mais importante do que a proteção do trabalhador é a proteção do emprego. E para proteger o emprego é preciso proteger a empresa”, avaliou.
Bernardes afirmou ainda que a melhoria na economia depende de vários fatores, mas o custo do emprego é um entrave para a criação de mais vagas (Ag.Câmara).

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