Os cinco principais erros na Black Friday

A Black Friday é uma das maiores datas para o comércio mundial e o Bling, sistema de gestão on-line do grupo Locaweb que agiliza e descomplica a gestão de micro, pequenas e médias empresas, desenvolve iniciativas para ajudar o empreendedor a potencializar os negócios.

“Nosso objetivo é apoiar os empreendedores que possuem lojas físicas ou virtuais a venderem cada vez mais, por isso queremos compartilhar o nosso conhecimento e as melhores práticas de mercado para ajudar o varejista, bem como, impulsionar as vendas em uma das principais datas do varejo brasileiro, explica Marcelo Navarini, COO do Bling. Em parceria com a CPO & Partner do Ecommerce na Prática, Babi Tonhela, o Bling aponta os principais erros cometidos pelos empreendedores e como evitá-los:

  1. Falta de planejamento: um erro bastante comum é falta de planejamento, para a especialista, o empreendedor precisa decidir qual período da Black Friday pretende atuar, por exemplo: Black November (vendas no mês todo), a Black Week (vendas durante a semana) ou a Black Friday (vendas só no dia da Black Friday).

Planejar a data com antecedência permitirá, ainda, fazer boas negociações com fornecedores, porque é neste momento que eles estão fechando o 2° trimestre e já conseguem identificar produtos das indústrias e de confecções com mais adesão para o período. Para isso, é recomendado iniciar o planejamento a partir do mês de maio.

Contudo, uma ação muito robusta nesta data às vezes pode não alcançar o resultado esperado. Muitas vezes o vendedor compra mais estoque do que consegue vender ou a contratação de equipe extra. Além disso, a questão logística nesta data tende a ficar sobrecarregada.

  1. Limitar os canais de captação e atendimento: um dos principais erros é deixar de captar clientes em outra plataforma que não seja o e-mail. Por isso, é fundamental manter a multicanalidade seja por WhatsApp, Telegram ou outras redes sociais. Não ter um canal de atendimento direto no site e visível para os clientes, como um chat, pode também comprometer a jornada de compra.
  2. Estrutura: realizar uma Black Friday requer estrutura, como: funcionários, embalagens e suporte para atender a demanda logística. A especialista aponta, também, a falta do recurso de notificação ao cliente (push browser), que pode ajudar a atrair novos consumidores.
  3. Pós-venda: a Black Friday não trata-se apenas de queimar estoque, a data deve ser planejada para adquirir novos clientes. Então, ignorar o pós-venda pode impactar na conquista de um novo cliente.
  4. Investimento em mídia: com a proximidade da data deve-se observar os custos em relação aos investimentos em anúncios. É recomendado para o pequeno e médio empreendedor estabelecer uma base de contatos antes de novembro. Os grandes players aumentam o investimento e fica difícil competir. Por isso, é bem importante ter a base própria dentro de casa, seja por e-mail, Whatsapp, redes sociais, entre outras formas de comunicação possíveis para ir estabelecendo contatos.

Para Marcelo, a Black Friday é uma das principais datas do e-commerce no Brasil. “É possível alcançar um faturamento mensal em apenas um dia se o empreendedor conseguir estabelecer uma comunicação efetiva com os clientes” “Porém, a data tem uma desvantagem para aqueles que estão no início de suas operações. Isso porque ela é uma construção de marca que leva o ano inteiro”, ressalta.

Ainda segundo o executivo, é necessário desenvolver ações a partir do momento que uma acaba, por exemplo, a partir de novembro planejar a próxima Black Friday, dessa forma, construir e estabelecer uma relação para as próximas. Em geral, as empresas começam a se preparar para esse período a partir de junho, porém já é uma data bem apertada para começar. “A preparação da Black Friday não envolve só a comunicação da marca, mas também a escolha de bons produtos e boas ofertas”, conclui. – Fonte e Mais informações: (www.bling.com.br).

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