Como capacitar os funcionários e ajudar no crescimento da empresa

Segundo dados da Gallup, um funcionário motivado aumenta em 21% o lucro da empresa, além de 20% as vendas e diminui em 70% os incidentes. Isso porque se você deseja ter uma empresa que opte pelo cliente, precisa criar uma experiência que priorize o profissional. Funcionários capacitados são motivados a ganharem clientes leais e alcançarem resultados e crescimento.

Segundo a especialista de RH, Denise Asnis, que também é fundadora da Taqe – plataforma de recrutamento e seleção digital – entender os funcionários ajuda a aproveitar o poder de liderança deles, aumentando o crescimento e a eficiência da empresa. “A liderança dos funcionários pode ser aprimorada de três maneiras: capacitação, flexibilidade e personalização de suas experiências.

O funcionário da nova era não precisa ser informado sobre o que precisa ser feito e como fazer. Ao capacitá-los, você pode aumentar a confiança, estimular a motivação e impactar os resultados financeiros”, explica a executiva, ao destacar que entre as principais tendências que podem ajudar a empresa a crescer para o próximo nível por meio da capacitação dos funcionários estão:

  1. – Local e horário de trabalho – A pandemia acelerou a mudança de mentalidade sobre as horas exigidas e o papel do trabalho em nossas vidas. Adotar o trabalho remoto como uma opção permanente para os funcionários, mesmo após a pandemia, e dar autonomia para fazerem suas próprias escolhas. Outro ponto, é auxiliar na construção da infraestrutura para apoiar suas decisões.
  2. – Composição da força de trabalho – Existe uma correlação positiva entre uma força de trabalho diversificada e um resultado financeiro mais sólido. Em 2015, uma pesquisa da McKinsey afirmou que as empresas no quartil superior para diversidade racial e étnica têm 35% mais probabilidade de ter retornos financeiros. “Por isso, é importante desenvolver políticas que aumentem de forma proativa a diversidade, a inclusão e capacitem os funcionários a trazerem esses conceitos para o trabalho”, esclarece Denise.
  3. – Estrutura da equipe – A hierarquia tradicional de cima para baixo está mudando para uma estrutura mais ágil e menos rígida com base em projetos específicos. Essa estrutura mais flexível aumenta a velocidade e a simplicidade. Por isso, as funções dinâmicas devem ser criadas com base nas necessidades do projeto e a supervisão deve ser dada a uma função específica e não à pessoa que a desempenha. Além disso, as iterações rápidas ajudam a revisar os resultados rapidamente e as mudanças acontecem de forma incremental.
  4. – Gerenciamento de desempenho – As avaliações de desempenho não são um calendário nem um relógio e estão deixando de ser um exercício baseado em políticas. Cada vez mais, as empresas estão removendo sistemas de classificação de desempenho para se concentrar em conversas de qualidade. Segundo a executiva, é essencial incentivar os funcionários a terem conversas sobre seus desempenhos durante o ano, assim é possível capacitar os profissionais a fazerem correções durante o percurso.
  5. – Compensação – O conceito de tamanho único está lentamente sendo eliminado ao projetar pacotes de compensação. Denise explica que a remuneração e os incentivos devem ser concebidos de maneira mais flexível, dependendo da função e dos requisitos dos funcionários. Isso permite que os funcionários tenham propriedade na empresa e os torna responsáveis pelo crescimento. No caso das startups, esta é uma ferramenta ainda mais comum para atrair e reter talentos.
  6. – Benefícios, férias e bem-estar – A customização dos benefícios de acordo com as necessidades dos funcionários deixou de ser exceção. Eles devem ser divididos entre benefícios básicos e opcionais, que o funcionário tem autonomia para escolher. O conceito de bem-estar, incluindo atributos mentais, emocionais e físicos, deve ser apoiado por meio de seu programa de benefícios. Você pode considerar o perfil de seu funcionário e, em seguida, projetar seus benefícios em torno dele.

“A capacitação do funcionário é importante porque cria segurança psicológica, aumenta a confiança, incentiva a responsabilidade e estimula o crescimento por meio da inovação. As empresas que adotam precocemente essas mudanças por meio do empoderamento, só têm a ganhar no mercado”, finaliza Denise Asnis.
Fonte e outras informações: (www.taqe.com.br).

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