Proteção para seu patrimônio mais valioso: a residência

Cristina Ferreira (*)

Alarmes, tetra-chave, rede de vizinhos protegidos, cerca elétrica. Esses e outros mecanismos de segurança são válidos para tentar evitar o arrombamento de casas e apartamentos.

No entanto, têm sido insuficientes para efetivamente manter os ladrões afastados, como comprovam os dados divulgados recentemente pela Polícia Militar: os roubos em residências tiveram um crescimento de 30% em Minas Gerais, nos quatro primeiros meses de 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Em épocas de férias, como dezembro e janeiro, o problema se agrava. Apesar disso e de o lar ser o patrimônio mais valioso das famílias, ainda é pequena a contratação de seguros residenciais no país – apenas 13% do total de moradias. Nesse sentido, observa-se que, em geral, a primeira preocupação dos brasileiros, depois da saúde, é garantir a proteção do automóvel contra furtos, roubos e danos.

Ainda falta a percepção ou a cultura de como é importante adquirir uma apólice para a casa, tanto a fim de minimizar transtornos relativos ao crescimento da criminalidade e à vulnerabilidade do imóvel durante as viagens dos proprietários, quanto daqueles decorrentes de todo tipo de incidente: queda de raios, vendaval, granizo, incêndios e explosões, desmoronamentos, impacto de veículos e tantos outros. Uma gama de riscos que podem resultar em prejuízos gravíssimos para os moradores.

Por isso, outra questão que, possivelmente, ainda dificulta uma maior adesão a esse segmento são as poucas informações sobre essa ampla cobertura oferecida pelo seguro residencial e que faz com que ele apresente uma das melhores relações custo-benefício do mercado. Com valores bastante acessíveis, o consumidor pode garantir o ressarcimento de danos causados ao imóvel e assegurar a reposição de bens roubados ou danificados por uma ação de bandidos.

Para os incidentes, é possível escolher as proteções mais adequadas a cada perfil, contratando os eventos que efetivamente possam acontecer. Na maioria dos seguros, existem diferentes coberturas disponíveis, incluindo a de responsabilidade civil, que garante, por exemplo, assistência a uma vítima de objetos que, acidentalmente, caiam da janela do apartamento.

Agregado a tudo isso, o segurado conta com a vantagem de ter acesso, gratuitamente, a serviços do check up residência, como revisão de vazamentos e instalações elétricas, e aos serviços emergenciais que fazem parte da rotina de uma residência, como conserto de ar condicionado, desentupimento e chaveiro, entre outros.

Dessa forma, diante de tantas vantagens e facilidades oferecidas pelo produto e por ele oferecer proteção a um bem de alto valor, é fundamental que o seguro residencial seja mais democratizado. Isso significa que há um grande potencial de crescimento para esse produto a partir do momento em que os brasileiros se conscientizarem de seus benefícios.

E para que isso ocorra, é importante que as pessoas conheçam as opções e condições de cobertura do produto, de forma clara e objetiva, e percebam o quanto o seguro residencial garante mais tranquilidade para toda a família.

(*) – É gerente de produtos e vendas de Seguros, Previdência e Capitalização do Mercantil do Brasil.

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