Ondas de calor, excesso de chuvas e alta umidade estão entre os principais desafios enfrentados pela tomaticultura brasileira. Além dos impactos diretos sobre o desenvolvimento das plantas, essas condições favorecem a incidência de viroses e doenças foliares, comprometendo a cobertura vegetal e, consequentemente, o potencial produtivo e a qualidade dos frutos.
“Quando as condições climáticas e fitossanitárias passam a atuar contra a lavoura, o produtor precisa adotar estratégias capazes de reduzir riscos e contribuir para a manutenção da produção dentro dos padrões exigidos pelo mercado”, afirma o especialista em tomates e pimentões, Thiago Teodoro.
A perda de área foliar é um dos fatores que mais podem comprometer o desempenho da cultura. Com menor capacidade de proteção e sustentação dos frutos, as plantas ficam mais suscetíveis à redução do potencial produtivo e à ocorrência de problemas relacionados à qualidade. Em períodos de chuva e elevada umidade, essa pressão tende a se intensificar, aumentando a incidência de frutos fora do padrão, rachaduras e perdas no aproveitamento da produção.
Os desafios, no entanto, não terminam na lavoura. Após a colheita, o tomate percorre uma cadeia que envolve classificação, transporte, distribuição, atacado e varejo.
Produtividade do tomate | Jornal Empresas & Negócios

