Com a safra de soja 2025/26 se aproximando do fim em Mato Grosso, o manejo adequado da dessecação pré-colheita ganha protagonismo nas lavouras, principalmente porque o produtor corre para acertar a janela de plantio da safrinha de milho. O estado, que lidera a produção nacional do grão, já colheu cerca de 80% da área plantada, com destaque para as regiões Médio-Norte, Oeste e parte do Norte, onde os trabalhos já foram concluídos. Nas demais regiões, as colheitadeiras seguem em ritmo intenso para finalizar a retirada da oleaginosa do campo.
Nesse momento decisivo da safra, a dessecação pré-colheita se torna uma prática estratégica para garantir maior eficiência operacional, reduzir perdas e assegurar melhor qualidade dos grãos. Quando associada a uma boa tecnologia de aplicação e ao uso de adjuvantes, a operação pode trazer ganhos significativos ao produtor.
De acordo com Jorge Silveira, engenheiro agrônomo e coordenador comercial da Sell Agro, empresa especialista em tecnologias para aplicação no agronegócio, a dessecação tem como principal objetivo uniformizar o processo de secagem da lavoura, facilitando a colheita. “A dessecação pré-colheita na soja tem por objetivo principal uniformizar e padronizar a secagem das plantas e dos grãos, permitindo uma operação mais rápida e eficiente. Além disso, traz outros benefícios importantes, como maior rendimento operacional, redução de perdas, controle de plantas daninhas, menor presença de impurezas e grãos mais uniformes, o que também facilita o armazenamento”, explica.




