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Clima melhora nos EUA, Chicago recua e colheita da safrinha muda o foco do produtor brasileiro

em Agronegócio
terça-feira, 28 de julho de 2026

A semana começou com uma mudança no cenário que vinha sustentando as cotações internacionais de soja e milho. A melhora das previsões climáticas para as principais regiões produtoras dos Estados Unidos reduziu parte do prêmio de risco incorporado ao mercado nas últimas semanas. Ao mesmo tempo, o recuo do petróleo, após um alívio nas tensões geopolíticas envolvendo Oriente Médio e Mar Negro, retirou força do mercado de energia, influenciando também commodities ligadas aos biocombustíveis, como o óleo de soja e o milho destinado ao etanol.

“A gente tem uma melhora dos mapas de clima nos Estados Unidos. Era algo que a gente vinha falando muito sobre a volatilidade do mercado climático e como isso poderia trazer um retorno caso a gente visse essas melhoras acontecendo. E, de fato, foi o que aconteceu. Todo esse prêmio de risco acabou arrefecendo um pouco mais e a gente vê o retorno de Chicago novamente”, explica Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro. Segundo ela, a queda ganhou força com a redução das tensões entre Irã e Israel, que derrubou o preço do petróleo e enfraqueceu parte da sustentação que vinha do mercado energético.

Entenda como garantir a produtividade e controlar gramíneas na cultura do milho-safrinha | Jornal Empresas & Negócios