
Até aqui o negócio fatura R$ 5 Mi/ano, mas vai aumentar
Redação
Como juntar famílias, oferecendo cultura e entretenimento para crianças e adultos em um mesmo lugar? Foi a partir dessa questão central que surgiu o Kidzhouse, festival infantil nascido na ideia de se criar algo como um “rock in rio para crianças”. A coisa evoluiu, com três festivais já realizados em São Paulo e no Rio. O público gostou e pediu mais. As marcas vieram junto. Agora é a virada expansionista. A Kidzhouse se transformou em uma plataforma, com territórios a serem explorados o ano todo. E o faturamento promete muito, coroando a iniciativa.
Depois de implantada, a ideia parece simples: juntar as famílias, de forma a compartilhar cultura e lazer o ano todo – com atrações para crianças e os adultos que as acompanham. Mas vai botar em pé o modelo criado pra ver os desafios… “A gente percebeu que a relação com as famílias não poderia acontecer apenas uma vez por ano. O festival continua sendo o projeto central, mas agora passa a fazer parte de um calendário mais amplo, com diferentes formatos, tamanhos e momentos de encontro. A Kidzhouse agora é o ano inteiro!” – afirma, entusiasmado, o empresário Guilherme Alf, fundador da Kidzhouse.


O primeiro festival aconteceu em 2024, em São Paulo, e o êxito foi alcançado. Tanto que estimulou os idealizadores a fazer um novo evento no ano seguinte (2025). Mas neste ano (26) com a realização da Copa do Mundo e outros acontecimentos o ideal seria adiar o evento por um ano. O empresário não se dobrou às dificuldades e partiu para o Rio de Janeiro. Resultado: terceiro ano de sucesso, com faturamento encorajador e marcas apoiando. Um verdadeiro case de sucesso.
Consolidando o Kidzhouse como festival todo ano já está bom? Para alguns empreendedores, talvez; não para Guilherme Alf. “Repensando o projeto todos, chegamos à conclusão que deveríamos manter a proposta central, do festival, mas seria pouco reunir as famílias apena uma vez por ano. Queremos ver todos juntos, de forma permanente, compartilhando momentos de cultura e laser”, comenta ele, acrescentando que a partir daí veio a virada: o lançamento da plataforma para incentivar as famílias a curtir esta experiência o ano todo.

Novos Territórios
Assim nasceu a plataforma Kidzhouse (https://kidzhouse.com.br/) em formato de territórios, para além das crianças de zero a 8 anos. Há diversão e cultura, com os personagens Bob, Star e Huggo. Estes protagonizam histórias, inspiram conteúdos e produtos, além de novos eventos, licenciamento e parcerias. Um negócio efetivamente estruturado. O que era coisa pensada pra criança, virou coisa de gente grande. Literalmente. Nada menos que 15 marcas já se associaram ao negócio. O primeiro ano (2024), em São Paulo, gerou movimento financeiro satisfatório. No segundo (25), também em São Paulo, o resultado ficou na casa dos R$ 5 milhões, repetindo-se a performance neste 2026. Mas já a partir de 27, com a plataforma, haverá incremento de 20% na receita, projeta o papai de Bob, Star e Huggo, Guilherme Alf.




