
23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade
A indústria da mobilidade discute sua capacidade competitiva em Curitiba nos dias 5 e 6 de agosto. No Centro de Eventos da FIEP, o 23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade (Seção PR/SC) traz para a capital paranaense executivos, economistas e engenheiros que vão avaliar o fôlego da cadeia produtiva nacional para acompanhar a reconfiguração global do setor e quais caminhos ela deve trilhar para garantir protagonismo nesse mercado. Com o tema “TecnologIA, Competitividade e Sustentabilidade”, o encontro parte da hipótese de que a próxima rodada de ganhos de eficiência e mercado não será apenas tecnológica, mas também estratégica: quem dominar inteligência artificial aplicada ao veículo, modelos de eletrificação eficientes e arranjos industriais sustentáveis terá vantagem competitiva clara. Entre os painéis estarão tópicos centrais para investidores e formuladores de políticas: eletrificação, conectividade veicular, descarbonização, novos combustíveis e a formação de mão de obra qualificada (https://saebrasil.org.br/eventos/23o-forum-sae-brasil-da-mobilidade-secao-pr-sc-2026/).
Feira do busão
A Lat.Bus 2026, maior feira do setor de ônibus e mobilidade das Américas, terá uma área voltada para comercialização de ônibus seminovos, consolidando seu papel de fomentar negócios. Voltada para dirigentes de empresas operadoras e gestores públicos da mobilidade, a Lat.Bus chega em 2026 à quarta edição. A feira apresenta produtos da indústria de ônibus (chassis, carrocerias, peças e unidades motrizes), novas tecnologias em mobilidade e soluções em soluções de descarbonização, sustentabilidade e inovação. Também promoverá negócios e fortalecerá o debate sobre o transporte urbano, rodoviário, fretamento e turismo por ônibus.A Lat.Bus 2026 acontecerá em uma área de 45.000 m² e terá eventos como Frotas Conectadas, Encontro de Fretamento e Fórum de Transporte Sustentável. Em 2024, a Lat.Bus reuniu 150 expositores nacionais e internacionais. Recebeu visitantes de 30 países e movimentou R$ 5 bilhões em negócios nos três dias. Este ano ela acontecerá de 11 a 13 de agosto no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5) www.latbus2026.com.br
Chinesa Baic
Anote mais um nome chinês, que deverá se incorporar ao nosso dia a dia nas ruas e estradas: Baic. A montadora trará seus elétricos, já na virada do semestre. A operação começará com elétricos compactos e SUVs eletrificados. Os preços ainda não foram divulgados, mas a ideia é ter um nível alto de competição. Segundo estimativas do setor automotivo, até 2030 os carros chineses deverão representar 30% da frota produzida/importada no país.
Construção + cara
O custo da construção voltou a aumentar em junho e reforçou uma pressão que já aparece no caixa de construtoras e incorporadoras médias. O Índice Nacional de Custo da Construção, o INCC-M, calculado pela FGV IBRE, subiu 0,85% no mês, acima da alta de 0,77% registrada em maio. No acumulado em 12 meses, o indicador chegou a 6,71%, abaixo dos 6,82% observados no mês anterior, mas ainda em patamar relevante para empresas que operam com obras longas, orçamento fechado e recebíveis distribuídos ao longo do cronograma. No ano, o índice acumula alta de 4,05%.
Copa de US$ 41 BI
A Copa do Mundo FIFA 2026 já é a maior de todos os tempos, com 48 seleções, 104 partidas e jogos realizados em três países-sede: Estados Unidos, Canadá e México. Além do impacto esportivo, o que não é pouco, aliás, o evento deve movimentar cerca de US$ 41 bilhões na economia global, segundo projeções do Bank of America. Diretamente, a FIFA deve auferir receita de US$ 11 BI, com público espectador de 5 bilhões de pessoas.
Retenção de talentos
Não é apenas no campo ou na área de TI que falta gente para trabalhar. A dificuldade para atrair e reter profissionais qualificados já se tornou um dos principais desafios da indústria brasileira, no geral. Durante palestra na Arena do Conhecimento da Expobor e Pneushow, realizada na semana que passou, Stefania Giannoni, especialista da SLG Desenvolvimento de Pessoas, alertou que as empresas enfrentam uma verdadeira guerra por talentos e precisam rever suas estratégias para proteger suas operações. “Hoje estamos concorrendo com o virtual e com novas formas de prestação de serviços. O maior concorrente da sua empresa pode não ter fábrica, mas oferece condições de trabalho que atraem os profissionais”, afirmou ela, finalizando: “Inovação, automação e transformação digital deixaram de ser diferenciais e passaram a determinar a competitividade das empresas. Nesse cenário, os colaboradores também precisam desenvolver novas competências, especialmente habilidades digitais e comportamentais”.
Negócios em Pauta 23/10/2015 – Jornal Empresas & Negócios



