Tecnologia 16/02/2016

Esquizofrenia de imagem: quem é a sua empresa nas redes sociais?

Muitas empresas já reconhecem a importância de marcar presença nas redes sociais. Contudo, a falta de um posicionamento claro e aliado aos valores da marca pode gerar uma verdadeira
esquizofrenia social

 

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Janaína Almeida (*)

Isso acontece quando em diferentes redes, ou mesmo em uma só, a empresa não encontra uma linha de comunicação adequada ao seu público, fazendo com que cada postagem tenha uma linguagem e um tom diferente. Para evitar que isso aconteça, antes de adotar uma estratégia, é necessário fazer as seguintes reflexões:

Qual a personalidade da sua empresa?
Principalmente para as marcas B2B, estar bem posicionado nas mídias sociais oferece à empresa uma oportunidade de ter um rosto, algo bem difícil de alcançar através dos canais tradicionais de marketing, tais como e-mail e publicidade. Por mais que seja óbvio, é preciso lembrar que as redes são sociais, o que significa que, para sua empresa se destacar, ela deve ter personalidade e amizade com o seu público.

Para que essa “humanização” aconteça, a marca deve incorporar valores, crenças, gostos e convicções. As pessoas gostam de se relacionar com quem se identificam e, com toda certeza, você quer que elas admirem a sua marca. Então, vale à pena investir um tempo na construção dessa personalidade. Veja algumas questões bastante úteis de serem respondidas durante esse processo:
Se sua marca fosse uma pessoa, quem ela seria? Qual seria sua personalidade?
Qual seria a relação dessa pessoa com o seu consumidor?
Quais adjetivos não definem sua marca? Que características negativas nunca poderão ser associadas à sua empresa?
Existem empresas com personalidade parecida com a sua? O que você mais gosta nelas?
O que você deseja que seus clientes pensem sobre sua empresa?
Qual é a vibe da sua marca? O que você quer transmitir aos seus seguidores e fãs?

Ao responder essas perguntas você já terá a base para construir sua personalidade na web. Também é interessante observar se essas características estão alinhadas à mensagem passada pela identidade visual da sua empresa, já apresentada em seu site, por exemplo. A personalidade criada para sua marca deve ser coerente e harmônica com o conteúdo e a estratégia de seu negócio.

Qual linguagem será usada nas suas conversas nas redes sociais?
Esse é outro ponto que merece atenção. Não é possível você conversar, ao mesmo tempo, com um grupo de executivos e uma roda de skatistas. Antes de sair falando de qualquer jeito, é importante que você descubra quem é o seu público-alvo e como ele conversa e interage com as outras pessoas. Isso pode revelar muito sobre qual linguagem você deve utilizar, permitindo também uma conversa agradável com termos que serão facilmente entendidos. Procure sempre ser autêntico e escrever em segunda pessoa, como se fosse uma conversa de um a um, entendendo seu interlocutor e o que ele espera de você. Descubra quais são seus gostos, gere identificação, veja como sua empresa pode acrescentar na discussão e use isso a seu favor.

Como evitar a esquizofrenia social?
Por mais que pareça complicado, a fórmula para ser bem sucedido nas redes sociais é simples: seja coerente. Assim que conseguir traçar qual a sua personalidade e começar a transmiti-la, evite mudar de foco o tempo todo. Quando você quiser acrescentar uma nova causa à sua identidade, apenas some, não substitua.
Desenvolver seu tom de voz nas redes sociais irá te ajudar a conhecer mais sobre sua própria empresa e seus clientes. Mantenha uma postura transparente e honesta, lembrando-se sempre que você está interagindo com pessoas reais, dotadas de valores e crenças. Assim, será possível estabelecer uma conexão com sua audiência, criando clientes fiéis que acreditam em você e no que tem a oferecer.
Para finalizar, minha última dica é: inspire-se nas marcas que você admira, bons exemplos podem te ajudar (e muito!) a fazer a diferença nessa realidade virtual, cada vez mais real.

(*) É jornalista na InformaMídia Comunicação e colaboradora do Blog da PME (www.informamidia.com.br/blog).

Amazon Lumberyard, ferramenta gratuita e multiplataforma para desenvolvimento de games 3D integrada com a AWS e o Twitch

Amazon Web Services Inc. (AWS), uma empresa Amazon.com (NASDAQ: AMZN), anunciou a Amazon Lumberyard, uma ferramenta gratuita e multiplataforma para games 3D voltada para desenvolvedores criarem jogos da mais alta qualidade, conectarem seus games na nuvem da AWS e engajar fãs no Twitch. A Amazon Lumberyard ajuda os desenvolvedores a construir grandes universos, fazer personagens realistas e criar efeitos em tempo real. Com a ferramenta de visual scripting da Amazon Lumberyard, até mesmo desenvolvedores de jogos que não são técnicos podem adicionar em um jogo recursos conectados à nuvem em questão de minutos (como um feed de notícias da comunidade, presentes diários ou arbitragem pelo servidor) por meio de uma interface com ferramentas de arrastar e soltar.
AWS também está anunciando o Amazon GameLift, um novo serviço para implantação, operação e ampliação de sessão de jogos multiplayers. Com o Amazon GameLift, os desenvolvedores que utilizam o Amazon Lumberyard podem rapidamente dimensionar servidores de jogos de alta performance para mais ou menos de acordo com a demanda de jogador, sem qualquer esforço de engenharia adicional ou custos iniciais.
Amazon Lumberyard é gratuito e está disponível em versão beta para desenvolvedores de PC e jogos de console, com plataformas de realidade móvel e virtual (RV) em breve. Amazon GameLift tem uma pequena taxa por jogador, além dos desenvolvedores pagarem taxas padrão da AWS para ambos os serviços, Amazon GameLift e Amazon Lumberyard. Para saber mais sobre Amazon Lumberyard, visite http://aws.amazon.com/lumberyard e para saber mais sobre Amazon GameLift, visite http://aws.amazon.com/gamelift.
Construir tecnologia capaz de fazer jogos da mais alta qualidade é difícil, demorado e caro. Os desenvolvedores de jogos ou precisam passar vários anos criando as mais de 20 ferramentas tecnológicas que são necessárias para criar jogos da mais alta qualidade (como renderização de gráficos em tempo real, editores de mundos e de personagens, sistemas de animação, simulação física, redes de baixa latência, sistemas de partículas, sistemas de script, desenvolver o terreno e mais), ou têm que investir em ferramentas comerciais que são caras e não incluem integrações nativas com o Twitch ou tecnologias na nuvem (como a AWS). E, como jogos multiplayer tem se tornado populares, os desenvolvedores têm que investir milhares de horas para construir e gerenciar a infraestrutura necessária para conectar seus jogos à nuvem e suportar altos volumes de tráfego flutuante de jogadores. Amazon Lumberyard é a única ferramenta de jogo que dá aos desenvolvedores uma combinação de tecnologia de desenvolvimento livre, com tecnologia rica em recursos, integração nativa com a nuvem da AWS para torná-la mais fácil para desenvolvedores para criar jogos multiplayer online, e integração nativa com a ferramenta Twitch, que ajuda os desenvolvedores a conectar seus jogos à plataforma social de vídeo e comunidades de jogadores.

Em qual rede social empreender em 2016?

 

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No Brasil, temos a cultura, de qual não compartilho, de que a vida só começa mesmo depois do Carnaval. Mas ele já se foi e deixou muitas energias boas para que nosso 2016 seja repleto de oportunidades, principalmente quando tratamos de redes sociais. Os últimos dados que temos de acesso dão conta de que elas só crescem no país. A Pesquisa Brasileira de Mídia 2015 (PBM), divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, diz que quase metade dos brasileiros usa a internet regularmente.
Os conectados dizem utilizar as redes sociais para se informar, para se divertir, para passar o tempo livre e para estudar. Segundo a pesquisa, as pessoas costumam estar mais conectadas nos mesmos horários, independente do dia: das 10h às 11h e das 20h às 21h.
32% dos usuários não realizam nenhuma outra tarefa enquanto estão conectados, como comer, conversar ou assistir à televisão. A conexão por aparelhos móveis já atinge a incrível casa dos 66%. Depois do Orkut, que foi a porta de entrada desta nova forma de se conectar, podemos concluir que investimos nas redes sociais para nossos negócios ou continuaremos fora de um grande mercado. Mas no meio de tantas opções, qual rede social empreender em 2016?
Este com certeza será o ano dos vídeos, porque, relativamente, a leitura na evolução da humanidade é recente. Estamos programados para prestar atenção e entender as coisas que se movem e, adicionando som, aumenta o efeito. Cerca de 90% da informação captada por nossos cérebros é visual e nós processamos imagens 60 mil vezes mais rápido do que podemos processar textos.
Por isso, o Facebook, a rede social usada por 83% dos internautas brasileiro, se adaptou aos vídeos e até oferece imagens em movimento em sua foto de perfil e um servidor próprio para os envios. Mas não é dele que quero falar. Preste atenção no WhatsApp, com 58% de internautas; no Youtube, com 17%; e no Instagram, com 12%. Todas envolvem os vídeos, e provavelmente você já pensou em utilizá-las em seus negócios ou para seu marketing pessoal.
Além das que já conhecemos, o Linkedin será a rede social com maior crescimento aos que investem em suas carreiras, negócios e marketing pessoal; e o Periscope, em ascensão por envolver os vídeos ao vivo, é uma ótima forma de integrar o branding das empresas e negócios com seus públicos, fidelizando, interagindo, vivendo a realidade e momentos.
Outra rede superimportante e com visibilidade, principalmente, entre os jovens tem um fantasma amarelo como ícone. O Snapchat veio devagar, mas agora para ficar e crescer cada vez mais. Veja que existem oportunidades, principalmente as que interagem você, sua marca e seu público. Investir em interação é a chave para 2016. É claro que gostamos de qualidade, design, mas é sempre melhor feito do que perfeito. Pense assim e construa sua autoridade, novos negócios, marketing pessoal e posicionamento.

(Fonte: Adriano Tadeu Barbosa é supervisor do curso de Empreendedorismo do Centro Europeu (www.centroeuropeu.com.br), de Curitiba (PR), e fundador da Ponto Pessoal, primeira agência brasileira especializada em Comunicação e Marketing para pessoas).

A gestão da qualidade dos serviços digitais é fundamental para a construção de uma Cidade Inteligente

Helder Ferrão (*)

Anunciada como tendência há poucos anos, não há dúvidas de que as cidades inteligentes já são uma realidade e chegaram para ficar

De acordo com estudo da Frost&Sullivan, o mercado global de smart cities movimentará cerca de US$ 1,565 trilhão em 2020, especialmente na Europa e América do Norte, regiões nas quais estarão 50% das cidades que demandarão por serviços inteligentes em meados de 2025. No Brasil, esse conceito de smart cities vem ganhando força.
Em comum, os administradores públicos em todo mundo encontrarão o desafio de prover serviços básicos a uma população que em 2025 será gigantesca. Cerca de 4,6 bilhões de pessoas estarão vivendo em áreas urbanas, ou seja, cerca de 50% da população mundial compartilhando espaço e serviços públicos básicos.
A resposta para isso é, como sempre, a tecnologia. Um recente estudo da IDC revelou que ela é a chave para a melhoria dos aspectos socioeconômicos de uma cidade, especialmente as que possibilitam conectividade. Afinal, consistem na base para a criação de serviços digitais em beneficio da comunidade e apoiando iniciativas relacionadas às áreas de educação, saúde, turismo, segurança e espaços públicos, além de prover banda larga de alta velocidade.
É claro que construir uma arquitetura de rede e modernizar a infraestrutura de telecomunicações das cidades é primordial e ponto de partida para qualquer projeto. Mas, isso só será realmente efetivo se, além de um desenho de redes apropriado, integradores e provedores de serviços de rede, produtos inteligentes e serviços de gestão fizerem parte do ecossistema da criação de uma smart city. Essas empresas devem integrar suas tecnologias, serviços e plataformas para oferecer uma experiência única, com benefícios diretos e indiretos à população, como melhor atendimento do serviço público, maior segurança para os moradores e turistas, incentivo a novos negócios e fortalecimento da economia local. Entretanto, a gestão da qualidade desses serviços é uma importante questão para que a cidade inteligente esteja pronta para auxiliar completamente a infraestrutura e a operação do município.
Por tratar-se de diversos serviços e tecnologias integradas, é fundamental que exista um gerenciamento da qualidade dessas aplicações digitais, como por exemplo, a mensuração de usabilidade, avaliando o nível de uso dos equipamentos e da gestão proativa de problemas em tempo real, e também da conectividade por meio do monitoramento da qualidade de rede e do sinal Wi-Fi.
Esse tipo de gerenciamento é responsável pelo suporte técnico remoto, gestão e resolução de problemas que acontecem no dia a dia, reduzindo os custos operacionais de manutenção e aumentando o tempo de vida da infraestrutura da cidade.
Além de melhorar o monitoramento e a gestão do município, com base na análise das informações e seu comportamento, a informação gerada por este tipo de tecnologia possibilita que gestores e cidadãos utilizem os recursos públicos de forma mais consciente.
A real inteligência das cidades começa por uma gestão de qualidade, capaz de direcionar corretamente os recursos, aumentando a eficiência dos serviços, a qualidade de vida e a satisfação da população. Uma verdadeira cidade inteligente está totalmente focada na geração de valor para o cidadão.

(*) É Diretor Comercial & de Desenvolvimento de Negócios da ISPM, fornecedor líder na América Latina em software de gerenciamento e monitoração de serviços de Telecomunicações e Tecnologia.

 
 
 
 
 
 
 

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