Inovação aberta ganha tração

O processo de transformação digital que permeia nosso ambiente empresarial torna necessário que as empresas privadas busquem melhorar continuamente seus processos e produtos.

Vivaldo José Breternitz (*) e Jones Henrique Martins (**)

Uma das formas de se fazer isso é criar um ecossistema de inovação aberta, no qual as empresas buscam startups que possam ajudar a melhorar esses processos e produtos, nem que seja apenas trazendo soluções para problemas pontuais.

Uma tentativa bastante interessante de criação de ecossistema desse tipo vem acontecendo na cidade de Jundiaí, onde foi criado um grupo informal chamado Grape Valley – uma brincadeira com as palavras “uva”, pois Jundiaí é conhecida como a Terra da Uva e “valley”, numa alusão ao Vale do Silício. Além disso, o logo do grupo é um cacho de uvas estilizado, trazendo a ideia de que juntos todos tem mais valor

Fazem parte desse grupo empresários, profissionais e professores da região de Jundiaí, interessados no assunto, e que representam empresas já consolidadas, startups e instituições de ensino. Essas pessoas se reúnem ao menos uma vez por mês para discutir temas ligados à inovação aberta e, especialmente, trocar experiências e promover o networking.

O grupo acolhe novos participantes, está presente nas redes sociais e tem um portal em https://linktr.ee/grapevalleyjundiai, no qual interessados podem filiar-se ao grupo e obter informações acerca de suas atividades, que são abertas e sem qualquer custo.

(*) Vivaldo José Breternitz, professor, consultor e diretor do Fórum Brasileiro de Internet das Coisas. (**) Jones Henrique Martins, administrador público e cofundador do Grape Valley.

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