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Comerciantes recorrem ao crédito para manter suas atividades

em Negócios
segunda-feira, 26 de abril de 2021

O Governo do Estado de São Paulo anunciou que, até o dia 30 de abril, passa a vigorar em todo o Estado a Fase de Transição do Plano SP, com a reabertura escalonada de diferentes setores sociais e da economia em todo o território paulista. Shoppings, lojas de rua, restaurantes, lanchonetes, salões de beleza, cabeleireiros, academias, entre outros, foram os segmentos que mais sentiram impacto financeiro com as restrições em combate à COVID-19, que já vêm sendo adotadas desde o ano passado.

Para conseguir sobreviver a esse cenário, micro e pequenos empresários enxergam o crédito como um importante aliado neste momento de retomada das atividades. “O capital de giro é a linha de crédito mais procurada nesse momento. Normalmente, é utilizada para pagar uma dívida mais cara, pagar os empregados, fornecedores, impostos e até mesmo a matéria-prima do seu produto”, afirma Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Accredito, fintech que oferece crédito para MEI, micro e pequenos empresários.

A instituição financeira digital, criada no final de 2020 pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), registrou no mês de março um aumento de 173% no número de contratos de crédito celebrados nessa modalidade, onde se destacam empreendedores do comércio varejista e de serviços. Com a retomada das atividades econômicas, decorrente da flexibilização estabelecida pelo Governo do Estado, a Accredito estima que a procura se manterá em níveis bastante elevados, uma vez que a lacuna entre a oferta e demanda das micro e pequenas empresas ultrapassa a cifra dos R$ 200 bilhões, segundo cálculos da FGV.

Santos vê com otimismo essa retomada e conclui: “Com a reabertura das lojas de rua, dos shopping centers e de todo o comércio em geral, as pessoas voltam a consumir, irrigando toda a cadeia de fornecedores, com impacto muito positivo sobre a retomada da economia. Portanto, na ACCredito, com uma plataforma 100% digital, podemos atender com rapidez e sem burocracia, a demanda de crédito desse público, constituído de MEI, micro e pequenas empresas, nesse cenário tão desafiador”. Fonte: (www.gbr.com.br).