Setor imobiliário positivo emprega quem busca se reinventar

A pandemia causada pelo novo coronavírus trouxe não apenas a maior crise sanitária do século como também um desmonte econômico que tem afetado empresas e trabalhadores. O levantamento mais recente do IBGE registrou a maior taxa de desemprego desde 2012: 14,3 milhões de pessoas estão sem trabalho.

Com o cenário, há a exigência de mudanças e adaptações com relação à profissão, em alguns casos, existe até mesmo quem aproveita o momento para mudar de carreira. “A pergunta que os profissionais desocupados tem que fazer é: como a minha bagagem e competências desenvolvidas podem me ajudar? Em quais locais posso atuar? Quais áreas estão precisando de pessoas como eu? Essa reflexão é essencial para conseguir se realocar nesse momento de crise”, explica Rafael Scodelario, empresário e especialista em mercado imobiliário.

Segundo o empresário, é interessante observar especialmente as áreas de atuação que não possuem curso de formação específica, nas quais o profissional é forjado na prática. “Esse é o caso do corretor de imóveis. Além de uma profissão com remuneração boa, a atuação está a mercê do mercado imobiliário, que vive um momento positivo mesmo com a pandemia devido às facilidades de crédito e baixa da taxa Selic, que impactam diretamente na facilidade de compra de imóveis”, argumenta Rafael.

Segundo o empresário do mercado imobiliário, para se tornar um bom profissional da área é preciso, primeiramente, saber se colocar no lugar do cliente. “É preciso ainda entender questões básicas da economia, investimento, construção civil e mapa geográfico da região onde irá atuar”, comenta. A Escodelar Inteligência Imobiliária, um dos negócios de Rafael Scodelario, atua há mais de dez anos na zona norte de São Paulo com a formação de profissionais corretores de imóveis.

“A empresa onde a pessoa irá construir sua carreira é importante para que ela obtenha sucesso profissional, pois será a base. No caso da Escodelar, invisto em estrutura física, tecnologia, departamento jurídico, suporte administrativo e treinamento abundante para que o profissional esteja o mais assegurado possível para exercer a profissão”, explica.

Scodelario ressalta que o tempo de adaptação e retorno da profissão costuma vir de dois a três meses após o início da atuação quando há esse tipo de suporte, visto que a venda costuma vir acompanhada de boas comissões. “O importante é não se acomodar. Acordar diariamente com vontade de vencer e se dedicar é fundamental na vida de um bom corretor de imóveis. Além disso, é preciso humildade para aprender com quem tem experiência e buscar aplicar todo o conhecimento adquirido já nas primeiras vendas”, aponta. Fonte: MF Press Global.

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