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Multinacional aponta 6 tendências tecnológicas em alta no mercado

em Manchete Principal
domingo, 11 de julho de 2021

A pandemia teve um enorme impacto na cadeia de valor do negócio, revelando tanto pontos fortes quanto fracos – e isso globalmente. Diante das grandes perdas de faturamento de vários setores econômicos gerados a partir do isolamento social e paralisação da economia por conta da Covid-19, a resposta empresarial passou necessariamente por um solução inescapável: a da digitalização.

Diante do atual cenário – o da transformação digital em marcha acelerada e irreversível -, que teve início em março de 2020, a Softtek Brasil enumerou as tendências digitais que também vão marcar este ano de 2021:

  1. A Nova Jornada Digital: a Covid-19 provocou uma mudança global no modo de vida. Com a ascensão da economia Low Touch (isto é, mais automatizada), as interações entre empresas e consumidores passaram por uma completa revolução, dando lugar a uma Jornada do Consumidor totalmente digital. Desse modo, as empresas devem adaptar o seu modelo de negócio e operacional a esta nova realidade, na qual a aceleração digital é o principal – e único – caminho a ser trilhado.
  2. A Revolução dos Consumidores Digitais: a pandemia transformou os padrões de consumo de milhões de pessoas, resultando numa abertura total aos canais digitais. Para responder a esse tipo de demanda, as empresas devem desenvolver uma estratégia para otimizar as suas plataformas digitais de vendas, concentrando-se na automatização operacional e na inovação empresarial. A forma de vender deve ser – e continuará sendo – reinventada.
  3. Tecnologia aplicada às emoções: em um ambiente em que as interações 100% digitais são uma prioridade, a sociedade necessita, mais do que nunca, que as empresas consigam humanizar os touchpoints, ou pontos de contato. Isso quer dizer que os avanços tecnológicos em Inteligência Artificial, Computação Afetiva e reconhecimento dos sentimentos estão prestes de decifrar as nossas emoções, permitindo-nos nesse “novo mundo” antecipar necessidades e personalizar as experiências tanto quanto isso for possível.
  4. Democratização da Inteligência Artificial: um ecossistema tecnológico inteligente é um dos pilares da aceleração digital. Neste sentido, a Inteligência Artificial e as suas diversas aplicações são uma área cada vez mais democratizada, tornando-se um elemento tangível e tático, uma consequência do aumento progressivo do conhecimento sobre o seu funcionamento, aprendizagem, evolução das capacidades e tomada de decisões.
  5. Meu “eu” Digital: a chamada Era Digital, impulsionada por esse novo contexto, implica, no entanto, o seguinte dilema: por que não podemos fazer tudo o que já fazemos fisicamente em formato digital? Em um cenário ideal, ambos os mundos deveriam oferecer o mesmo alcance. Na realidade, o ecossistema digital oferece maior disponibilidade, portabilidade e conveniência. No entanto, esta situação apresenta um desafio: a gestão da privacidade.
  6. Arquitetura Digital das Empresas: o enorme progresso tecnológico promoverá, cada vez mais, o desenvolvimento de arquiteturas empresariais 100% digitais. Essa abordagem permitirá a implementação de um modelo empresarial e operacional com o máximo controle, escalabilidade, elasticidade e redução de custos, sendo aspectos essenciais e relevantes a automatização, o tecido flexível de dados e a implementação de capacidades empresariais modulares.

“Esrtamos vivendo uma fase de aceleração digital contínua na qual a necessidade de inovar e digitalizar todas as interações será fundamental para as empresas. Em um ambiente competitivo, isso requer agilidade, rapidez e audácia para satisfazer as necessidades, expectativas e desafios de um cliente completamente digital, diz Adriano Candido, diretor de Ofertas e Inovação da Softtek Brasil.

“A agilidade na adaptação competitiva num contexto no qual os hábitos de consumo mudam de modo veloz nos obriga a reorganizar toda a cadeia de valor para nos adaptarmos eficazmente ao novo canal digital e às novas demandas da sociedade”, sublinha. Para ele, será de vital importância incorporar o poder de análise de dados, análise preditiva, computação afetiva, reconhecimento emocional e todas as capacidades oferecidas pela Inteligência Artificial na simulação do comportamento humano.

“Num futuro próximo, os clientes não só necessitarão de mais tecnologia em produtos e serviços, como também exigirão tecnologia mais humana, social e personalizada, que possa gerar interações únicas e emocionalmente carregadas. Sendo assim, a tecnologia deve atuar como uma aliada na humanização das interações digitais”, conclui Adriano. Fonte: (https://www.softtek.com/pt/).