Pequenos negócios vendem 300% a mais na pandemia com loja online

O comércio eletrônico já sentia um crescimento impressionante em tempos normais – cerca de 10 mil novas lojas online apareciam por mês. Mas durante a pandemia o Brasil registrou um aumento médio de 400% no número de estabelecimentos pela internet, segundo a ABComm. Logo nos primeiros decretos de isolamento social, o número saltou para 50 mil novas lojas por mês.

Essa explosão aparece no faturamento dos pequenos negócios. De acordo com levantamento da startup vhsys, que fornece sistema de gestão empresarial online para mais de 10 mil pequenas empresas brasileiras, só nos últimos 30 dias os clientes venderam online 300% a mais do que no mês passado. A empresa, que também fornece uma loja online para que as empresas possam vender seus produtos, liberou essa vitrine gratuitamente para novos clientes, por 90 dias, para ajudar os pequenos negócios a se reerguerem.

O resultado foi um crescimento de 75% no valor de movimentação em vendas entre fevereiro e julho por meio da plataforma. Na comparação com julho deste ano e o mesmo período do ano passado, o crescimento é ainda maior, 165%. Em relação à forma de pagamento, 58% foi por meio de pagamento eletrônico e 19,6% estão utilizando emissão de boletos.

Hoje a vhsys oferece uma plataforma de venda online de fácil acesso. O empreendedor pode registrar sua marca e os produtos, definir a forma de pagamento e entrega, e ainda pode realizar a gestão das vendas dentro da plataforma, gerando relatórios, emitindo notas fiscais, entre outros procedimentos burocráticos. Para o CEO da vhsys, Reginaldo Stocco, a pandemia mostrou para os pequenos negócios que o e-commerce não era mais uma opção, mas a salvação.

“Medidas de isolamento e distanciamento social mudaram as dinâmicas de consumo no país e fizeram tanto consumidor quanto empreendedor perderem o medo do digital. Alguns negócios não apenas se salvaram de uma falência iminente, como descobriram que poderiam vender ainda mais do que presencialmente. Na minha avaliação, o modelo digital dá resultado e veio para ficar, mas claro que o fato de as pessoas estarem mais em casa, mais conectadas às redes sociais e sites, ajuda a potencializar as vendas”, disse.

De acordo com dados do Facebook, a digitalização do consumo foi acelerada pela pandemia, com 46% dos consumidores substituindo a compra física pela on-line até para itens vendidos em locais que continuam funcionando, como supermercados. Os números da rede social também apontaram que 68% dos entrevistados disseram dar preferência às empresas pequenas ou da vizinhança para as compras, e 59% dão preferência para empresas que tiveram uma atuação social durante a crise, enquanto 55% vão ficar mais atentos à atuação social das marcas.

Fonte e mais informações: (https://vhsys.com.br).

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