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Economia 13/09/2016

em Economia
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
A taxa média do cheque especial dos bancos pesquisados foi de 13,56% ao mês.

Juros do cheque especial e do empréstimo voltam a subir

A taxa média do cheque especial dos bancos pesquisados foi de 13,56% ao mês.

Os bancos voltaram a elevar as taxas de juros do cheque especial e do empréstimo pessoal em setembro

Pesquisa do Procon de São Paulo divulgada ontem (12) aponta que, das sete instituições financeiras que fazem parte do levantamento (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú, Safra, Santander), duas aumentaram a taxa de cheque especial e uma do empréstimo pessoal.
A taxa média do cheque especial dos bancos pesquisados foi de 13,56% ao mês, superior a de agosto, que foi de 13,52%, alta de 0,04 ponto percentual. A maior elevação foi verificada no Banco do Brasil, que alterou a taxa de 12,83% para 13,04% ao mês, uma variação positiva de 1,64% em relação à taxa de agosto de 2016. A outra alta foi apresentada pela Caixa, alteração de 12,93% para 13,05%, variação positiva de 0,93%. A menor taxa para o cheque especial praticada no mercado, dentre os sete bancos pesquisados, é a do banco Safra (12,6% ao mês); a maior é do Santander (15,19%).
A taxa média dos bancos para o empréstimo pessoal foi 6,80% ao mês, 0,24 ponto percentual superior à do mês de agosto (6,56%). A única modificação nesta modalidade de crédito foi promovida pelo Banco HSBC, que alterou a taxa de 7,30% para 8,99% ao mês, uma variação positiva de 23,15%. A menor taxa do empréstimo pessoal praticada em setembro é da Caixa Econômica Federa (5,5% ao mês); já a maior é do HSBC (8,99% ao mês) (ABr).

Custo de vida sobe 0,36% em São Paulo

Em agosto, o custo de vida na cidade de São Paulo ficou um pouco mais alto e cresceu 0,36% em relação ao mês anterior.
Segundo o Índice do Custo de Vida (ICV), que foi divulgado ontem (12) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), as maiores altas no mês de agosto foram registradas nos grupos alimentação (0,78%), habitação (0,52%) e transporte (0,39%). Houve alta também nos grupos educação e leitura (0,06%), saúde (0,03%) e recreação (0,36%).
Nos grupos equipamento doméstico (-1,22%), vestuário (-0,96%), despesas pessoais (-0,75%) e despesas diversas (-0,28%), os preços caíram. De janeiro a agosto deste ano, o índice acumula alta de 5,31% (ABr).

Instituições projetam inflação de 7,36%

Instituições financeiras projetam inflação de 7,36% este ano, medida pelo IPCA, subiu 7,34% para 7,36%. Para 2017, a estimativa foi mantida em 5,12%. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras. As estimativas estão acima do centro da meta de inflação, de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5% este ano e 6% em 2017.
A expectativa das instituições financeiras para a Selic permanece em 13,75% ao ano, ao final de 2016, e segue em 11% ao ano, no fim de 2017.
A estimativa de instituições financeiras para a queda do PIB foi alterada de 3,20% para 3,18%. Para 2017, a estimativa de crescimento permanece em 1,3% (ABr).