Marketplace In X Marketplace Out: a melhor estratégia para cada negócio

A transformação digital dos negócios e os novos hábitos de consumo seguem em alta e isso pode ser percebido pelos resultados do varejo online. O e-commerce brasileiro registrou um faturamento recorde em 2021, segundo a Neotrust – 26,9% acima do obtido no ano anterior.

O número de pedidos online aumentou 16,9% e uma pesquisa da ConQuist Consultoria revela que 71% dos brasileiros passaram a preferir comprar pela internet após a pandemia. A expectativa é que o segmento fature mais de R$ 170 bilhões em 2022.

“Esses números comprovam que as principais tendências de mercado e comportamento do consumidor estarão conectadas às lojas virtuais e marketplaces, mesmo com a atuação normal das lojas físicas. Nesse cenário, o Marketplace In e o Marketplace Out representam estratégias importantes, aumentando a receita de sellers e de quem gerencia as plataformas.

Esse modelo de negócio mais colaborativo está em crescimento e é uma característica forte da transformação digital”, pontua Thiago Coelho, Head da OmniK, empresa que atua na transformação de e-commerces em marketplaces e faz parte do Grupo FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa a transformação dos negócios.

As diferenças e vantagens de cada modelo – Entender as diferenças e vantagens das duas estratégias é fundamental para tomar decisões mais assertivas. No Marketplace In, o foco é ampliar a diversidade da oferta. Isso se aplica, por exemplo, quando uma loja virtual identifica uma base de clientes consolidada que poderiam estar comprando mais se ofertasse uma diversidade maior de produtos.

“Ao identificar esse público, o empreendedor abre seu próprio marketplace e faz a captação de sellers para que eles vendam em sua plataforma, o que dispensa grandes investimentos em estoque. Uma das grandes vantagens é o conhecimento prévio que se tem do público. Fica mais fácil construir um portfólio que interesse aos consumidores, acelerar as vendas e aumentar a frequência de compra na loja.

Além disso, é uma estratégia que favorece a conquista de novos clientes, impactando também a escalabilidade do negócio e o faturamento”, explica Coelho.
Já no Marketplace Out, o propósito principal é ampliar os canais de venda. Dessa forma, em vez de abrir seu próprio marketplace, as marcas buscam plataformas já estruturadas, onde possam ofertar os seus produtos.

“A expectativa aqui é buscar players que já possuam grande audiência e relevância e usá-los para otimizar as vendas. Mapeiam-se plataformas que estejam abertas a receber novos sellers e paga-se uma comissão por venda realizada. Além de aproveitar uma base de clientes já estabelecida, aproveita-se o forte investimento em mídia que essas plataformas mais consolidadas fazem”, comenta o Head da Omnik.

Como escolher a melhor estratégia – O executivo destaca que é preciso conhecer o momento em que o negócio se encontra para identificar a melhor estratégia em cada caso.

“As empresas precisam entender o momento do negócio e suas necessidades, questionando sua relevância em volume de visitas e alcance, sua posição em relação aos concorrentes, se de fato sabe o que o cliente consome e qual é o seu perfil, entre outros fatores que ajudam a tomada de decisão. Além disso, devem ter em mente que não existe uma estratégia ideal.

O que existem são objetivos diferentes dentro de um modelo de negócio colaborativo e omnichannel e que é possível, inclusive, adotar o mutualismo com garantia de ganho, ou seja, conciliar Marketplace In e Marketplace Out e explorar as vantagens de ambos”. Coelho acrescenta ainda que buscar apoio especializado ajuda tanto na identificação das melhores soluções, quanto na implementação das estratégias escolhidas.

“Os resultados sempre vão depender de decisões assertivas e de ações bem planejadas. Como especialistas em soluções para e-commerce e marketplaces, uma certeza que podemos dar é que o varejo digital segue cada vez mais forte e que é preciso aproveitar as tendências.

Todos os mercados podem se beneficiar dos marketplaces, pois as soluções existentes podem ser adaptadas e customizadas para cada tipo de negócio”, finaliza. – Fontes e mais informações: (https://omnik.com.br/) e (www.fcamara.com.br).

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