FMI: ventos frios sopram no Brasil

Apesar da lendária reputação de lugar ensolarado e quente, ventos muito frios andam soprando no Brasil, afirmou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, ao falar da economia brasileira.

“A situação da economia é muito preocupante, em termos de desemprego, inflação e claramente em termo de crescimento potencial. Esperamos que qualquer que seja o caminho, não entrando no debate interno sobre a situação política, a incerteza seja removida e a política macroeconômica brasileira seja estabelecida em terreno estável”, disse.
A dirigente do FMI disse esperar que não haja probabilidade de variações de objetivos fiscais e se crie um ambiente mais amigável aos negócios e que induza ao crescimento econômico. Lagarde começou falando do clima ensolarado em Washington, fazendo uma alusão com a situação econômica do planeta. “Há alguns raios de sol na economia mundial, há sinais de a confiança estar melhorando e um número de países está crescendo a taxas razoavelmente robustas”, afirmou a diretora-gerente do FMI.
“Mas há alguns cantos do mundo que estão frios, em parte porque a recuperação permanece muito lenta e muito frágil”, disse Lagarde. Ao falar do Brasil, ela voltou a fazer a alusão ao clima e destacou a contração espera queda de 3,8% para o PIB do país em 2016. “Há ventos muito, muito frios soprando no Brasil” (AE).

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