No dia 25 de setembro, o Brasil celebra o Dia Nacional da Sustentabilidade, uma data que convida consumidores e empresas a refletirem sobre o impacto de suas escolhas para o futuro do planeta. Para marcar a ocasião, a sommelière Stephani Mercado, da Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas, destaca iniciativas que mostram como o setor vitivinícola pode ser um aliado de práticas responsáveis. O maior exemplo vem de dentro de casa: a Entre Dois Mundos, projeto do Grupo Wine criado em parceria com a Miolo e distribuído com exclusividade pela Cantu Grupo Wine.
Sustentabilidade e inovação do sertão à Campanha Gaúcha
Com linhas que unem tradição, inovação e diversidade de terroirs, a Entre Dois Mundos traduz no nome a filosofia que orienta sua produção: a união entre culturas e práticas, do Brasil para o mundo.
De um lado, está a linha Maraví, composta por três espumantes festivos — Brut, Brut Rosé e Moscatel — produzidos na Vinícola Terranova, da Miolo, no Vale do São Francisco, na Bahia. Com energia vibrante e identidade tropical, os rótulos expressam a força do sertão e foram criados para celebrar: “Maraví é um espumante nascido no sertão com alma de festa”.
Na outra ponta, a linha Kaipú reúne quatro vinhos — branco (Chardonnay), rosé, Cabernet Sauvignon e Tannat — produzidos na Vinícola Almadén, em Santana do Livramento (RS), região da Campanha Gaúcha. Todos passam por barrica, um diferencial no mercado brasileiro de vinhos de excelente custo-benefício, entregando complexidade e sofisticação.
A sustentabilidade é um pilar desde a primeira safra. A vinícola adota viticultura de precisão, com mapeamento e estratificação dos solos, análises periódicas e uso de adubação orgânica derivada dos resíduos da vinificação. Também recorre a fosfatos naturais em novos vinhedos, cultiva leguminosas e plantas de cobertura para reciclagem de nutrientes e preserva a vegetação nativa entre as fileiras, reduzindo erosão e fixando nitrogênio naturalmente.
Mais de 30% da área é mantida como Área de Preservação Permanente (APP), onde já foram catalogadas mais de 30 espécies de animais nativos do Pampa. O cuidado se estende à conservação do patrimônio cultural — como a Paleo Toca do Tigre — e à proteção da água, com a construção de um poço artesiano para monitorar o Aquífero Guarani (https://www.cantugrupowine.com.br/).



