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Quem entende de varejo, entende que IA é estratégia, não moda

em Tecnologia
quarta-feira, 27 de agosto de 2025

O varejo, mais do que nunca, é sobre pessoas. Por trás de cada venda tem um consumidor cada vez mais ligado, exigente e em busca de experiências mais simples, personalizadas e inesquecíveis. E é aí que a inteligência artificial entra com tudo.
 
Antes, tecnologia era sinônimo de automação. Hoje, a IA virou peça estratégica. Ela entende o comportamento do cliente, antecipa o que ele quer e ajuda o lojista a tomar decisões mais rápidas e certeiras.
 
E tem um conceito aqui que faz todo sentido: olhar de dono, que valoriza quem tá ali na linha de frente, que abre a loja cedo, cuida da galera, do estoque, do caixa… e que muitas vezes não tem tempo de pensar no estratégico. A IA vem pra isso: automatizar o que é operacional e liberar o empreendedor para fazer o que só ele pode, pensar grande, agir como dono.

A personalização já deixou de ser tendência. Virou obrigação. Com IA, dá pra cruzar histórico, preferências e comportamento e recomendar o produto certo, no canal certo, na hora certa. Resultado? Mais conversão e uma experiência de compra muito mais fluida.
 
Na loja física, a IA também tá jogando junto. Imagina o vendedor com informação na mão para sugerir tamanho, cor, modelo ou promoção, com base no histórico do cliente. Isso é relacionamento de verdade, é venda com propósito.
 
No atendimento, a coisa também evoluiu. Chatbots que funcionam de verdade, respostas rápidas, menos retrabalho. O consumidor é bem atendido e o varejista economiza tempo e dinheiro.
 
Estoque? Esquece chute. Agora tem algoritmo analisando tudo: venda, sazonalidade, comportamento. Evita desperdício, evita faltar produto. Margem no final do mês agradece.
E o principal: a IA ajuda o lojista a olhar pro futuro. Identificar padrão, prever comportamento, mudar rota se precisar. Isso é competitividade. É inteligência a favor do negócio.
 
Aqui no Brasil, onde o varejo tem suas particularidades e desafios, usar tecnologia com inteligência faz toda a diferença – tira o peso da burocracia e coloca o lojista no controle do que importa.
 
Porque no final das contas, o cliente não quer só comprar. Ele quer se conectar. E para isso acontecer, o lojista precisa de tempo e visão.
 
A IA tá aí pra dar essa força. Quem usar tecnologia com olhar de dono, vai sair na frente e ficar na frente.
 
(Fonte: Caito Maia é um empresário brasileiro, fundador da Chilli Beans, maior marca de óculos e acessórios da América Latina).

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