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Deixar Previdência para 2019 'não é fim do mundo'

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que se o governo Michel Temer não conseguir aprovar a reforma da Previdência este ano, não haverá nenhum impacto negativo para o mercado financeiro.

Deixar temproario

Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Foto: psdb.org/divulgação

“Se aprovar algo infralegal esse ano, ótimo, é uma sinalização. Mas se não aprovar não é o fim do mundo. O que o mercado espera é a aprovação da reforma da Previdência no próximo ano. É necessária e o governo novo tem tempo de aprovar”.

O economista passou o dia no CCBB com a equipe de transição do governo eleito de Jair Bolsonaro. Mansueto tratou do ajuste fiscal com a equipe de transição e apresentou números do governo Temer. “Devemos terminar o ano com déficit primário bem melhor que a meta, em torno de R$ 120 bilhões. Fui mostrar a dinâmica da despesa”.

Ao deixar o local, Mansueto teceu elogios à equipe. “Acho que o governo novo está muito comprometido em aprovar a reforma da Previdência. Tenho muitos amigos aí, funcionários públicos muito competentes, uma equipe muito comprometida com o ajuste fiscal, que quer fazer avaliação de gasto público, que quer fazer o ajuste fiscal cortando a despesa”, disse o secretário do Tesouro.

Produção industrial cresce em oito dos 15 locais pesquisados

Producao temproario

As principais altas foram observadas nos estados do Ceará (3,7%) e Pará (3,5%). Foto: Money Times

Agência Brasil

Apesar da queda nacional de 1,8%, a produção industrial avançou, de agosto para setembro, em oito dos sete locais pesquisados pelo IBGE. As principais altas foram observadas nos estados do Ceará (3,7%) e Pará (3,5%). Também tiveram alta os estados de Pernambuco (1,7%), Goiás (1,4%), Rio Grande do Sul (1,3%), Rio de Janeiro (1,0%), Espírito Santo (0,9%) e Mato Grosso (0,9%).

Por outro lado, sete locais puxaram a queda da produção nacional, em especial os estados do Amazonas (-5,2%) e São Paulo (-3,9%). Outros estados com queda foram Bahia (-3,3%), Paraná (-3,1%), Minas Gerais (-1,9%) e Santa Catarina (-1,8%). A Região Nordeste que tem sua produção também calculada pelo IBGE recuou 1,9%.

Na comparação com setembro de 2017, sete locais tiveram alta, sete tiveram queda e um apresentou estabilidade (Paraná). Os maiores crescimentos na produção foram observados em Pernambuco (15,9%), Pará (14,1%) e Rio Grande do Sul (12,4%). Já a principal queda ficou com o Amazonas (-14,8%). No acumulado do ano, houve altas em 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para os estados do Pará (9,8%), Amazonas (7,8%) e Pernambuco (7,1%). Os três locais em queda foram Goiás (-3,6%), Espírito Santo (-2,7%) e Minas Gerais (-1,6%).

Por fim, no acumulado de 12 meses, 11 dos 15 locais pesquisados registraram taxas positivas, com destaque para o Pará (10,2%) e Amazonas (8,1%). Três tiveram queda: Espírito Santo (-2,5%), Minas Gerais (-1%) e Goiás (-0,2%). A Bahia manteve estabilidade na produção.

Inflação do aluguel tem queda de 0,11%

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou queda de preços (deflação) de 0,11% na primeira prévia de novembro. A taxa é inferior à apurada na primeira prévia de outubro, quando o IGP-M registrou inflação de 1,06%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), apesar da deflação da prévia de novembro, o IGP-M acumula alta de 9,13% no ano e de 10,1% em 12 meses.

A queda da taxa de outubro para novembro foi puxada principalmente pelos preços no atacado, já que o Índice de Preços ao Produtor Amplo passou de uma inflação de 1,4% na prévia de outubro para deflação de 0,31% na prévia de novembro. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, caiu de 0,44% em outubro para 0,3% em novembro. Já a inflação Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,31% para 0,29% no período.

Tarifas postais são reajustadas em 5,99%

Agência Brasil

As tarifas postais foram reajustadas em 5,99%. O aumento vale desde sexta-feira (9), quando a medida foi publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), ao qual os Correios estão vinculados.

Com isso, os valores de diversos serviços serão alterados. A carta comercial sairá de R$ 1,85 para R$ 1,95. Pela carta não comercial passará a ser cobrado R$ 1,30, contra R$ 1,25 antes do reajuste. O telegrama escrito pela internet passará de R$ 7,69 para R$ 8,15 por página.

Segundo os Correios, o reajuste corresponde à inflação acumulada do período de fevereiro de 2017 a setembro de 2018, usando como referência o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). A majoração das tarifas vale apenas para os produtos vinculados à atuação da estatal como monopolista, não abrangendo encomendas e marketing, onde há concorrência com outras empresas.

Inflação chinesa mantém crescimento em 2,5%

O índice de preços ao consumidor (IPC) da China, principal indicador da inflação, aumentou 2,5% em outubro a respeito do mesmo mês do ano passado, replicando o avanço registrado em setembro, informou nesta sexta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE). No entanto, o estatístico do ONE, Sheng Guoqing, afirmou que se registrou uma "ligeira diminuição" na taxa de crescimento da inflação em relação a setembro, que foi de 0,2% frente ao 0,7% do mês passado, algo que atribuiu principalmente à queda dos preços de alimentos.

Em termos anualizados, no entanto, o principal impulsor do avanço foi precisamente o preço dos alimentos, que subiu 3,3% em relação a outubro de 2017. Por sua parte, os produtos não alimentícios experimentaram uma valorização de 2,4%, com protagonismo destacado dos preços da gasolina (22,5%) e do diesel (25%), com avanços muito superiores aos dos serviços de educação (3,2%), de saúde (2,6%), e de habitação (2,5%).

O ONE divulgou também que o índice de preços à produção (IPP), que mede a inflação atacadista, subiu 3,3% anualizado em outubro, um dado menor que o crescimento de 3,6% que este indicador tinha registrado em setembro. A meta de inflação do governo chinês para 2018 é de 3%, número que reafirmou em abril apesar de no ano passado não ter conseguido cumprir com expectativas similares, já que o avanço registrado no IPC foi finalmente de 1,6% (Ag.EFE).

 

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