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Contrate colaboradores com valores semelhantes aos seus

Tenho visto a preocupação das empresas brasileiras de todos os portes e segmentos com a atração e retenção de profissionais

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Jussara Dutra (*)

O apagão de mão de obra especializada no país tem provocado uma disputa muito grande. O desafio das áreas de gestão de pessoas, hoje, está em despertar nos profissionais a vontade de trabalhar nas organizações e, como a oferta de trabalho aumentou, intensificou-se a dificuldade de engajá-los e torna-los, acima de tudo, fãs das marcas para as quais colaboram.

A falha das empresas está em não compreender que a sua reputação é diretamente ligada à escolha do profissional com a sua causa. A imagem que as empresas passam para o mercado é muito importante porque ela influencia o pensar, o agir e o sentir dos profissionais que nela atuam.

Na nossa carreira, assim como na nossa vida pessoal, sempre escolhemos nos conectar com aqueles que fazem parte do que acreditamos; que estão alinhados com os nossos valores. Todos, independente da geração que fazemos parte, compartilhamos com família, amigos e comunidade o trabalho que realizamos. Então, não basta sabermos que os valores da nossa empresa condizem com os nossos; é preciso que ela mostre isso, para que nós, diante das pessoas com as quais nos relacionamos, possamos nos orgulhar.

Também é importante ressaltar que a reputação corporativa é criada de dentro para fora; e impacta os profissionais que estão à volta dessa organização, que olham e pensam: “Eu gostaria de fazer parte disso; de construir algo muito bom para minha carreira e também gostaria que essa empresa crescesse junto comigo”.

Sabe aquela época em que tínhamos missão, visão e valores impressos na parede e que todos tinham de decorar? Há muito tempo isto não é mais suficiente. Hoje, mais do que nunca, é preciso que missão, visão e valores sejam percebidos nas relações e nas ações do dia a dia de tal forma que o mercado também perceba. Há algum tempo saímos da era de muito falar e pouco fazer. Agora todos querem ser protagonistas e fazer parte – então, quanto mais verdadeira e enraizada estiver nossa imagem, mais positiva ela será e mais engajados serão nossos colaboradores.

(*) É gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional na Senior, referência nacional em softwares para gestão.


Just Dance: Disney Party 2

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A Ubisoft acaba de anunciar, em parceria com a Disney Interactive, o desenvolvimento de Just Dance: Disney Party 2, o segundo jogo da série Just Dance baseado em sucessos da Disney. A novidade vem poucos dias depois dos fãs da Disney conhecerem o jogo na D23 EXPO 2015. O jogo contará com faixas dos mais conhecidos shows e filmes do Disney Channel, incluindo “Evil Like Me” e “Rotten to the Core”, do filme “Descendants”. Just Dance: Disney Party 2 chega às lojas do Brasil no dia 20 de outubro em versões para Xbox One, Xbox 360, Wii e Wii U.
“Ficamos emocionados com a recepção do público ao primeiro jogo Just Dance Disney”, disse Tony Key, vice-presidente sênior de vendas e marketing da Ubisoft. “Quando surgiu a oportunidade de trabalhar novamente com a Disney em Just Dance: Disney Party 2 não tivemos dúvidas de que queríamos dar às famílias mais uma chance de dançar suas trilhas preferidas.”
Just Dance: Disney Party 2 vem com mais de 20 músicas das principais atrações do Disney Channel e é ideal para quem quer reunir a família e se divertir dançando os sucessos de filmes como “Descendants”, Teen Beach Movie” e “Teen Beach 2”, e de programas como “Girl Meets World”, “K.C. Undercover” e “Liv and Maddie”.

Cinco motivos para abrir seu negócio em tempos de crise

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Segundo alguns indicadores do mercado, a economia não está em sua melhor fase e o cenário é de incertezas. No entanto, nem todos os números são ruins para os novos empresários. De acordo com dados do Serasa Experian, 800 mil empresas foram abertas no país entre janeiro e maio deste ano. O número é 69% maior ao verificado em 2010, ano de maior crescimento econômico do país desde o início da crise, quando foram criadas aproximadamente 575 mil empresas no mesmo período.
Além disso, de julho de 2011 a julho de 2015, houve um salto de 10,5% no número de profissionais que trabalham por conta própria, de acordo com dados da Pesquisa Mensal do Emprego divulgado nesta quinta-feira (20) pelo IBGE. Atualmente, o país tem 4,3 milhões de trabalhadores autônomos, que representam 19,3% da população ocupada. No comparativo com o mesmo mês do ano passado, o número de profissionais autônomos aumentou em 1,3%.
De olho nesse quadro, o empreendedor Vitor Torres, fundador da Contabilizei, plataforma de contabilidade especializada em empresas prestadoras de serviço, listou cinco motivos para você abrir seu próprio negócio durante a crise. Confira!
1. Segurança social: Abrir um negócio próprio requer disposição para o risco, mas isso não significa que o empresário estará desprotegido. De início, cabe entender qual modalidade de empresa se adequa melhor a sua necessidade. Além do Microempreendedor Individual (MEI), para empresas com rendimentos de até R$ 60 mil por ano, há ainda a EIRELI e a LTDA. Seu consultor contábil é o profissional ideal para orientá-lo na melhor decisão. Também é preciso pensar na aposentadoria e na contribuição mínima de INSS.
2. Condições de crescimento: Após a tempestade vem a bonança, diz o dito popular. Se após todo movimento de crise se segue um ciclo de crescimento vertiginoso, essa é a hora de armar o negócio para quando a maré vir a seu favor. É durante o período de crise que o empreendedor tem que levantar as bases do seu negócio, para ter as condições de usufruir do crescimento quando ele vier.
3. Mercados aquecidos: Durante a crise, alguns mercados continuam bem aquecidos, como é o caso do setor de serviços. Hoje, o setor é responsável por 75% dos empregos formais no país e representa mais de 60% do PIB nacional, de acordo com o Serasa Experian. Portanto, é estratégico oferecer serviços que acompanham as atuais necessidades do mercado, especialmente com vista a atender as grandes empresas que procuram alternativas viáveis para reduzirem seus custos.
4. Corte de vagas: Os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, apontam para 8,15 milhões de desempregados no trimestre que se encerrou em maio. Pior: a taxa de desemprego do período subiu para 8,1%. Uma leitura destes dados é que arriscado seria deixar de empreender para manter uma posição dentro de uma empresa.
5. Fim da burocracia: Nunca foi tão fácil abrir um empreendimento próprio. Em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff assinou o decreto de lançamento do programa “Bem Mais Simples”, um pacote de medidas que visa aliviar parte da burocracia na abertura de micro e pequenas empresas. Além disso, recentemente a Receita Federal anunciou a criação de um sistema para facilitar a abertura, regularização e até fechamento das empresas. Serviços de contabilidade online também podem ser uma alternativa para agilizar todo o processamento e fluxo contábil para novos negócios.

Consumo digital decola paralelo à retração econômica

Jhonata Emerick (*)

Se há um setor que, definitivamente, não entrou na lista da crise, este atende pelo nome de e-commerce, que deve fechar 2015 com um surpreendente faturamento de R$ 43 bilhões, segundo o e-Bit

A necessidade aliada ao vício de teclar e ficar antenado a tudo o tempo todo, está fazendo o brasileiro descobrir um novo meio de consumir, por meio dos aplicativos, sobretudo de produtos e serviços. Se depender dos números, as empresas podem se preparar para atender esse público potencial de consumo digital: no ano passado foram vendidos no Brasil mais de 50 milhões de smartphones e hoje mais da metade da população está conectada à internet.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, a cada segundo a empresa registra 1,8 novo pedido para acionar linha de internet. São 180 milhões de conexões ativas, número que não representa o total absoluto de conectados, já que muitas pessoas têm múltiplos acessos à rede mundial de computadores, seja em casa, no trabalho, pelo celular ou pelo tablet. Se continuarmos nesse ritmo, o Brasil deverá ultrapassar este ano o Japão e se tornar o 4º país com o maior número de acessos à rede. Serão 107,7 milhões de usuários, conforme projeções da consultoria eMarketer, número que deve chegar a 126 milhões em 2018.
Esse boom da internet é que fez o Brasil decolar na indústria de aplicativos, que atualmente movimenta US$ 25 bilhões anuais, com expectativa de alcançar US$ 70 bilhões em 2017, de acordo com projeção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As duas principais app stores, Google Play e App Store, acumulam quase três milhões de softwares, onde destacam-se aplicativos de games, entretenimento, educação, lifestyle e negócios, impactando diretamente no O2O (Online to Offline). Embora o termo à primeira vista não pareça popular, ele é parte de uma operação multicanal, que se adapta às demandas de conveniência do cliente e proporciona economia de custos para as empresas, associada aos consumidores.
Um bom exemplo de O2O, que vem despertando o gosto do brasileiro, é o serviço de delivery online, seja pela comodidade de realizar pedidos de casa, evitando filas e o trânsito, a dificuldade de encontrar uma vaga de estacionamento e até mesmo a questão da insegurança, colocando o consumo digital cada vez mais em evidência.
No entanto, ainda é muito comum associar delivery à alimentação. Não é para menos, afinal, segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), estima-se que o setor movimente em torno de R$ 9 bilhões este ano. Embora ainda menos explorado, esse mercado é diversificado e permite realizar entregas de diferentes perfis, desde farmácias, pet shops, decoração, papelaria, artigos esportivos, lavanderia, até materiais de construção e autopeças, só para citar algumas das muitas possibilidades, que pode aproveitar a malha de 1,2 milhão de motoboys do País.
Diante deste setor ainda pouco explorado, os serviços delivery podem também ser uma boa oportunidade de negócios O2O. No Rio de Janeiro, por exemplo, é possível aproveitar a demanda dos turistas e a boa mobilidade para prestar serviços mais eficientes. Já em São Paulo, as entregas podem ser associadas à logística, prezando pelas rotas e pelo tempo de distribuição. Lembrando sempre que cumprir o prazo estabelecido entre cliente e empresa é fator decisivo para fidelizá-lo. Além disso, oferecer entrega em domicílio em horário alternativo, não comercial, é vantajoso para as empresas ampliarem a cartela de clientes, atendendo a demanda de quem deixa para resolver pendências pessoais no fim do expediente ou de madrugada.
O fato é que conforto e acessibilidade são as palavras da vida moderna. Novas plataformas surgem no mercado, inclusive com a proposta de se transforarem em um concierge pessoal de deliveries, mostrando que o consumo digital está se diversificando, se inovando e se reinventando para que nosso dia a dia seja cada vez mais prático e tenhamos mais tempo para se preocupar com o que realmente importa: ser feliz.

(*) É CEO e fundador da 99Motos, empresa que oferece serviço online e aplicativo de contratação de mensageiros para entrega expressa, sob demanda.

 

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