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Como proteger suas contas de mídias sociais

Há cerca de 10 anos muitos de nós começávamos a ouvir falar sobre mídias sociais pela primeira vez. Agora, a mídia social tem um papel gigante em nossas vidas, nos permite compartilhar fotos e mensagens com familiares e amigos, e obter notícias atualizadas diariamente. Por meio das mídias sociais podemos nos expressar tanto para o nosso círculo íntimo quanto para o mundo. Então, quão devastador seria se alguém conseguisse invadir uma de nossas contas de redes sociais?

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Thiago Hyppolito (*)

Em posse de uma conta, os hackers poderiam causar alguns estragos como o envio de links comprometidos para todos os seus seguidores no Twitter e facebook. Ou pior, usar as informações pessoais a fim de roubar a identidade do usuário, o que poderia levar anos para consertar. Infelizmente, invadir uma conta de mídia social pode ser bem fácil, seja apenas com um clique em um e-mail de phishing ou fazendo uso de uma senha fraca, fácil de adivinhar.

Existem algumas ações simples que podem ajudar a deixar as contas mais seguras. Veja algumas dicas a seguir:

Apague os aplicativos não utilizados. Faça um inventário de suas contas de mídia social para ver se existem aplicativos de terceiros que tenham acesso a seus dados pessoais. Exclua todos os aplicativos que você não usa ou não precisa. Os aplicativos são capazes de acessar os dados do perfil e podem servir como porta de entrada para hackers.

Tenha cuidado com quem você se relaciona online. Apenas aceite pedidos de amizade de pessoas que você conhece na vida real. Muitas vezes hackers enviam solicitações de amizade a desconhecidos para que eles possam obter as informações pessoais que são compartilhadas na rede a fim de tirar vantagem em golpes futuros.

Cuidado com o que você compartilha. Verifique suas configurações de privacidade para controlar quem vê as suas mensagens. Além disso, é importante ter cuidado com o que é compartilhado, pense que tudo o que você posta estará disponível na internet para sempre. Por exemplo, publicar que estará ausente nas férias poderia informar um ladrão que você não está em casa e indicar-lhe que é um bom momento para roubá-lo. Se realmente você optar por fazer publicações sobre sua vida pessoal ou detalhes íntimos, crie um grupo reduzido dentro dos seus amigos, incluindo nele apenas pessoas mais próximas, e faça a publicação disponível apenas a esse grupo.

Use senhas fortes. As senhas consideradas mais fortes contêm pelo menos oito caracteres em uma combinação de letras, símbolos e números, maiúsculas e minúsculas, e são exclusivas para cada conta. Se você tem dificuldade para lembrar e manter o controle de todos os seus nomes de usuário e senhas, uma opção segura é usar um gerenciador de senhas.

Use ferramentas de multiautenticação. Se um hacker conseguir obter a sua senha e nome de usuário, ele consegue facilmente roubar a sua conta. Mas ao ativar a autenticação de identidade por mais de um fator como impressão digital, reconhecimento facial ou de voz, ou mesmo a utilização de um token, ninguém além do dono terá acesso a conta.

Use um software de segurança. Mantenha um software de segurança instalado e atualizado em todos os seus dispositivos como o McAfee LiveSafe ™.

(*) É engenheiro de produtos da McAfee do Brasil, integrante da Intel Security.

Clientes das prestadoras de telefonia móvel podem pedir o bloqueio do aparelho celular roubado

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As prestadoras de telefonia móvel mantêm, desde 2000, um cadastro de aparelhos celulares bloqueados por roubo, furto ou extravio. Esse banco de dados, chamado de Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), permite que os proprietários de telefones celulares possam bloquear, além da linha, também o aparelho.
Os procedimentos, colocados à disposição dos clientes pelas prestadoras, são muitos simples. O primeiro deles, e o mais importante, é saber o número de série do aparelho, chamado de IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel). É como se fosse o chassi do carro, que identifica o celular quando ele está usando a rede de telefonia móvel.
Para descobrir o IMEI, basta digitar no teclado do aparelho *#06# e aparecerá um número, que deverá ser anotado e guardado. Com essa informação em mãos o usuário que tiver seu celular roubado, furtado ou extraviado pode ligar para sua prestadora para informar o que ocorreu e solicitar, além do bloqueio da linha, também o bloqueio do aparelho. A linha pode ser bloqueada com a identificação do proprietário, mas o aparelho só pode ser bloqueado com a informação do IMEI.
Para atendimento dos usuários, as prestadoras seguem procedimento comum. O cliente deve informar dados pessoais que permitam sua identificação, como RG, CPF, endereço e outras informações de segurança. A prestadora também orienta o usuário a obter Boletim de Ocorrência (BO) na Polícia Civil.
O bloqueio do celular pode ser feito independentemente de onde o aparelho foi adquirido, lojas próprias, conveniadas ou rede varejista, por exemplo. Nos casos em que o cliente recupera o celular, o desbloqueio pode ser solicitado, sempre com a identificação do usuário e do aparelho.
Os números de celulares extraviados, perdidos ou roubados vão para o CEMI e, atualmente, há cerca de 5,1 milhões de aparelhos registrados nesse cadastro. No Brasil há 283 milhões de celulares em operação.

 

GeneXus é convidado a desenvolver um app para o Apple Watch

Depois do sucesso com o app oficial de futebol no mercado mexicano e de receber destaque na seção “Featured Apps”, da Apple Store, a GeneXus International – empresa criadora de GeneXus, ferramenta de desenvolvimento de sistemas que permite criar aplicativos para as linguagens e plataformas mais populares do mercado, sem necessidade de programar – foi convidada a participar com um seleto grupo de desenvolvedores do laboratório de Apple com o objetivo de adaptar o aplicativo aos Apple Watch. Fabián Inthamoussu, especialista de GeneXus em iOS e membro da equipe de P + D de GeneXus, viajou de Montevidéu (Uruguai) a Londres (UK) e nos conta sua experiência.
Para Fabián, que há mais de 10 anos trabalha em GeneXus e, desde 2008, é responsável por tudo o que se relaciona ao gerador iOS, este convite junto com a oportunidade de trabalhar para o Apple Watch foi recebido com muito entusiasmo e curiosidade para saber como eram as instalações da Apple e a metodologia de trabalho.

 Rumo à automação inteligente

Antonio Santa Rossa (*)

Hoje um processo de manufatura considerado ideal pode, em pouco tempo, se tornar obsoleto em razão das instabilidades de demanda do mercado ou das mudanças na tecnologia dos produtos. Adotar processos de manufatura flexíveis, facilmente adaptáveis, pode ser o diferencial para manter a competitividade em condições adversas

A aplicação intensiva de processos essencialmente manuais proporciona as condições ideais para ajustar a produção em função da demanda e ainda introduzir mais facilmente novos produtos às linhas de manufatura. Contudo o encarecimento da mão de obra traz uma tendência para a adoção de processos automatizados de produção, estes por sua vez apresentam menor flexibilidade, exigem altos investimentos e são ideais para fabricação em grandes volumes de produtos padronizados com demandas estáveis.
No Brasil, os investimentos devem considerar o balanço ideal destes dois cenários. Transformar as linhas de produção que estavam configuradas para uma manufatura manual por meio da automação inteligente pode solucionar atividades custosas em termos de mão de obra, manter a flexibilidade e ainda reduzir drasticamente os altos investimentos que demandam as manufaturas totalmente automatizadas.
A nossa indústria precisa configurar os processos produtivos para usar o melhor da capacidade humana e o melhor da automação, ou seja, utilizar ao máximo a adaptabilidade humana para a execução de tarefas complexas e não repetitivas e deixar para as máquinas o trabalho repetitivo ou que exijam esforço excessivo, seja ele físico ou mental.
Para a construção deste novo modelo de produção, o grande desafio estará na qualificação dos engenheiros que atuam no desenvolvimento de processos e produtos. Estes precisarão dominar as técnicas que regem o bom uso da mão de obra bem como as tecnologias disponíveis para a automação dos processos de fabricação e, assim, garantir o balanço ideal do uso da tecnologia na concepção das novas linhas de produção.
Quem tiver interesse em discutir o assunto está convidado para participar do 10º Simpósio SAE BRASIL de Manufatura, que será realizado em 11 de junho, na Unimep Santa Bárbara D’Oeste.

(*) É engenheiro e chairpersondo 10º Simpósio SAE BRASILde Manufatura.

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