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A importância do marketing pessoal para o sucesso profissional

Em um mercado cada vez mais competitivo, "apenas" ser competente pode não ser suficiente para que um profissional consiga se manter e até almejar crescimento corporativo. É preciso ir além

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Além do visual adequado, o profissional não pode se descuidar da imagem virtual. Aliás, esta parece ser a grande mudança na gestão de recursos humanos na era digital. Foto: Effecta Coaching

Fábio Pajaro (*)

Mais do que cumprir com as obrigações inerentes ao cargo, é necessário que isso seja mostrado a quem está ao redor, tanto abaixo como – e sobretudo – acima na cadeia hierárquica. Em suma, mais do que ser um bom profissional, é necessário fazer com que isso transpareça aos olhos dos seus pares, sejam eles chefes ou subordinados.

O marketing pessoal nunca foi tão relevante para o sucesso profissional como na atualidade. Diferentemente de idos tempos, quando a imagem não era tão relevante, os profissionais do século XXI precisam saber vender-se não apenas como bons produtos. É essencial que estejam em uma boa embalagem, ou seja, mantenham uma boa reputação sob todos os aspectos (técnico, visual, intelectual, comportamental, emocional e até virtual). E, como se não bastasse a complexidade de tamanha exigência, ainda é preciso que todas essas visões sejam coerentes entre si, o que ajuda a fortalecer a imagem como natural, e não algo forjado como ferramenta de autopromoção.

Pode parecer óbvio, mas, para construir uma reputação positiva, o primeiro passo é a qualificação profissional. Sem conteúdo de qualidade, não há embalagem que consiga ser vendedora, por mais perfeita que possa parecer sob o ponto de vista estético. Portanto, seja para quem está em busca de emprego, seja para quem sonha como uma nova colocação ou para quem almeja uma promoção, os primeiros passos são a formação e o aprimoramento constante.

A etapa seguinte está diretamente relacionada à anterior. Ostentar um currículo repleto de cursos e/ou exibir uma carteira de trabalho com anos e até décadas de experiência, por si, não agrega valor à imagem profissional. O que vai mostrar os ganhos que este arcabouço pode trazer à empresa é a aplicação dos conhecimentos e das experiências no dia a dia. Assim, sempre que as missões recebidas extrapolarem o escopo do cargo, mostrar criatividade e desenvoltura na resolução de problemas e na entrega de valor trará ganhos significativos em termos de reputação.

Mas nada disso será suficiente para a imagem do profissional se não houver comprometimento. A dedicação é exigida e testada a todo momento, desde o cumprimento de prazos em tarefas corriqueiras até questões mais amplas, como os objetivos de curto, médio e longo prazos da empresa ou organização. Assim, é preciso assumir as responsabilidades e buscar entender o seu papel na engrenagem corporativa, procurando cumpri-lo de forma mais ágil, eficiente e engajada possível. Para isso, é necessário planejamento – uma agenda com o detalhamento de tarefas, reuniões e compromissos ajuda não só a manter as coisas em ordem, como também passa a quem está ao redor a ideia de organização.

Agora, finalmente, podemos falar na embalagem. Conforme pesquisa da consultoria Robert Half junto a diretores de recursos humanos, a maioria dos brasileiros (54%) se veste de forma inadequada no trabalho – para se ter ideia, no mesmo quesito, a média mundial foi de 42%. Segundo o levantamento, 22% dos gestores dizem que uma boa aparência influencia bastante, 45% afirmam que contribui significativamente e 41% dizem que influencia pelo menos um pouco na reputação do trabalhador. Então, não tenha dúvida de que, se você quer crescer profissionalmente, se vestir de forma adequada ao cargo deve ser visto como uma prioridade.

Importante: adotar um visual adequado nada tem a ver com beleza física ou investimento em roupas de grife. O essencial é manter a higiene, aliada a vestimentas adequadas à função. Ou seja, qualquer item que possa ferir o chamado bom senso deve ser descartado. Entre as mulheres, recomenda-se discrição em roupas e maquiagens. Entre os homens, deve-se evitar a barba malfeita – ou usa-se barba, bem aparada, ou o rosto liso. Para ambos os sexos, a dica é manter cabelos, pés, pele e unhas bem-cuidados. E, claro, não exagerar no perfume.

Além do visual adequado, o profissional não pode se descuidar da imagem virtual. Aliás, esta parece ser a grande mudança na gestão de recursos humanos na era digital. Hoje, um dos primeiros passos dos recrutadores é conferir os perfis dos candidatos nas redes sociais. Da mesma forma, chefes e colegas não ignoram as suas postagens, sejam aquelas feitas nos finais de semana ou as publicadas no horário de trabalho. Então, fique atento. Na dúvida, seja cauteloso ao abordar temas controversos.

Por fim, algumas dicas que também podem contribuir para melhorar a sua imagem. Sempre que possível, tente melhorar suas habilidades comunicação. Quando escrever, verifique a ortografia e evite gírias. Se tiver tempo, pesquise sobre linguagem corporal e aprenda a passar uma imagem adequada ao ambiente corporativo. Quando falar, tenha cuidado para não se expor demais.

Ao trabalhar em equipe, procure compreender e se fazer entender sem atritos ou sobressaltos. Mesmo que não seja uma pessoa extrovertida, tente ao menos ser simpático e empático com quem o rodeia – cumprimente o porteiro do prédio, mostre-se prestativo com a telefonista que repassou uma ligação para um colega que está em reunião externa.

E nunca deixe de fazer networking. Quando possível, assista palestras e participe de cursos e seminários. Aproveite essas ocasiões para trocar cartões de visitas. Isso ajudará a manter o seu nome no mercado, fazendo com que seja lembrado em eventuais oportunidades dentro ou fora da empresa onde atua.

(*) É Acionista na Trivale Administração LTDA

Competência é algo pessoal

Segundo a Neurolinguística, as palavras ativam processos cognitivos que, ao serem processadas pelo cérebro, buscam significado em experiências anteriores. Quer um exemplo? REFRIGERANTE. Qual foi a primeira coisa que te vem à cabeça quando lê essa palavra? Talvez uma marca de refrigerante específica, mas talvez sejam as bolhas que ele faz ao ser colocado em um copo e o sabor dele gelado que essa palavra te faz lembrar.
Isso acontece porque as palavras refletem diretamente na sua neurologia e, então, você pode salivar, sentir sede arrepio etc. Porém, ainda mais forte do que essas sensações provocadas por palavras são o que elas podem fazer em seu subjetivo, no seu inconsciente.
As chamadas crenças limitantes, na Neurolinguística, são aquelas negativas que impedem o indivíduo de trilhar o caminho para o sucesso. Um exemplo disso é quando alguém diz, por exemplo: “Eu não consigo fazer tocar violão” ou “tocar violão é impossível”. Nosso cérebro, ao processar tais frases, vê o “violão” como um vilão, criando uma barreira que o impede de se dedicar 100% àquilo, tornando a sua crença autorrealizável.
Para começar a se desfazer da crença limitante, é preciso ressignificar. Isto é: todo mundo tem uma habilidade única e pode se tornar bom no que faz. Da mesma forma, não é porque alguém te disse uma vez que você é incapaz que isso é verdade ou porque você falhou uma vez irá falhar sempre. É muito importante ter essa consciência e sempre procurar, primeiro conscientemente, a ser melhor consigo mesmo.
Fazer isso sozinho nem sempre é fácil, afinal, muitas vezes a crença está enraizada no nosso subconsciente. Para te ajudar nesse processo, existem diversas empresas que se destacam no ramo do coaching. Entretanto, uma em especial, tem sido referência em seu nicho não somente por ajudar a mudar o mindset de milhares de profissionais do ramo imobiliário, mas também por oferecer diversos cursos de capacitação: o Instituto Quebre As Regras (IQR) atua há seis anos como uma instituição educacional privada, que já impactou mais de 10 mil alunos.
O principal lema de Guilherme Machado, CEO do IQR e criador da Metodologia Quebre As Regras, é: “A dor de desaprender hoje traz o prazer de vender sempre”. Ele explica: Todo mundo quer mudar o mindset e treinar o cérebro para conquistar voos maiores, mas a verdade é que muitos não estão dispostos a desaprender, algo essencial para se livrar das crenças limitantes. Ressiginificar não é apenas dar outro significado a uma palavra; é entender o porquê e saber que não são só as palavras negativas que nos deixam para trás. É o apego ao passado e às experiências anteriores!”
Guilherme cita o exemplo dos corretores de imóveis, que apegados ao que já foram um dia, não conseguem aprender novas técnicas de vendas e acabam perdendo espaço no mercado porque ainda pensam que são bons vendedores: “É uma unanimidade que o mundo se transformou, o mercado evoluiu e o cliente não compra da mesma forma. O apego ao sucesso do passado resulta em perda de vantagem competitiva no presente e o triste fim do negócio no futuro.”
É por isso que fazer uma reprogramação mental é fundamental para a constante evolução. Quando o lado positivo das coisas são trabalhados e as velhas crenças deixadas para trás, as crenças limitantes vão diminuindo a cada dia.
Desafie-se a pensar diferente.

(guilhermemachado.com/qrclass)

 
 
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