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O inventário de mobile gaming veio para ficar

Os aplicativos de games são uma febre mundial e, naturalmente, a publicidade segue a audiência. Somando os dois fatos, não é exagero afirmar que o inventário de mobile gaming veio para ficar

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As marcas estão cada vez mais em busca de ambientes neutros, evitando a exposição das marcas próximas de notícias negativas. Foto: Zoom

Alberto Pardo (*)

De acordo com a pesquisa The Mobile Gaming, a maioria dos entrevistados (72%) joga em seus smartphones diariamente. O estudo aponta que as principais razões apontadas pelos usuários para jogar jogos em seus celulares são "diversão", "relaxamento", "para vencer" e "exercitar a mente", respectivamente, e para 73% dos entrevistados o ambiente de mobile games é seguro. É este comportamento e percepção que tornam os jogos mobile favoráveis para a conexão das marcas com seus públicos.
O estado de espírito dos usuários é um fator fundamental para uma melhor aceitação da publicidade. Outro ponto favorável à publicidade em jogos mobile é que as marcas estão cada vez mais em busca de ambientes neutros, evitando a exposição das marcas próximas de notícias negativas, por exemplo.
O estudo mostra que 82% dos usuários assistem anúncios em vídeo para ganhar "conteúdos" ou "vidas extras" nos jogos, em vez de pagar por isso, e 26% dos respondentes diz lembrar dos anúncios em vídeo que assistiram, enquanto 60% ficam em dúvida. A lembrança do anúncio em vídeo em jogos está diretamente ligada ao visual (34%) da comunicação.
Tendo em vista o crescimento consumo de jogos mobile e da publicidade neste ambiente, destaco abaixo alguns pontos sobre o mobile gaming como canal de divulgação para anunciantes e marcas.

Benefícios para marcas
Poucas marcas ou anunciantes mostram resistência à publicidade em jogos mobile. A maioria os considera um ambiente seguro, com um inventário criado por profissionais, para usuários exigentes e com ótimo estado de ânimo, abertos a receber mensagens publicitárias.

Benefícios para usuários
O formato não é invasivo, já que os usuários que assistem publicidade em jogos deram sua permissão (opt in). Assim, eles sabem que vão receber uma mensagem publicitária e que vê-la resultará em algum benefício no jogo. Segundo pesquisa da Millward Brown, o formato de vídeo iniciado pelo usuário, que é o que comercializamos, é o que tem mais efeito positivo em comparação a qualquer outro – como pré-roll, social click to play ou clique no banner.

Evolução do mercado
Tanto o Brasil quanto a América Latina seguem as tendências globais de mercado. Hoje, ninguém mais questiona esse tipo de inventário na Europa, nos Estados Unidos ou em nossa região. Há dois ou três anos isso era impensável, mas, em 2018, entramos em um caminho sem volta. O inventário de mobile gaming veio para ficar e, à medida que o tempo passa, esse caminho se torna mais firme e com muito mais possibilidades.

Vantagens In-app
Uma das vantagens é que os usuários passam 84% do tempo deles em aplicativos, contra apenas 16% navegando em sites mobile. Além disso, conseguimos identificar um usuário único e classificá-lo de acordo com seu comportamento no ambiente do app – por quais conteúdos navega, que aplicativos tem instalados, com quais anúncios interage e por onde costuma transitar com mais frequência.

Campanhas em jogos mobile
É importante que o conteúdo seja brand safety, que a campanha seja 100% visível, livre de fraude e que o tráfego seja 100% humano.

Realidade virtual e aumentada
Essas tecnologias são um grande atrativo para os usuários e traz muitos benefícios para marcas que queiram atrair clientes para suas lojas físicas ou promover maior interação dos jogadores com seus anúncios. O formato Aurora HD se destaca por conta dos gráficos assombrosos e realistas, capazes de gerar verdadeira interatividade com o vídeo.

Futuro
A indústria, sem dúvida, continuará crescendo. As grandes companhias de videogame estão apostando no lançamento de versões especiais para dispositivos móveis, atendendo à demanda dos usuários, que cada dia passam mais tempo jogando. No que diz respeito a tendências, realidade virtual e aumentada será com certeza uma delas, assim como partidas e histórias mais curtas, que permitam acelerar o tempo e a velocidade dos jogos e incluir estímulos contínuos.

(*) É CEO e fundador da Adsmovil.

Atendimento digital x atendimento humanizado

No surgimento da Indústria 4.0 e da digitalização dos serviços a dúvida que pairava entre os executivos era: quantas profissões seriam eliminadas com a chegada da nova tecnologia. Hoje, anos depois da revolução digital, é possível concluir que a total digitalização, principalmente dos serviços, não é a melhor opção. A eliminação do componente humano em uma organização coloca em risco o seu principal ativo: a fidelidade de seus clientes. Neste caso, vale a pena transformar um departamento de atendimento, por exemplo, em uma central totalmente automatizada?
A resposta não é tão simples, é preciso analisar diversos fatores. Sim, o atendimento digital é uma realidade que chegou em boa hora, pois diminui custos rapidamente e auxilia no entendimento do mindset do cliente. Além disso as soluções disponíveis no mercado são, de fato, eficazes. No entanto, em uma época em que a maioria das pessoas recorre à uma busca na internet para sanar seus problemas, a total automação do serviço de atendimento num momento em as pessoas esperam o contato humano, poderá ser fatal. “Quando o cliente liga para a central de atendimento, ele não está em busca de uma resposta automática. O que ele quer é falar com alguém que o escute e o ajude a resolver o seu problema”, explica Carlos de Souza, Country Manager da Jabra, multinacional dinamarquesa referência em soluções de áudio, distribuída nacionalmente pela SigmaOne.
O executivo continua: “as tecnologias aplicadas auxiliam em diversos pontos cruciais do atendimento ao cliente, como por exemplo, torná-lo mais eficaz, aprimorar a qualidade das chamadas, deixando-as mais claras, e até medir os níveis de estresse de quem liga. Mas elas não serão eficazes se tudo o que fizerem for reproduzir respostas automáticas, geradas por um software”, analisa.
Serviços mecanizados e constantes podem ser facilmente automatizados, mas aqueles que necessitam de melhor entendimento e discernimento por parte do atendente não. Nestes casos, o ideal é investir em alta tecnologia sem se descuidar do treinamento da equipe. “Existem diversas opções de equipamentos próprios para o serviço de atendimento ao cliente, que contam com soluções excelentes. Os headsets da Jabra, por exemplo, oferecem cancelamento de ruído, medição de estresse, múltipla conectividade, luz indicativa de uso, voz em HD e proteção contra choque de ar, entre outros. Mas não substituem uma pessoa do outro lado da linha”, diz. Todos os produtos da marca são homologados para uso nas mais importantes plataformas de comunicação unificada, usadas nas centrais de teleatendimento.
Finalmente, a resposta para a pergunta inicial depende do entendimento do negócio e da avaliação profunda de cada cenário. Processos simples e repetitivos podem, e devem, ser automatizados. Entretanto, serviços que exigem maior argumentação e complexidade precisam ser humanizados. O turn-over em empresas de call center costuma ser alto, pois investem pouco em treinamento e capacitação. Uma alternativa é apostar no trabalho de base. Se os grandes contact centers pudessem manter uma escola ou oferecer treinamentos gratuitos e constantes para seus operadores, com certeza seriam bem-sucedidas no recrutamento e retenção de novos talentos. Assim teriam em seus times profissionais altamente capacitados e prontos para assumir os desafios do posto, além de manter um trabalho social contínuo”, finaliza Carlos de Souza.

Locaweb abre inscrições para 5ª edição do programa "Quero ser Dev"

A Locaweb, líder em serviços digitais no mercado brasileiro, abre inscrições para a 5ª edição do programa "Quero ser Dev", que tem o objetivo de ajudar desenvolvedores a expandirem habilidades técnicas, abrindo espaço para que possam aprender na prática e se prepararem para trabalhar em empresas de tecnologia.
A ação vai selecionar desenvolvedores de todo o país para participar de um curso de nove semanas, três delas online, e seis presenciais, na Campus Code. Durante o treinamento, os desenvolvedores selecionados têm a oportunidade de atuar com profissionais experientes e aprenderem conceitos de programação e diversas linguagens. O curso é custeado e personalizado pela própria Locaweb. No final das aulas, os alunos apresentam um projeto com base no que aprenderam e recebem um certificado de conclusão. Os que mais se destacarem durante esta etapa são contratados pela Locaweb quando terminam a jornada do "Quero ser Dev".
"Em contraste ao número de desempregados no Brasil, que está em 12,984 milhões no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o mercado de tecnologia tem vagas, mas sofre com a falta de profissionais qualificados. Com o 'Quero ser Dev' a Locaweb contribui para qualificar trabalhadores para este segmento", afirma Simony Morais, gerente de Gente e Gestão da Locaweb.
A empresa busca pessoas que queiram atuar na área da tecnologia, sejam apaixonadas por desenvolver e inovar, programando em diferentes linguagens. Os interessados em participar do programa "Quero ser Dev" podem se inscrever www.queroserdevlocaweb.com.br entre os dias 13 de agosto e 23 de setembro. Esta é a quinta edição do programa que registrou 1.635 inscritos em 2018.

 
 
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