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Lei de terceirização em TI: vantagens e desvantagens para quem utiliza o setor

Não é de hoje que as empresas estão se reformulando no modo de atuar, a terceirização de serviços é um exemplo desta realidade que está ganhando cada vez mais força, principalmente, no setor da tecnologia da informação (TI). Em 2017, muito se falou sobre a Lei de Terceirização (nº 13.429/2017), no mês de março o Governo sancionou o projeto que permite a mudança de qualquer atividade fim de uma empresa

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As empresas que utilizam os serviços e as que prestam compreendem que a terceirização é uma alternativa extra, pois alinha as expectativas e demandas de acordo com o planejamento já existente. Foto: ticbeat

Frederico Queiroz (*)

Com isso, o cenário da tecnologia vem em decorrente evolução, como exemplo temos o uso da terceirização voltada à atividade empresarial. De modo que, as empresas têm sido obrigadas a modificar seu negócio, priorizando todos os setores de excelência dentro dos serviços, além de priorizar qualidade e segurança.

Apesar da lei entrar em vigor nos últimos anos, há algum tempo a área de TI já havia deixado de ser apenas um detalhe dentro das organizações e passou a ser uma necessidade estratégica que está diretamente ligada ao sucesso do negócio.

Aquecidas pela mudança no setor, as empresas que utilizam os serviços e as que prestam compreendem que a terceirização é uma alternativa extra, pois alinha as expectativas e demandas de acordo com o planejamento já existente. A facilidade de contratação sob demanda também é determinante, pois a companhia em muitos casos só paga pela capacidade utilizada, fator que favorece a agilidade estratégica e torna um atrativo para quem busca pegar a onda positiva do setor.

Boas razões levam as empresas a entregarem seus serviços de TI para empresas de suporte técnico, entre elas, foco no core business onde a atividade deixará o empresário livre para se dedicar às tarefas que mais impactam o seu negócio. Economia com despesas pois através do uso é possível poupar até 25% dos gastos com suporte. Flexibilidade para as soluções mais adaptáveis que precisam de processos ágeis, aumento da produtividade onde os pequenos problemas operacionais serão resolvidos por profissionais qualificados e que dominam a área.

Porém, assim como em todas as situações do mundo corporativo, existem os ônus e os bônus, no uso da terceirização não é diferente, pois o trabalho não deve ser visto como solução única e livre de transtornos.

Entre as desvantagens está a integração da equipe de novos técnicos com o time empresarial, escolha da empresa de terceirização ideal, atualmente o mercado tem oferecido muitas opções e para que sua escolha seja assertiva é necessário que antes de exista uma pesquisa e busca de informações sobre a reputação da empresa. Outro erro pode estar no foco apenas na redução de custos fazendo com que a organização opte por parceiros pouco profissionalizados, onde as necessidades não serão atendidas e a visão sobre terceirização poderá sofrer mudanças.

Desta forma, agora, acredita-se que a terceirização em TI tende a ser uma relação menos conflituosa. Até pouco tempo, existia uma divergência de interpretação em relação ao que é considerada atividade meio e as chamadas atividades-fim. E você, optaria por qual tipo de serviço para a sua empresa?!

(*) É CEO da NetSupport. Com atuação de 20 anos no mercado de tecnologia, fundou em 2014 a NetSupport, plataforma digital de suporte técnico de TI, com o objetivo de oferecer serviços com qualidade e preço acessível para todo o país. A startup faz a conexão entre técnicos de informática e empresas com necessidade de manutenção e suporte em TI.

Três aplicações de tecnologia que vão transformar o mercado financeiro

Facilitar a concessão do crédito, diversificar investimentos ou investir em dólar sem precisar da moeda física. Essas são algumas possibilidades trazidas pela transformação digital aos negócios do mercado financeiro.
Conheça três dessas principais promessas que vão mudar sua vida financeira:

1. Expansão de crédito
O uso de inteligência artificial (AI) na análise para liberação de crédito de consumo confere assertividade ao processo, possibilitando elevar a oferta de volume e reduzir o risco de inadimplência.
Oferecida pela Neurotech (Neurolake), a solução integra centenas de milhões de dados que circulam pela internet e refina a análise de crédito de pessoas e empresas. Desse modo, tomadores de crédito são avaliados de um modo que modelos tradicionais costumam rejeitar, mesmo não sendo inadimplentes potenciais. O sistema também possibilita depurar tomadores com alta probabilidade de inadimplência.
Mais de 40 instituições financeiras e cerca de 100 redes varejistas usam os serviços da Neurotech, que realiza mais de 105 milhões de análises de perfis para avaliação de risco e concessão de crédito.

2. Originação de investimentos
Outra ruptura chega agora com os investimentos por pessoas físicas em ativos reais (fora do mercado de financeiro), que sempre se mostraram inacessíveis. Até agora, esse segmento estava restrito à movimentação das tesourarias das grandes instituições financeiras e fundos de investimento especializados.
A inovadora plataforma da Hurst Capital permite às pessoas físicas investirem em ativos reais. A tecnologia desenvolvida pela própria empresa utiliza robôs que vasculham sites dos tribunais de justiça, diários oficiais e processos judiciais que contenham precatórios, chamados de "títulos públicos judiciais" ou seja, dívidas reconhecidas, líquidas e certas, de governos municipais, estaduais e federal, que podem remunerar o investidor entre 20% e 40% ao ano. Os robôs, "crawllers", buscam os ativos que preenchem as características consideradas ótimas para aquisição.

3. Transferência de recursos e hedge
A primeira criptomoeda estável, brasileira, vinculada à moeda americana (1 GMC = 1 USD), reune os benefícios da negociação do ativo virtual, como segurança e descentralização, à baixa oscilação da moeda tradicional. Essas são as características do GMC, criptomoeda negociada pela plataforma GoMoney, sediada no Brasil. Como seu valor é o mesmo do dólar, o GMC pode ser convertido em qualquer outra moeda (euro, iene, real etc.) pela cotação do dia, ou mantida como ativo que se oscila seguindo a moeda americana. Assim, como ativo real, o GMC pode ser empregado na compra ou na venda de bens, pagamento pela prestação de serviços, realização de transferências ou reserva de valor em dólares.

São Paulo sediará a maior conferência sobre cibersegurança corporativa do país

O Mind The Sec São Paulo 2019, maior e a mais qualificada conferência corporativa brasileira sobre segurança da informação e segurança cibernética do país, promoverá, nos dias 17 e 18 de Setembro, o encontro entre os maiores especialistas em cibersegurança do mundo, chefes de segurança da informação das maiores empresas brasileiras e representantes do poder público, para debater os impactos, tendências e desafios do setor e o nível de vulnerabilidade do Brasil no cenário mundial.
Um dos destaques da programação é o americano Chris Wysopal, co-fundador e CTO da Veracode, líder americana em serviços automatizados de proteção para aplicativos corporativos na nuvem. Chris trará uma visão 360° sobre a importância da transparência nas empresas desenvolvedoras de software no trato com os dados dos usuários, traçando uma timeline desde o CD-ROM até as plataformas atuais.
Junta-se ao time de especialistas, Fernando Nery, fundador da Módulo S/A, membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil e coordenador de equipes nos principais projetos brasileiros de implementação de governança, riscos, compliance e segurança cibernética, como Eleições Eletrônicas Brasileiras, o Sistema de Pagamentos Brasileiro, a Nota Fiscal Eletrônica, o Imposto de Renda via Internet e o ENEM, apresentará um panorama sobre a história da segurança da informação e as perspectivas para o futuro do setor, além de compartilhar lições e experiências adquiridas em sua carreira (https://mindthesec.com.br/mts-sao-paulo).

 
 
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