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Adequação à LGPD? Saiba como deixar a sua empresa em dia com a legislação

Nova lei entrará em vigor em agosto de 2020, empresas que não se adequarem poderão sofrer penalidades altas

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Fotos: Assespro/RS

Em um mundo cada vez mais digital é comum passarmos nossas informações pessoais para adquirir serviços como Spotify ou para fazer parte de redes sociais, como o Facebook. Mas não nos atentamos ao fato de que vazamentos de dados podem ocorrer, não só nas redes sociais, como também em e-commerces e marketplaces que utilizam dados pessoais para realizar seu trabalho.
Nossos dados como endereço, telefone, número de cartão de crédito, entre outros podem correr o risco de chegarem a outras pessoas e empresas, sendo utilizados para os mais diversos fins (seja para o bem ou mau) e nós nem sabermos disso.
Pensando em garantir uma melhor proteção à essa divulgação e compartilhamento de dados desenfreada, foi projetada a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), nº 13.709. O objetivo é gerar a regulamentação no tratamento dos dados pessoais de clientes, tanto de empresas públicas quanto privadas. Além disso, a lei reforça ao titular o total controle de onde estão suas informações, desde como estão armazenadas até como são utilizadas pelo controlador (empresa ou pessoa física que toma decisões em relação aos dados pessoais do titular).

Como posso adequar minha empresa a LGPD?
Muitas empresas já deram início a procura e implantação de medidas, para deixar seu negócio em compliance com a LGPD. Engana-se quem pensa que possuindo apenas uma estrutura de armazenamento de dados dentro da própria empresa está seguro e de acordo com a nova lei.
São necessários softwares de proteção, diferentes níveis de resguardo da informação, ferramentas e conhecimento da equipe. E é isso que a Winov, empresa de cloud corporativa de Curitiba (PR), está entregando aos seus clientes.
Além da alocação dos dados de todos os clientes em um Data Center localizado no Brasil, já cumprindo as imposições de armazenar os dados no país, a Winov utiliza appliances da Fortinet - empresa especializada em softwares, produtos e serviços de cibersegurança -, na infraestrutura da empresa, oferecendo segurança para redes exclusivamente corporativas. Assim, as soluções de segurança da empresa contam com um conceito de segurança de UTM (Unified Thereat Management), que entrega uma aplicação de firewall composta de diversos recursos de segurança, oferecendo ainda mais proteção. Com isso, é sempre importante buscar empresas que se adequam às exigências da nova lei para hospedar as informações do seu negócio.

Quando a lei vai entrar em vigor?
A lei entrará em vigor só no mês de agosto de 2020, mas diversas empresas já deram início ao trabalho de realizar a adequação de seu serviço a nova lei. A LGPD estabelecerá regras para coleta, tratamento, armazenamento e compartilhamento de dados. As empresas que não realizarem a adequação irão sofrer penalidades, variando de uma simples advertência a multas no valor de 50 milhões de reais.

Tendência de UX modifica experiência de consumo nos últimos anos

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Foto: Tutano Trampos

UX, sigla em inglês para “experiência do usuário”, é a prática que busca entender e melhorar a vivência do consumidor com uma marca ou produto por meio dos contatos com seus elementos - passando pela navegação das plataformas e chegando ao consumo. Por meio desse processo, que visa as melhores entregas, é possível traçar o perfil detalhado de um cliente e identificar quais são suas principais necessidades, experiências e vivências significativas.
De acordo com Rodrigo Grundig, co-fundador e Head de UX da Warren, corretora digital que conta com inteligência artificial para guiar a jornada de investimentos, entender quais são os problemas e dores cotidianas de um público-alvo e trabalhar em cima desses dados é essencial para criar uma experiência de consumo memorável. “O mercado, principalmente o financeiro, está saturado de soluções quadradas e distantes da realidade de quem utiliza os serviços. Por isso, entender o público e falar a mesma língua que ele pode transformar a relação das pessoas com determinado produto etrazer retorno claro e tangível para as empresas”, explica.
Há cinco pilares que sustentam a experiência do usuário: estética, ou seja, a interface de uma plataforma, que deixará a primeira impressão; usabilidade, que garante não só uma apresentação bonita, mas a eficiência do uso descomplicado das funcionalidades disponíveis; arquitetura de informação, que permite com que o conteúdo esteja disposto de uma forma clara e destaque as informações mais importantes; fluxos de navegação, ou seja, o mapa dos caminhos que o usuário percorre por um site, que deve ser claro; e, por fim, o conteúdo, que precisa ser qualitativo e esclarecedor.
Em termos de mercado financeiro, especificamente, cada vez mais as instituições investem em pesquisas de comportamento do usuário para que possam oferecer um serviço descomplicado e próximo do consumidor. A intenção é clara: não conversar apenas com investidores e executivos do segmento, mas também com quem nunca teve contato com o tema.
A Warren, por exemplo, foi criada com intenção de descomplicar as finanças e transformar o hábito de investir em algo fácil, transparente e eficiente. Por meio de uma inteligência artificial, a corretora criou uma plataforma que conduz as pessoas em uma jornada guiada por um “mentor automatizado” – o Warren. Aliada à um aplicativo de interface totalmente amigável e intuitiva, a empresa Consegue atender seu público-alvo mesmo quando ele é heterogêneo, ou seja, formado por diferentes perfis de consumidores e faixas etárias.
“Entendemos que muitas pessoas nunca pensaram em aplicar seu dinheiro por acharem que é um processo difícil ou quase impossível. Ao mesmo tempo, criamos um produto capaz de atender a um público de perfil investidor, que não está interessado em dedicar tempo à administração de seus bens. A partir do conceito de UX, encontramos a melhor forma de falar com essa ampla gama de pessoas, e esse é um trabalho que está sempre em evolução”, conclui.

4ª Revolução Industrial na avenida

Quem estiver no Sambódromo do Anhembi, na capital paulista, ou mesmo acompanhando o Carnaval de São Paulo pela televisão, em 2020, poderá vivenciar um pouco sobre como os avanços tecnológicos da 4.ª Revolução Industrial podem transformar a sociedade. O Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) e a Sociedade Rosas de Ouro assinaram, recentemente uma parceria com o intuito de promover um processo de revolução tecnológica dentro do carnaval.
Por meio da parceria, a Mauá pretende desenvolver um sistema eletrônico que monitorará as reações do público, membros da escola e telespectadores, para entender em tempo real, por exemplo, os momentos de maior vibração da escola na avenida. Além desse sistema, a instituição deverá criar um aplicativo que permitirá o compartilhamento de fotos, acesso às reações de cada Ala, realidade Virtual do desfile, entre outros recursos. "A máquina segue o ciclo do homem e não o contrário. Por meio dessa experiência, a ideia é aproximar a população dessa nova dimensão tecnológica, fundindo os limites do físico, digital e biológico", aponta Ari Costa, professor do curso de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia.

 
 
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