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Facebook VS Instagram: qual a melhor rede social para as empresas?

De acordo com o Sebrae, o Instagram é a rede social que mais cresce no mundo, contando atualmente com mais de 500 milhões de contas

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No Brasil a Huawei, empresa chinesa, segue ganhando mercado e apresentando novidades tecnológicas. Foto: AI/Nuvemshop

Luiz Fernando Natal (*)

A rede social de fotos tem em média 1,5 bilhão de curtidas por dia, além de ser 15 vezes mais interativa do que o Facebook e contar com o perfil de mais de 1.400 grandes marcas. Desta forma, o Facebook tem diminuído seus números quando o assunto é gasto com publicidade e engajamento. Diante desses dados, surge o questionamento: afinal, como identificar qual é a melhor rede social para a minha empresa?
As pesquisas indicam uma grande migração de usuários do Facebook para o Instagram, contudo é necessário ter em mente que talvez a saída não seja migrar de mídia, mas sim, entender a estratégia e a finalidade de cada plataforma, já que, cada uma conta com particularidades que, se utilizadas e adaptadas da melhor forma, conseguem atingir resultados exponenciais. Caso não seja possível trabalhar as duas redes, escolha e priorize aquela que faça mais sentido para marca.

Particularidades do Facebook
O formato de visualizar os conteúdos no Facebook é diferente do Instagram. Nesta plataforma, na maioria das vezes, os textos apresentam uma finalidade de reflexão, já que as pessoas costumam consumir mais notícias e artigos. Desta forma, entende-se que no Facebook é interessante realizar publicações mais detalhadas, em que o destaque principal não seja a imagem, mas sim o conteúdo textual, como por exemplo, o comunicado de um novo posicionamento da sua marca, ou até mesmo uma parceria.
Além disso, o Facebook permite o compartilhamento de links de sites e blogs, recursos esses que o feed do Instagram não permite. Por exemplo, se você possui um blog, é possível compartilhar o link de um post do seu blog em sua página do Facebook, levando automaticamente leitores para conhecerem o seu site. Outro recurso favorecido pelo Facebook são os vídeos. Os criadores de conteúdo já garantiram muitos benefícios, pois a plataforma possibilita acrescentar intervalos durante os vídeos, com a intenção de monetiza-los.
Os grupos do Facebook, por exemplo, são outra finalidade muito interessante e que o Instagram não apresenta em sua plataforma. Neles, além da monetização, é possível realizar debates e divulgar cursos online. Em geral, o Facebook pode ser mais utilizado para compartilhamento de link, vídeos mais longos, textos e discussões.

Estratégias consistentes para o Instagram
O Instagram surgiu justamente com o intuito de ser uma mídia social mais visual e voltada para compartilhamento de fotos instantâneas. Um dos pontos fortes da plataforma é um conteúdo mais humano, a fim de aproximar as marcas dos clientes - embora no último ano o Instagram também tenha crescido muito como um canal de venda.
Atualmente humanizar sua marca é muito importante para gerar empatia nos consumidores. Por isso, existem muitas maneiras de explorar o Instagram para esta finalidade. Uma delas é mostrar os bastidores da sua empresa, comemorações de datas especiais, entre outras ideias que transmitam transparência aos seus seguidores.
Além disso, outro ponto são os influenciadores, que fazem parte das estratégias das grandes marcas e estão mais presentes no Instagram do que no Facebook. Os stories são um ponto muito mais forte no Instagram e, por isso, o trabalho com os influenciadores acaba tornando-se mais intenso, já que é por meio desta rede social que estes criadores de conteúdo divulgam produtos e apresentam métricas às empresas parceiras.
Ao final, o interessante é entender que ambas as redes sociais contam com benefícios para a sua marca, por isso tenha muita cautela sobre as suas decisões, pois elas dependem muito do seu modelo de negócio. O importante é saber traçar estratégias consistentes para cada uma das plataformas, criando conteúdos que sejam realmente relevantes para obter o melhor alcance possível.

(*) É Head de Marketing da Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina.

Edtechs estão revolucionando a forma do brasileiro aprender

Marcelo Barcia (*)

No ecossistema das startups, o termo Edtechs é um acrônimo do idioma inglês juntando tecnologia e educação.
Neste segmento os empreendedores brasileiros estão indo muito bem, com empreendimentos que estão facilitando o processo de aprendizagem de milhões de pessoas. Já são cerca de aproximadamente 400 startups, formalizadas, segundo pesquisa de 2018 da Associação Brasileira de startups (ABStartups), que vem contribuindo para o processo de melhoria na educação no Brasil.
Como Professor Universitário, acredito que este movimento das Edtechs é muito saudável para o sistema educacional brasileiro, onde o ensino formal e regular já encontra muitas dificuldades para formar profissionais aptos para enfrentar os desafios emergentes de um novo mercado de trabalho, caracterizado pela transformação digital e mudanças bruscas e rápidas no cenário social e econômico.
Apesar da sua relevância, os cursos de graduação tem uma duração média de 4 anos, um tempo que em áreas como gestão ou tecnologia da informação pode ser muito longo entre o conhecimento repassado entre o primeiro e oitavo período. Como eixo de conhecimento central eles continuam sendo fundamentais, mas encontram dificuldades para contemplar as demandas pontuais surgidas das mudanças e inovações que surgem a cada momento.
Como a lógica das é sempre de resolver alguma “dor” identificada no mercado, as Edtechs crescem seguindo esta linha. Empresas como a Gama Academy (gama.academy), que tem como enfoque principal a formação de profissionais para o mercado de empresas de tecnologia e de startups. Já a Escola Conquer (escolaconquer.com.br), nascida no Vale do Silício e que prioriza a habilidades práticas e comportamentais por meio de uma metodologia de ensino inovadora.
A chegada da Udemy (Udemy.com) ao Brasil, há quase 2 anos, está democratizando o acesso a cursos de qualidade, de curta duração e baixo investimento para os alunos de inúmeras áreas. O reconhecido Market Place já disponibiliza mais de 100 mil cursos em diversas plataformas.
Até no importante setor de negócios de impacto social, as Edtechs que estão se proliferando a passos largos. São startups como a catarinense Signa, (Signaedu.com), uma escola online com um amplo portfólio de cursos em Libras, que contempla um mercado de cerca de 9,7 milhões de deficientes auditivos brasileiros.
O case de sucesso do Descomplica (descomplica.com.br), que se posiciona como o maior “cursinho do Brasil”, direcionado para o ENEM e vestibulares em todo o País, demonstra o potencial de crescimento latente das Edtechs nacionais. Merece destaque também o excelente trabalho desenvolvido pela Future Education (futureeducation.com.br), uma aceleradora de startups de SP, voltada exclusivamente para Edtechs.
A educação brasileira, seja no sistema regular ou profissionalizante, tem cada vez mais a aprender com a trajetória das Edtechs, que estão revolucionando a forma do brasileiro aprender e contribuir de forma decisiva para o desenvolvimento da economia e transformação da sociedade brasileira.

(*) É Professor Universitário e Mentor de startups.

App essencial para todos os viajantes

Vai aproveitar as férias de julho viajando? Para ajudar os turistas em suas locomoções, a HERE Technologies indica o seu aplicativo gratuito, HERE WeGo. Além de funcionar como um mapa offline e ajudar a andar pelas cidades com o GPS, traçando rotas a pé, de carro, transporte público, o app ainda indica pontos de interesse como passeios e guias, caixa eletrônicos, restaurantes, hotéis, farmácias, pontos de táxi e horários de ônibus. Atualmente, o aplicativo conta com mapas para mais de 1.200 cidades em 150 países ao redor do mundo.
Diariamente, a HERE Technologies coleta bilhões de dados que são checados e representados em seus mapas. Além de fazer o mapeamento cartográfico das vias, a empresa possui uma equipe de profissionais especializados, distribuídos em todo o mundo, que vai a campo para fazer a verificação dos dados coletados, garantindo a qualidade das informações. Como forma de tornar os mapas altamente confiáveis, a HERE avalia e classifica mais de 270 atributos das vias como altura das passarelas, largura, números de faixas, conservação das estradas, etc.
O HERE WeGo foi desenvolvido com base em uma série de pesquisas sobre o comportamento humano, que indica o nível de distração do condutor ao utilizar o GPS. Por este motivo, o aplicativo possui um layout limpo e isento de qualquer tipo de propaganda, desviando o mínimo da atenção do motorista.
Com a possibilidade de navegação off-line, por meio de download dos mapas, o HERE WeGo traz maior segurança pois permite que o usuário utilize os mapas e receba direcionamentos mesmo sem acesso a internet ou quando estiver em área de pouca cobertura de rede. O aplicativo está disponível gratuitamente para Android e IOS.

 
 
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