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Esqueça produtos e serviços, a concorrência no século XXI será entre os modelos de negócios

O Darwinismo Digital, conceito que surgiu no início dos anos 2000 e que explica a era na qual a tecnologia e a sociedade evoluem mais rapidamente do que o mercado consegue acompanhar, reflete o cenário no qual as empresas em todo mundo se encontram

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A transformação só pode ser alcançada por meio da flexibilização de processos antes engessados, compreensão do perfil dos clientes e adoção de tecnologias disruptivas aderentes aos negócio. Fotos: Blog Vindi

Luis Carlos Nacif (*)

Como exemplos, vimos impérios corporativos - de marcas como Blockbuster, Kodak, Nokia, entre outras -, ruírem por não prestarem atenção às mudanças desses dois agentes, que juntos estão moldando os novos modelos de negócios, e que abriram espaço para startups como Uber, Nubank e Netflix.

Essas companhias, que surgiram na última década e se tornaram verdadeiras gigantes dos setores onde atuam, estão consolidando uma nova forma de economia, voltada à agilidade e centrada no cliente, e na qual produtos e serviços são figuras em uma vitrine, enquanto o que realmente agrega valor aos negócios é a experiencia do cliente ou Customer Experience (CX).

Afinal, com a tecnologia tão presente em nossas vidas, no formato de dispositivos e aplicativos móveis, sensores inteligentes, transmissões e vídeos online, redes sociais etc., nos bombardeando com informações em tempo real sobre assuntos que parecem não ter fim, do último filme de heróis até modas gastronômicas e cotações de investimento, a interação entre empresas e clientes está passando por uma transição sem precedentes, na qual a velocidade das respostas - seja para tirar uma dúvida, achar dados sobre determinado produto ou cancelar um serviço - se tornou o principal diferencial competitivo.

Diante desse cenário, fica claro que a concorrência entre as empresas está migrando para o campo dos modelos de operação, que visam fornecer qualidade de atendimento, facilidade de escolha, rapidez na contratação, simplificação de procedimentos (menos burocracia), flexibilidade e transparência na comunicação. Isso tudo para colocar o poder de decisão nas mãos dos consumidores. De preferência “na palma da mão”. É este o modelo de negócios que o cliente busca.

Contudo, essa transformação só pode ser alcançada por meio da flexibilização de processos antes engessados, compreensão do perfil dos clientes e adoção de tecnologias disruptivas aderentes aos negócios, para que as companhias possam focar totalmente em seus core business.

Mas apesar de ser uma tarefa difícil, acompanhar essa evolução não é impossível. Como é o caso dos canais de TV que estão apostando em plataformas de streaming, à exemplo da Netflix; ou companhias de táxi que se reinventaram para competir com os aplicativos de mobilidade, como o Uber; e mesmo os bancos que estão se tornando centros de tecnologia e atendimento para competir com as fintechs, tal qual o Nubank.

Como acontece na seleção natural, a mudança dos modelos de negócios, para atender as novas demandas de consumo, é fundamental para que as companhias possam sobreviver e continuar ofertando seus produtos e serviços. Agora, se você não sabe por onde começar essa transformação, procure um parceiro com capacidade para entender seu momento no mercado, que forneça as tecnologias necessárias para alavancar as áreas críticas às operações da sua empresa, e que de preferência tenha experiência em relação à Transformação Digital. Caso contrário, você corre o sério risco de ser o próximo café da manhã do concorrente.

E aí, preparado para caçar ou ser caçado?

(*) É presidente da Microcity.

Quinta temporada do Metal Pass de Heavy Metal Machines com novo personagem

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Ilustração/AI Hoplon

Após as grandes batalhas travadas contra o tanque de guerra Peacemaker em Belic Storm, os pilotos de Metal City vão à praia para aproveitar suas merecidas férias de verão em Rockaway Beach, a quinta temporada do Metal Pass de Heavy Metal Machines (HMM), MOBA de batalha de carros free-to-play da brasileira Hoplon. A partir de hoje, 10 de julho, os gamers têm à disposição uma série de conteúdos inéditos, como o personagem Vulture, a arena Metal God com temática litorânea, músicas no menu principal, a ferramenta Emotes e 107 recompensas, como lores, skins, sprays, efeitos, bordas de avatar e artworks. O trailer de apresentação de Rockaway Beach pode ser visto em https://youtu.be/METtD4iFfdI.
Uma das principais novidades da quinta temporada, Vulture é o último membro da Vulture Blades MC, gangue de motoqueiros caçadores de recompensas. O personagem teve sua alma transferida para um golem, evitando sua morte e permitindo que continuasse sua busca pela eternidade e sua caça a pilotos, agora em Metal City.
“Batalhar com uma motocicleta pelas arenas de Metal City era um desejo antigo da comunidade. Graças ao feedback dos jogadores, pudemos agregar esse conteúdo ao game e tornar a experiência de jogo ainda mais variada e desafiadora”, disse Rodrigo Campos, CEO da Hoplon.

Inclusão social e educação ganham novos aliados em projeto desenvolvido pelo FIT

Em maio deste ano, o FIT anunciou o início da fase de testes de seus primeiros pilotos, em prol da inclusão social. Os testes da primeira fase de dois produtos de uma só vez, agitaram o mês no Instituto de Tecnologia, em Manaus.
Um dos projetos, batizado de Beethoven é um game que propõe uma missão espacial, onde a conquista de cada planeta requer a conclusão de algumas atividades. Mas tem um detalhe: os desafios são dados em libras (Linguagem Brasileira de Sinais) e o jogador deve mostrar que aprendeu, para mudar de fase. O jogo se baseia em ajudar a Mariana, um avatar, a completar suas atividades e assim conseguir vencer cada etapa até conquistar toda a galáxia.
“Percebemos em nossa pesquisa que, apesar da língua de sinais ser muito usada entre surdos, nem todos tem o conhecimento nivelado dos sinais e isso dificulta o convívio dessas pessoas até mesmo entre elas. Olhamos para este projeto como uma contribuição para toda a sociedade. A educação deve ser inclusiva em todas as suas formas. Acreditamos que um jogo lúdico e ao mesmo tempo educativo, pode preparar melhor a criança deficiente para o início da vida escolar e também ensina quem convive com ela a lidar melhor com as limitações humanas – que nem sempre são as que vemos, de maneira mais igual.” – diz Carlos Ohde, Diretor de Inovação do FIT.

Autonomia e inclusão, são desafios que a tecnologia pode ajudar a resolver

Além do jogo, que pode ser jogado em consoles de video game ou no PC, o FIT ainda desenvolveu um kit com óculos e bengala inteligentes. É o projeto Braille, que poderá trasformar a maneira como deficientes visuais, em qualquer grau, vão e veem. Os óculos, ou como é chamado lookear – junção das palavras olhar e ouvir do inglês - têm sensores que, em contato com a pele, emitem sons e vibrações que se intensificam, de acordo com a aproximação e altura de um obstáculo. Essas vibrações e sons, são capazes de projetar no cérebro uma imagem, muito parecida com a do ambiente onde uma pessoa estiver. A solução também usa inteligência artificial para reconhecer objetos. Com isso, o deficiente não somente sabe que existe um obstáculo, mas ouve que ele é. Assim independente da altura e distância dessa barreira, pessoas que perderam ou nunca tiveram a visão, conseguem transitar de forma mais independente, com autonomia, entre os ambientes. Como no exemplo anterior, a experiência de campo, também foi trazida para este projeto: muitos cegos se sentem mais seguros com suas bengalas e isto poderia inibir a disposição para uma possível transição. Pensando nisso o FIT desenvolveu também uma bengala inteligente, que conectada a um aplicativo, envia informações "narrando"o ambiente.

 
 
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