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Reunião de líderes deve definir comissões e pauta do Plenário

Está confirmada para hoje (12), uma reunião de líderes no gabinete da Presidência do Senado. A expectativa é de que, em seguida, haja a primeira sessão deliberativa do ano.

Reuniao temproario

Os líderes partidários vão se reunir para definir as presidências das comissões permanentes. Foto: Jonas Pereira/Ag.Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os líderes partidários vão se reunir para definir as presidências das comissões permanentes e, justamente, a pauta da sessão deliberativa.

No Plenário, há dois pedidos de CPIs aguardando leitura. Na última quinta-feira (7), a Secretaria-Geral da Mesa recebeu o requerimento com 42 assinaturas para a criação de uma CPI que investigará as causas do rompimento da barragem de rejeitos tóxicos da mineradora Vale no município de Brumadinho. O documento foi entregue pelos senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Carlos Viana (PSD-MG).

O outro requerimento trata de uma CPI para investigar possíveis irregularidades no Poder Judiciário. De iniciativa do senador Alessandro Vieira (PPS-SE), a CPI teve seu pedido protocolado também na última quinta-feira. O objetivo, segundo o senador, é abrir a caixa-preta do único Poder “que segue intocado na esfera da democracia brasileira”.

Uma matéria que deverá ter, obrigatoriamente, prioridade no Plenário é a MP que cria a Agência Brasileira de Museus. A comissão especial que analisa a MP aprovou o relatório da ex-senadora Lídice da Mata (PSB-BA). A MP tem validade somente até a próxima segunda-feira (18), está em análise na Câmara. Se aprovada na Câmara, a MP vem direto para o Senado.

A pauta do Plenário ainda deve incluir o requerimento de urgência para a tramitação da proposta que transforma em aberta a votação para os cargos da Mesa do Senado. O projeto é do senador Lasier Martins (Pode-RS). Até a semana passada, 44 senadores já haviam assinado o pedido de urgência. A presidência de cada comissão também deve ser definida na reunião de líderes (Ag.Senado).

‘Profissional reconhecido pelo trabalho e senso crítico aguçado’

Profissional temproario

Jornalista Ricardo Boechat (1952/2019)

Em nota oficial divulgada no início da tarde desta segunda-feira (11), o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, afirmou que recebeu a notícia da morte do jornalista Ricardo Boechat com consternação e tristeza. Ele presta solidariedade à família e aos colegas de trabalho do “profissional reconhecido pelo trabalho e senso crítico aguçado revelado nos principais meios de comunicação do país”.

Leia a nota oficial:

Foi em estado de consternação e tristeza que recebi a notícia da morte inesperada do jornalista Ricardo Boechat. Era um profissional reconhecido pelo trabalho e senso crítico aguçado revelado nos principais meios de comunicação do país. Envio meu sentimento de solidariedade aos seus colegas de trabalho e à toda sua família.

Tenho certeza que os brasileiros lamentam a morte desse argentino que escolheu o Brasil como lar. Fica a saudade e o respeito pelo homem e jornalista que sempre demonstrou ser. Meu apoio fraterno também aos parentes e amigos dos demais ocupantes do helicóptero que fatalmente caiu em São Paulo.

Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal

Kajuru destaca amizade e lealdade de Boechat

Colega de profissão e amigo pessoal do jornalista Ricardo Boechat, o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) destacou sua relação de amizade com o profissional, que morreu ontem (11), vítima de um acidente de helicóptero, na cidade de São Paulo. Sob forte emoção, o parlamentar relatou momentos compartilhados com o jornalista, definindo-o com um homem leal.

"Esse homem raro, ser humano especial, daqueles que se você conviver com ele, se você é descrente, você passa a crer, a acreditar na raça humana, Ricardo Boechat, que faleceu em São Paulo". Jorge Kajuru disse ter aprendido muito com Boechat em razão do seu lado humano. Foi um "irmão" e conselheiro, afirmou. Kajuru descreveu o comunicador como profissional de coração grandioso e que não possuía compromisso com o erro. Para ele, o Brasil, principalmente a imprensa, sentirá a perda de um “jornalista de verdade”.

Justiça aceitou denúncia contra Richa e acusados de corrupção

Justica temproario

Ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Foto: Marcelo Camargo/ABr

Agência Brasil

O juiz federal substituto Paulo Sergio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de
Curitiba, acolheu denúncia do MPF contra o ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e mais nove acusados de participar de um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na concessão de rodovias do chamado Anel de Integração do Paraná. O MPF e a Polícia Federal identificaram indícios de “diversos fatos criminosos relacionados a esquema de corrupção irrigado pelo suposto superfaturamento na cobrança dos pedágios nas rodovias públicas federais concedidas às empresas concessionárias".

Os investigadores estimam que, entre 1999 e janeiro de 2018, as concessionárias pagaram aproximadamente R$ 35 milhões em propina aos agentes públicos que atenderam aos seus interesses. Parte das informações que levaram o MPF a denunciar Richa e mais nove investigados por corrupção passiva e organização criminosa foram obtidas a partir dos depoimentos do ex-diretor do DER/PR, Nelson Leal Júnior, do ex-presidente da Econorte, Hélio Ogama, e do executivo da Econorte, Hogo Ono. Os três assinaram acordos para colaborar com a Justiça a fim de obter redução de penas.

De acordo com o MPF, o suposto esquema era constituído por quatro núcleos. O núcleo político, o núcleo técnico e outros servidores públicos envolvidos. Eles eram os agentes incumbidos de executar as medidas para, supostamente, favorecer a seis concessionárias de pedágio investigadas. Por último, o núcleo de intermediadores incluía representantes de várias empresas que, de acordo com o MPF, eram contratadas pelas concessionárias de pedágios com o propósito de ‘lavar’ o dinheiro do esquema.

Ainda de acordo com os procuradores, parte do valor supostamente desviado com o esquema servia para financiar campanhas políticas, e parte para benefício dos próprios envolvidos. Além de receber a denúncia contra o ex-governador Beto Richa, o juiz também tornou réu o irmão do político, José Richa Filho, e mais oito investigados: Aldair Wanderlei Petry; Antônio Carlos Cabral de Queiroz; Deonilson Roldo; Ezequias Moreira Rodrigues; Maurício Eduardo Sá de Ferrante; Nelson Leal Júnior; Jose Alfredo Gomes Stratmann e Ricardo Rached.

Elizabeth Warren lança pré-candidatura à Casa Branca

A senadora Elizabeth Warren, 69 anos, lançou sua pré-candidatura à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Democrata. Identificada com as alas mais à esquerda da legenda progressista, Warren confirmou sua entrada na disputa pela Casa Branca em Lawrence, cidade operária de seu estado, Massachusetts. O local escolhido por ela para iniciar a campanha é um moinho onde, há 100 anos, trabalhadores - em sua maioria imigrantes - realizaram uma greve.

Em dezembro passado, Warren já havia criado um "comitê exploratório" para iniciar a arrecadação de doações eleitorais. A senadora por Massachusetts ganhou notoriedade uma década atrás, durante a crise do subprime, quando batalhou por mais proteção aos consumidores e fez críticas ferozes a Wall Street. Ela aposta na bandeira da luta contra a desigualdade social para se destacar nas concorridas primárias democratas.

Warren deve disputar o mesmo eleitorado do senador por Vermont Bernie Sanders, que ainda não confirmou se concorrerá à Presidência em 2020. Nas eleições de 2016, a senadora decepcionou os entusiastas do colega ao não apoiá-lo na disputa contra Hillary Clinton. Ela propôs aumentar a taxação sobre os "ultramilionários", o que atingiria os 75 mil indivíduos mais ricos dos Estados Unidos. Apesar disso, garante acreditar no capitalismo, enquanto Sanders se diz "socialista-democrático".

Outros nomes fortes nas primárias democratas devem ser a senadora pela Califórnia Kamala Harris, que já lançou sua pré-candidatura, e o
ex-vice-presidente Joe Biden, que em dezembro afirmou ser a "pessoa mais qualificada" para governar os EUA (ANSA).

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