ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Samba no Teatro

Cantora Inez Viana

Samba no Teatro é um show de lançamento do CD que leva o mesmo título, no qual a cantora Inez Viana, resgata, de forma contemporânea, os sambas que foram feitos para o teatro, especialmente para os Musicais e as Revistas desde 1912 até 2007. Nos anos 20 e 30, o Teatro de Revista se fixaria como o maior meio de difusão cultural do país. Formava atores e atrizes, revelava escritores, compositores e cantores. Qualquer clássico da nossa música popular anterior a 1940 tem relação com o Teatro de Revista. No palco, junto com Inez Viana, estarão os músicos Nando Duarte, João Callado, também diretor musical, e o percussionista Douglas Alonso. No repertório musicas de Ary Barroso, Noel Rosa, Chico Buarque, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Chiquinha Gonzaga, Francis Hime, Eduardo Dussek e Paulo César Pinheiro.

Serviço: Caixa Cultural São Paulo,
Praça da Sé, 111, Centro, tel. 3321-4400.
De sexta (01) a domingo (03) às 19h15.
Entrada franca.

 

Identidade

Urbanóides 2.0 fala sobre os grandes centros urbanos exercem poder sobre as pessoas, capturando-as e seduzindo-as em busca de seus sonhos. Em uma vida entregue ao trabalho no tempo implacável que envelhece a cidade. Com o que ou quem se importa? O que faz a diferença ou que diferença faz? Meio homem, meio andróide. Uma identidade que tão fácil se corrompe, permitindo que seus desejos ajam sobre si sufocando sua pulsão de vida e sua libido. Reduzindo-os corpos vazios perambulando pela cidade, controlados pelo desejo que os conduzem ao caminho de uma civilização “ideal”.

Serviço: Sesc Campo Limpo,
R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120, Campo Limpo.
Terça (21) às 19h.
Entrada franca.

 

Relações

O espetáculo Bruto mostra que as palavras são insuficientes para dar conta da vida. Onze jovens se encontram e se perdem, se desentendem e se afeiçoam. As relações se entrecruzam e sobrepõem, enquanto, lentamente, uma angústia que perpassa a todos vem à tona. Ao se encontrarem em uma festa, veem suas vidas se tornarem, aos poucos, um pesadelo, onde é instaurada uma espécie de juízo final. Sem entender as razões desse autêntico Deus ex machina, o espectador vê as personagens entrarem em desespero e tentarem a qualquer custo se justificarem, mesmo sem saber qual crime cometeram. Com André Zurawski, Emilene Gutierrez, Heitor Vallim, Herácliton Caleb, Júlia Mariano, Juliana Spadot, Luana Tanaka, Guto Moura, Marília Persoli, Vinicius Pimentel, atores do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP e a atriz convidada Cibele Bissoli.

Serviço: Mezanino do Centro Cultural Fiesp (Ruth Cardoso),
Av. Paulista, 1313, Cerqueira César.
Temporada: De quinta a sábado às 20h30 e domingos às 19h30.
Entrada franca. Até 26/07.

 

Genocídio

O amor de uma jovem armênia e de um oficial do exercício turco. O enredo, que poderia se confundir com o de Romeu e Julieta graças à dificuldade de fazer o romance acontecer, é o tema central da peça teatral “1915”, que conta, além do tórrido sentimento entre os personagens e os obstáculos dessa relação em tempos do genocídio, fatos históricos da época e a cultura e costumes armênios.“1915” foi escrita por Arthur Haroyan, que também atua nela, um armênio que vive no Brasil há quase sete anos, e foi baseada em depoimentos reais dados pelas vítimas sobreviventes e seus descendentes.O genocídio ocorrido em 24 de abril de 1915 foi promovido pelo Império Otomano contra o povo armênio e exterminou cerca de 1,5 milhão de armênios. Com, Adriana Chiovatto, Airyn Vishnevsky, Alice Martins, Arthur Haroyan, Débora Pesso, Gabriela Pinho, Isabella Raucci, Ludmila Moreno, Marcio Orochi, Marcio Alexandre, Sandra Soares e Zeno Silveira.

Serviço: Viga Espaço Cênico,
R. Capote Valente, 1323, Pinheiros, tel. 3801-1843.
Quartas e quintas às 21h.
Ingresso: R$ 40. Até 30/04.

Reflexões

SUPÉRFLUO.
Cultivemos o hábito da vida simples.
O supérfluo é sempre um peso desnecessário sobre os ombros.
Quanto mais tiver a que se apegar mais o espírito se sentirá embaraçado.
Para que o homem acumula o que não desfruta?
Quantos passam a vida vigiando o que imaginam ter para, depois, entregarem a mãos de pessoas levianas e irresponsáveis?
O que excede às nossas necessidades está fazendo falta a alguém.
Muitos dão, mas apenas as migalhas do que lhes sobra.
Na oração, Jesus não nos ensinou a pedir mais do que “o pão nosso de cada dia”.
A vida simples é sabedoria de quem consegue passar sobre a Terra incólume às tentações de ordem material.
Viver com simplicidade é viver usufruindo a melhor parte da vida, degustando-lhe o sabor e sentindo o seu perfume.
Ao contrário, quem corre atrás do supérfluo contraditoriamente passa pela vida contentando-se com bem pouco, porque não tem olhos para enxergar o tesouro que “os ladrões não roubam, a traça não destrói e a ferrugem não consome”.
Livro “Lições da Vida” – Carlos A. Baccelli – Irmão José.

Homem é Tudo Igual. Será?

A comédia Homem é Tudo Igual. Será? é interpretada por Guilherme Oliveira, que vive Carlos Eduardo. Um Terapeuta e Palestrante que aparenta ser um defensor imparcial dos homens, mas que tenta de várias de várias maneiras pacificar o relacionamento entre homens e mulheres, através de situações divertidíssimas, e de conselhos e exemplos pra lá de controvertidos. Um texto leve e bem-humorado escrito por Carla Duque, que brinca com os estereótipos sobre relacionamentos, ilustrando como homens e mulheres vêem a si próprio

Serviço: Teatro Fernando Torres,
R. Padre Estevão Pernet, 588, Tatuapé, tel. 2227-1025.
Sábados às 19h.
Ingresso: R$ 50.

 

Exposição “Retratos da nossa Caraguá”

Baía de Caraguatatuba.

Para comemorar 158 anos de Caraguá acontece a exposição “Retratos da nossa Caraguá” com imagens do fotógrafo Gianni D’Angelo. A foto da baía de Caraguatatuba tirada pelo fotógrafo Gianni D’Angelo faz parte da exposição “Retratos da nossa Caraguá”. Gianni é natural da Itália, da cidade de Napoli. Sua capacidade de identificar os detalhes, as emoções e a sensibilidade de um instante é que o fez escolher a fotografia como profissão há 36 anos.

Serviço: Caraguá Praia Shopping,
Av. Arthur Costa Filho, 937, Centro de Caraguá.
De segunda a domingo das 8h às 22h.
Entrada franca. Até 03/05.

 

Padrões de beleza

Quando Eu Era Bonita acontece numa festa de fim de ano da firma, as duas personagens paqueram, falam mal dos colegas, dançam, enquanto relembram os bons momentos que já viveram, sempre se referindo ao passado como o tempo “em que eram bonitas”. Com humor e sensibilidade, o texto permite discutir o lugar da mulher de meia idade, que já não tem as “facilidades dos 20 anos”, mas são lindas, determinadas, e, claro, dadas a pequenas alterações de humor. Entre algumas histórias divertidas e outras nem tanto, as personagens fazem um balanço sobre o que é ser uma mulher livre e ao mesmo tempo ter que se provar diariamente que a beleza não morre com o tempo, ao contrário, adquire novos critérios e padrões. Com, Ester Laccava e Lulu Pavarin.

Serviço: Espaço Parlapatões,
Praça Franklin Roosevelt, 158, Centro, tel. 3258-4449.
Sextas às 21h.
Ingresso: R$ 40. Até 01/05.

 

Choro de gafieira

Silvério Pontes e Zé da Velha.

Na semana em que se comemora o Dia Nacional do Choro acontece um encontro de legítimos representantes do estilo, o duo formado pelo trombonista Zé da Velha e pelo trompetista Silvério Pontes. O repertório terá clássicos do choro de gafieira. A dupla se apresenta acompanhada pela Banda Em Órbita, que durante anos tocou com o compositor e multi-instrumentista Zé Menezes, ícone na história do choro que investia num estilo dançante, com baixo e bateria, mesclado ao baião, frevo e gafieira.

Serviço: Sesc Pinheiros,
R. Paes Leme, 195. Sexta (24) às 20h.
Entrada franca.

 

Especiarias

A cozinha é o cenário onde a atriz prepara os pratos enquanto fala o texto no drama Salamaleque. O público é convidado a sentar-se à mesa e compartilhar das muitas histórias de vida trazidas junto com aromas, cores e temperos das especiarias da culinária árabe. No final do espetáculo, os quitutes são servidos para a plateia. Com Alejandra Sampaio e Kiko Marques. Atriz: Valéria Arbex.

Serviço: Instituto Cultural Capobianco,
R. Álvaro de Carvalho, 97, Centro, tel. 3237-1187.
Sábados e domingos às 16h.
Entrada franca. Até 26/04.

 

Samba

Maurício Pazz, junto com Lucas Brogiolo da Silva, Felipe Siles e João Taubkin, apresentam um repertório rico, composto de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Altamiro Carrilho e outros artistas.

Serviço: Centro Cultural da Penha,
Lgo do Rosário, 20, Penha, tel. 2295-0401.
Sábado (28) às 21h.
Entrada franca.

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171