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Jogos Mundiais Militares são abertos na Coreia do Sul

A delegação brasileira participa da competição com 282 atletas, a segunda maior que o país já levou para a competição.

Os 6º Jogos Mundiais Militares começaram na madrugada de hoje (2), na Coreia do Sul. O atleta do tiro Julio Almeida, ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá, foi o porta-bandeira do Brasil no desfile de abertura. A cerimônia de abertura ressaltou a importância da união das nações pela paz e harmonia

A delegação brasileira participa da competição com 282 atletas, a maior que o país já levou para a competição, e espera ficar entre os cinco primeiros colocados no quadro de medalhas, segundo previsão do Ministério da Defesa. Como de costume, o torneio de futebol começou antes, com vitória brasileira sobre o Canadá por 3 a 0.
Entre os atletas brasileiros estão medalhistas olímpicos, pan-americanos e mundiais. Na natação disputam Nicholas Santos, Guilherme Guido, Etiene Medeiros, Poliana Okimoto. No judô, os competidores são Sarah Menezes (medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, em 2012 ), Rafaela Silva, Érika Miranda, Felipe Kitadai, Charles Chibana, Lendro Cunha, Leandro Guilheiro e Luciano Correa.
Promovidos de quatro em quatro anos, os Jogos Mundiais Militares são organizados desde 1995 pelo Conselho Internacional do Desporto Militar. Roma sediou a primeira edição. Neste ano, participam dos jogos cerca de 7 mil competidores de 110 países, disputando 24 modalidades. A edição anterior foi sediada no Brasil em 2011, com 113 países e 6.100 participantes.
Os atletas que defenderão o Brasil nos Jogos Mundiais Militares integram o Programa Atletas de Alto Rendimento, uma parceria entre os ministérios do Esporte e da Defesa. Os atletas recebem salários, têm locais para treinar, além de plano de saúde, atendimento médico, odontológico, fisioterápico, alimentação e alojamento. Eles chegam ao programa por meio de concursos para preencher vagas de militar temporário e podem ficar até oito anos. Uma das exigências é que os atletas participem de competições militares.

Senadores italianos protestam contra extradição de Pizzolato

Ex-diretor de marketing do BB, Henrique Pizzolato.

Os senadores do Partido Democrático, Maria Cecilia Guerra e Luigi Manconi, emitiram uma nota em que protestam contra extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Os políticos ainda pediram que o ministro da Justiça, Andrea Orlando, desminta a informação de que o ítalo-brasileiro estará pronto para a transferência do presídio de Módena para o Brasil no dia 7 de outubro. Eles alegam que Pizzolato terá que responder a um julgamento na Itália por falsidade ideológica e, que por este motivo, não pode ser enviado ao país.
“O cidadão ítalo-brasileiro Henrique Pizzolato está para ser extraditado para o Brasil. Mesmo com a data fixada para o dia 14 de dezembro de sua primeira audiência. Isso viola seu direito fundamental de defesa, solenemente tutelado pela nossa Constituição”, escreveram em comunicado. Os senadores ainda ressaltaram que “o caso é longo e complexo, mas é certo que sua extradição para o Brasil comporta a violação dos seus direitos essenciais e um risco grave para a sua segurança”. Para eles, a decisão é “extremamente perigosa”.
Pizzolato foi para a Itália em 2013 após ser condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva no julgamento do mensalão. Ele utilizou um passaporte falso em nome do seu irmão, Celso, que morreu há mais de 30 anos. O processo de extradição vem se arrastando desde o ano passado e, no dia 22 de setembro, o Conselho de Estado derrubou uma liminar e autorizou a vinda do ex-diretor de marketing ao Brasil. Agora, o governo brasileiro tem 20 dias para providenciar a viagem do condenado no mensalão ao país (ANSA).

Brasil reduz mortalidade na infância em 20% acima da média mundial

pediatra temporario

A redução da mortalidade na infância no Brasil foi 20% maior que a média mundial, conforme dados da OMS. Essa conquista é um dos destaques de artigo publicado na edição de setembro da revista de saúde inglesa The Lancet, que analisa a mortalidade na infância no mundo entre 1990 e 2015. Globalmente, a taxa de mortalidade de menores de cinco anos caiu de 91 mortes por mil nascidos vivos em 1990 para 43 mortes por mil nascidos vivos em 2015 (queda de 53%). No Brasil, a redução foi de 60,8 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 16,4 neste ano (queda de 73%). A meta internacional de diminuição já havia sido alcançada em 2012 no país, três anos antes.
De acordo com o artigo, os avanços das condições de saúde da criança brasileira são decorrentes de um conjunto de políticas públicas aplicadas no país. Entre as ações estão, a ampliação da cobertura da atenção básica, do acesso à vacinação, das taxas de aleitamento materno e do nível de escolaridade da mãe, além da diminuição da pobreza. Para o coordenador de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Paulo Bonilha, essa combinação de ações foi fundamental para o Brasil diminuir a mortalidade na infância.
“O atendimento à gestante feito ao longo da gravidez é fundamental para o bebê nascer melhor. Depois, a qualidade da assistência ao parto, o incentivo ao parto normal para que ele não nasça prematuro, o acesso à UTI neonatal se o bebê tiver qualquer complicação. Isso tudo somado ainda ao acompanhamento ao longo do primeiro ano de vida, com todas as ofertas, o aleitamento materno, a vacinação, as consultas médicas e de enfermagem, o acompanhamento do desenvolvimento neuro-psicomotor desse bebê. É muito importante que a gente consiga combinar todas essas estratégias e é isso que o SUS vem fazendo em todo o país”, afirma.
Segundo ele, o aumento das consultas de pré-natal é outro exemplo de ação realizada pelo Ministério da Saúde junto com estados e municípios contribuiu para a redução da mortalidade infantil e materna. Somente em 2014, foram realizadas mais de 20 milhões de consultas de pré-natal pelo SUS, o que representa aumento de 57% em relação a 2007 (Agência Saúde).

Queimadas fazem Manaus amanhecer encoberta por fumaça

Todas as regiões da cidade amanheceram cobertas por fumaças.

A cidade de Manaus amanheceu na sexta-feira (2), encoberta por fumaça, pelo segundo dia consecutivo, por causa das queimadas na região. No dia anterior, a fumaça branca era tão intensa na capital do Amazonas, que motoristas e marinheiros enfrentaram dificuldades para trafegar e alunos foram dispensados das aulas.
De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Antônio Ocimar Manzi, o problema está relacionado às queimadas no entorno da cidade. “Como à noite a superfície emite mais radiação do que recebe, a atmosfera se resfria de baixo para cima. Isto é, o ar mais frio e denso fica embaixo e o ar mais quente e menos denso, em cima. Esse processo cria uma camada de inversão térmica noturna que dificulta o transporte de ar, fumaça e poluição da superfície para a atmosfera mais alta”, detalhou o pesquisador.
Segundo o especialista, nessas condições, a fumaça produzida nas queimadas fica presa na parte de baixo da atmosfera e o vento a transporta horizontalmente, levando para a cidade. De acordo com o alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), esse tipo de fenômeno deve se repetir nos próximos dias A última vez que Manaus amanheceu com uma fumaça branca foi no dia 30 de setembro de 2009.

Venda de maconha no Uruguai terá início em junho

A maconha começará a ser vendida nas farmácias uruguaias em junho de 2016, informaram fontes oficiais. O presidente do Instituto de Regulamentação e Controla da Cannabis (Ircca), Augusto Vitale, anunciou que duas empresas já foram escolhidas para cultivar cerca de 2 toneladas da erva por ano.
A maconha será vendida com um limite máximo de 40 gramas por mês para consumidores cadastrados pelo governo e deve custar cerca de US$ 1 por grama, um preço competitivo com o mercado ilegal. A venda nas farmácias representa a terceira etapa na aplicação da reforma lançada pelo governo do ex-presidente José Mujica, após a autorização do cultivo doméstico de cannabis e os chamados “clube canábicos” (ANSA).

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