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Os dois lados da moeda no consignado para a terceira idade

Diversos fatores contribuem para a origem das dívidas, entre eles, aqueles proporcionados pelas facilidades oferecidas pela economia moderna.

Segundo dados divulgados pelo IBGE, a expectativa de vida do brasileiro passou de 74,6 anos em 2012, para 74,9 anos em 2013. Além da longevidade, o perfil do idoso também mudou

Do vovô e vovó caseiros e absorvidos pela convivência familiar, quem chega à terceira idade nos dias de hoje tem optado por se casar novamente, viajar, trocar de carro, encher filhos e netos de presentes, entre outras decisões inerentes ao mundo do consumo. Outros, ainda, sustentam as suas casas e possuem muitas despesas relativas à saúde, como pagamento de convênios médicos ou compra de medicamentos.
Nesse cenário, uma situação bastante preocupante começou a ser observada: a elevação do endividamento desta faixa da população. Diversos fatores contribuem para a origem das dívidas, entre eles, aqueles proporcionados pelas facilidades oferecidas pela economia moderna: cartões de crédito, cheque especial, crédito pessoal e, também, o crédito consignado. Este último, inclusive, pode se tornar um inimigo perigoso, por ser descontada a parcela do empréstimo automaticamente no momento em que o idoso recebe a sua aposentadoria ou benefício.
“O crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS foi autorizado em 2004. Ao mesmo tempo em que ele pode ajudar em uma situação de emergência ou na realização de um sonho de consumo, pode ser a porta de entrada para uma dívida sem fim”, explica o diretor de Marketing e Relacionamento da Sorocred, Wilson Justo. “É preciso ter consciência de que tomá-lo representa uma diminuição da renda. Nos últimos tempos, temos percebido o aumento no número de aposentados endividados, justamente por terem mais de um empréstimo. E, na maior parte dos casos, usados para cobrir outro tomado anteriormente”, reitera o executivo.
O consignado não chega a ser a causa fatal da inadimplência apurada junto a este público. Mas, na maioria das vezes, é o início dela. “Aí é que se instala a conhecida bola de neve. Geralmente, o dinheiro que sobra do desconto não dá para pagar outras despesas fixas e o idoso acaba por recorrer ao cheque especial, cartão de crédito ou a instituições financeiras como auxílio para quitar as dívidas”, complementa.
O executivo aproveita para lembrar que os juros estão presentes em todas as modalidades de crédito, o que muda é a intensidade. “A média de juros de um empréstimo pessoal, por exemplo, está na faixa de 6%. Já no cheque especial, está na casa dos 11% e no consignado gira em torno de 3%. Nesse cenário, é importante ressaltar a importância do planejamento financeiro para evitar que tais dívidas comprometam toda a renda do aposentado ou pensionista e isso reflita negativamente no orçamento familiar”, alerta Justo.
Fonte: (www.sorocred.com.br).

Guarapiranga cai após 13 dias e Cantareira é o único a ficar estável

Vista do Sistema Cantareira, na cidade de Joanópolis, no interior de São Paulo.

São Paulo - Após 13 dias em alta, o Sistema Guarapiranga, que atende o maior número de pessoas na capital e Grande São Paulo, voltou a registrar perda do volume armazenado de água ontem (15), segundo relatório da Sabesp. Entre os mananciais, o Cantareira, considerado principal deles, o único a ficar estável.
Responsável por abastecer 5,8 milhões de pessoas, o Guarapiranga caiu 0,1 ponto porcentual, descende de 78,6% para 78,5%. A queda aconteceu após o manancial passar 13 dias sem perder água represada. Antes dessa sequência positiva, os reservatórios que compõem o sistema passaram por um período de 51 dias sem aumento. Vale lembrar, no entanto, que no valor acumulado de julho, que chega a 64,6 milímetros, o sistema já superou a média histórica de chuvas para o mês, de 42,1 mm.
Já o Cantareira, que fornece água para 5,2 milhões de pessoas, permanece com 19,4% da capacidade, segundo o índice tradicional, após ter registrado queda no dia anterior. O valor considera duas cotas de volume morto, de 182,5 bilhões de litros de água e de 105 bilhões, adicionadas no ano passado.
No cálculo negativo do sistema, o Cantareira permanece também perdeu 0,1 ponto porcentual. Os reservatórios somam - 9,9%, ante - 9,8% no dia anterior. Já de acordo com o terceiro índice, o manancial continua com 15% da capacidade. Esse último número considera o volume armazenado dividido pelo volume útil somado às duas cotas de reserva técnica (AE).

Mais Médicos já levou 2,7 milhões de pacientes ao Farmácia Popular

Entre setembro de 2013 e junho de 2015, o Farmácia Popular atendeu 24,8 milhões de pessoas.

A população dos municípios que contam com a presença dos profissionais do Programa Mais Médicos já começa a sentir os impactos positivos da iniciativa. As receitas prescritas por esses profissionais representam 11% do total de beneficiados pelo Programa Farmácia Popular, entre setembro de 2013 – quando os primeiros profissionais iniciaram as atividades – e junho de 2015. Segundo levantamento inédito do Ministério da Saúde, 2,7 milhões de pacientes foram beneficiados a partir da prescrição de médicos do Programa. Ao todo, no período, o Farmácia Popular atendeu 24,8 milhões de pessoas.
Do total de pacientes do Mais Médicos que buscaram medicamentos no Farmácia Popular, 1,022 milhão (36,8%) retiraram os medicamentos pela primeira vez. Pacientes que até então não tinham acesso a diagnóstico e tratamento ou desconheciam os benefícios. Somente em 2014, das mais de 19,2 milhões de pessoas atendidas no Farmácia Popular, 1,6 milhão foram acompanhados com prescrições dos profissionais do Mais Médicos. Deste total, 553 mil (34,5%) retiraram medicamentos pela primeira vez.
“A presença dos profissionais do Mais Médicos já está fazendo a diferença para a saúde da população. Estamos ampliando o acesso a medicamentos, o atendimento nas regiões carentes do país e fortalecendo a atenção básica”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “Os números, mesmo apontando um impacto indireto do programa, são muito relevantes. Ainda mais considerando que a maioria dos pacientes atendidos na atenção básica busca os medicamentos nas farmácias das unidades de saúde”, ressaltou (Ag.Saúde).

HSBC lidera ranking de reclamações do BC

O banco HSBC liderou o ranking de reclamações do Banco Central (BC), em junho. De acordo com dados divulgados ontem (15), no mês passado, 111 reclamações foram consideradas procedentes e reguladas pelo BC. Na lista, estão as instituições com mais de 2 milhões de clientes. Para fazer o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão.
Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes. O índice do HSBC chegou a 10,84. Em segundo lugar, vem a Caixa Econômica Federal, com 9,74, e depois o Bradesco, com 8,76.
A reclamação mais frequente é sobre irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços (617). Em segundo lugar, vêm as queixas sobre restrição à portabilidade de crédito consignado (404) e, em terceiro, as reclamações sobre débitos em conta não autorizados (270) (ABr).

 
 
 
 
 
 
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