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Investimento em mudança climáticas já é realidade para as empresas

Cerca de 82% das empresas entrevistadas já estão adotando ações de mitigação ou adaptação às mudanças climáticas.

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha com 100 empresas listadas entre as mil maiores do Brasil mostra que as mudanças climáticas já fazem parte da agenda de investimentos da iniciativa privada e que uma ação mais firme do governo para lidar com o desafio seria bem-vinda

Impressionantes 82% das empresas entrevistadas já estão adotando ações de mitigação ou adaptação às mudanças climáticas e 71% acham que políticas públicas relacionadas ao assunto beneficiariam a economia. O levantamento, encomendado pelo Observatório do Clima e pelo Greenpeace, teve como objetivo conhecer as ações adotadas pelas maiores empresas brasileiras sobre mudanças climáticas. Os números mostram que os empresários vêem as medidas de mitigação e adaptação como algo positivo para os negócios, redundando em impactos financeiros positivos para 73% deles.
A pesquisa também mostra que não há uma bala mágica para resolver o problema – as iniciativas em curso citadas foram bastante variadas e vão desde soluções para reduzir o consumo de água e energia (40%) a ações para mitigar poluentes (23%) e campanhas de educação e conscientização (12%). Entre os que estão focando na questão energética, 15% já estão utilizando energias renováveis.
“Dentro do tema ‘mudanças climáticas’, a preocupação com energia mostrou-se relevante”, destaca Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “Na pesquisa, ela aparece tanto quando falamos dos planos das empresas como quando perguntamos ao empresário o que ele acha que o governo deve fazer”, completa.
Perguntados sobre ações que o governo pode adotar para lidar com as mudanças climáticas que favorecem a inovação, os investimentos de longo prazo e retornos financeiros para as empresas, os entrevistados citaram 28 iniciativas. Entre as mais mencionadas estão a adesão à energia limpa, como solar e eólica (18%), investimentos em novas tecnologias para diminuir poluentes (12%), o incentivo tributário à preservação ambiental (12%) e ações de conservação do meio ambiente (12%). Quando questionados sobre as ações que o governo pode adotar em relação às mudanças que podem trazer retornos financeiros para o país, a energia renovável aparece com 20% de menções, atrás apenas dos investimentos em tecnologia (32%).
Para 71% dos entrevistados, as ações do governo em relação às mudanças climáticas beneficiariam a economia. Tanto que 85% declararam que o Brasil deveria adotar posições mais ambiciosas frente a outros países para lidar com as mudanças climáticas. A realidade, no entanto, não condiz com essa percepção: para 46% dos entrevistados, as iniciativas governamentais em relação ao tema são ruins ou péssimas. Para apenas 4% elas são boas ou ótimas. A nova pesquisa identificou também que o tema gera algum temor: dois terços da amostra (66%) acham que os impactos das mudanças climáticas sobre a economia serão muito negativos.
As principais preocupações são com a produção, com o fornecimento de matérias-primas e com a produção de energia. Juntos, esses itens foram citados por 78% dos entrevistados. “O empresário já percebeu que as mudanças do clima afetam os negócios. Se eles enfrentarem o problema, pode haver impacto positivo. Se não fizerem nada, as mudanças climáticas poderão prejudicar sua atividade”, sintetiza Ricardo Baitelo, coordenador de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

Metano em meteoritos reforça tese de existência de vida em Marte

Pesquisa com meteoritos de Marte indica a existência de metano,  gás fundamental para a vida.

A descoberta de metano em meteoritos marcianos levanta mais uma vez a possibilidade de vida no planeta vermelho. A novidade foi divulgada na página de notícias da Universidade de Yale, e reforça a descoberta feita pelo robô Curiosity, da Nasa, que, em dezembro do ano passado, detectou metano na atmosfera de Marte. A descoberta de um grupo internacional de cientistas levanta a possibilidade de o metano ser usado como fonte de alimento por formas rudimentares de vida que poderiam existir abaixo da superfície do planeta. Na Terra, diversos tipos de micróbios sobrevivem dessa forma.
Os pesquisadores examinaram amostras de seis meteoritos de rocha vulcânica originária de Marte e verificaram que os objetos contêm gases na mesma proporção e com a mesma composição química identificada na atmosfera marciana. As seis amostras continham metano, medido com um espectômetro de massa, aparelho capaz de determinar a massa e a estrutura química de moléculas. As rochas foram esmagadas e o aparelho mediu os gases que foram liberados nesse processo.
A equipe de cientistas também examinou dois meteoritos que não eram de Marte, e eles continham quantidades menores de metano.
Segundo um dos coautores da pesquisa, o professor de geofísica de Yale, Sean McMahon, mesmo que fique comprovado que o metano marciano não alimenta micróbios, a evidência pode ser sinal da presença de um ambiente morno, úmido e quimicamente reativo onde há possibilidade de sobrevivência (ABr).

Empreiteiras dizem que colaboram desde o início da Lava Jato

Alvo da 14ª fase da Operação Lava Jato, a construtora Odebrecht – cujo dono e presidente, Marcelo Odebrecht, e diretores foram presos na sexta-feira (19) pela Polícia Federal – considerou a ação “desnecessária”. Já a Andrade Gutierrez negou qualquer relação com o esquema de superfaturamento de contratos da Petrobras, investigado pela operação. Em nota, a Odebrecht informou que “sempre esteve à disposição das autoridades” e confirmou que foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em escritórios da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro.
“Como é de conhecimento público, a Construtora Norberto Odebrecht entende que estes mandados são desnecessários, uma vez que a empresa e seus executivos, desde o início da operação Lava Jato, sempre estiveram à disposição das autoridades para colaborar com as investigações”, diz trecho da nota divulgada pela assessoria da empreiteira.
Também em nota, a Andrade Gutierrez disse estar prestando “todo o apoio necessário” aos seus executivos presos. “A Andrade Gutierrez reitera que não tem ou teve qualquer relação com os fatos investigados pela Operação Lava Jato e espera poder esclarecer todas os questionamentos da Justiça o quanto antes”, diz nota da empreiteira (ABr).

Candidatos selecionados no Sisu já podem fazer matrícula

Os candidatos selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já podem fazer matrícula nas instituições de ensino. O prazo termina nesta terça-feira (23). O candidato deve verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, o local, horário e os procedimentos para a matrícula.
O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Quem não foi selecionado na chamada regular pode aderir à lista de espera até o dia 26, no site do Sisu. A convocação está prevista para 2 de julho.
Esta segunda edição de 2015 do Sisu ofertou 55.576 vagas em 72 instituições. Se inscreveram 1.192.622 candidatos. O curso de medicina foi o mais procurado, com 185.818 inscrições. As instituições mais procuradas foram as universidades federais de Minas Gerais (176.285 inscrições), do Rio de Janeiro (139.406) e do Maranhão (136.480). Cerca de 40% dos candidatos estão na faixa etária entre 18 e 20 anos (ABr). 

Fundador do Wikileaks cumpre três anos de refúgio em embaixada

O fundador do Wikileaks, Julien Assange, comemorou na última sexta-feira (19), três anos de refúgio na Embaixada do Equador em Londres, sem que tenha sido interrogado pela Justiça sueca sobre acusações de crimes sexuais ou que seu caso tenha sido resolvido.
Uma audiência com a procuradora sueca Marianne Ny, prevista para quarta-feira passada (17), foi anulada. “É impossível manter a confiança na magistrada nessas circunstâncias”, afirmou Assange.
A anulação não foi confirmada pelo Ministério Público sueco, que anunciou ter apresentado um pedido oficial às autoridades do Reino Unido para ouvir Assange em Londres, em junho, e julho. O Ministério dos Negócios Estrangeiros equatoriano informou que avalia o pedido “em um espírito de cooperação judicial”. Em causa estão uma alegação de violação e outra de agressão sexual apresentadas por duas mulheres suecas em 2010. Em junho de 2012, quando perdeu o processo de extradição no Reino Unido, pediu asilo político ao Equador, convicto de que se viajasse para a Suécia para ser ouvido seria extraditado para os Estados Unidos, que o querem processar pela divulgação de milhares de documentos diplomáticos e militares confidenciais, no caso Wikileaks.
Com mandado de detenção europeu emitido desde então, Assange não pode sair da embaixada equatoriana porque seria imediatamente detido pela polícia britânica e entregue à Justiça sueca. Assange tem comparado a vida na embaixada à vida em uma estação espacial. Na área que ocupa, um escritório e uma área de habitação, dispõe de chuveiro, micro-ondas e uma lâmpada solar, além de ligação à internet. “Ele não vê o sol há três anos porque a embaixada não tem qualquer espaço exterior. Os seus direitos têm sido gravemente violados”, afirmou a Wikileaks (Ag. Lusa).

 
 
 
 
 
 
 
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