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Planos de saúde devem cobrir teste-rápido para dengue e chikungunya

ANS e Proteste alertam usuários de planos de saúde sobre obrigatoriedade de operadoras cobrirem o teste rápido de dengue.

Há cerca de um mês, a arquiteta Débora Diniz, 33 anos, estava em Goiânia, a passeio, quando o filho Gabriel, de 1 ano, apresentou febre alta e dores no corpo

A família, que mora em Brasília, decidiu levar a criança ao hospital. No pronto-socorro da capital goiana, a pediatra solicitou o teste-rápido para dengue. A surpresa veio quando o pedido foi levado ao laboratório mais próximo: uma conta no valor de R$ 250.
“Fui informada de que meu plano não cobria o exame. Como a gente tinha que fazer de qualquer jeito, acabamos pagando. Pagamos o valor à vista, passando o cartão de débito. Meu filho estava bem ruim. Nem pensei em ligar pra questionar nada. Só queria fazer logo o teste e descobrir o que ele tinha”, contou. Já em Brasília e com o resultado negativo em mãos, Débora descobriu que o filho teve rubéola e que o plano deveria sim ter coberto o teste-rápido. “Numa próxima vez, reclamo e não pago.”
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforçou que a cobertura do teste-rápido para dengue é obrigatória, assim como a do teste-rápido para chikungunya. Desde o ano 2000, os planos de saúde são obrigados a cobrir também a sorologia para dengue (pesquisa de anticorpos) e exames complementares que auxiliam o diagnóstico, como hemograma, contagem de plaquetas, dosagem de albumina sérica e transaminases.
“Caso o consumidor tenha dúvidas sobre a cobertura do seu plano ou tenha algum procedimento do rol negado, deve entrar em contato com os canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656); portal da ANS (www.ans.gov.br); ou pessoalmente, em um dos 12 núcleos existentes no país. Se a operadora persistir, está sujeita a multa de R$ 80 mil”, informa a agência reguladora, por meio de nota.
A coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolce, explicou que cobranças indevidas como a que foi feita à arquiteta não são raras no país, mas que o beneficiário precisa fazer valer seu direito. “O teste-rápido para dengue é de cobertura obrigatória. Demorou dois anos para ele fosse incorporado, e as empresas que estão negando cobertura precisam ser denunciadas” (ABr).

Na Itália, café no bar movimenta 6,6 bi de euros ao ano

Nos bares da Itália são tomados 6 bilhões de expressos e capuccinos em um ano.

Não existe crise para a xícara de café servida no balcão de um bar e nem diferença entre qual é o mais amado: o expresso ou o café americano. É isso que confirma os últimos dados da Federazione Italiana Pubblici Esercizi (Fipe) sobre o mundo do café no país.
Com mais de 6 bilhões de expressos e capuccinos em um ano, o famoso cafezinho no bar gera um lucro de cerca de 6,6 bilhões de euros e um consumo de 47 milhões de quilos do pó da bebida na nação europeia. Esses números se traduzem em uma média de 175 cafés e capuccinos servidos por dia em cada bar com um lucro diário de cerca de 184 euros.
“Tomar café em um bar é um produto ótimo e representa hoje 30% do faturamento completo [da área]. Esse é um dado que determina o papel fundamental do bar no consumo fora de casa e o faz de uma maneira que as grandes cadeias internacionais do setor não tenham ainda conseguido entrar no mercado italiano”, explicou diretor do escritório Studio Fipe, Luciano Sbraga.
“Isso não significa que elas não conseguirão no futuro, mas que elas têm a noção que o nosso é um mercado fortemente competitivo”, explicou o italiano. O mundo dos bares italianos conta com 363 mil pessoas, das quais 206 mil são funcionários. Durante 2014, 18% das demandas de pessoal em empresas foram de baristas. No entanto, em vários casos os donos lamentam a dificuldade de se encontrar uma equipe qualificada. “A procura é por funcionários qualificados e não comuns”, concluiu Sbraga (ANSA).

Presidente do grupo Gerdau se apresentou à PF

O presidente do grupo Gerdau, André Gerdau, apresentou-se na Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, no bairro da Lapa, por volta das 14h00 de ontem (25). Ele chegou acompanhado de um advogado. Nenhum deles quis se pronunciar. Gerdau é investigado na sexta fase da Operação Zelotes. Foi decretado mandado de condução coercitiva do empresário - quando a pessoa é levada à delegacia para prestar depoimento e, em seguida, é liberada.
A Zelotes investiga fraudes em julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda. A suspeita é que o grupo Gerdau tenha atuado no Carf para evitar o pagamento de multas que chegam a R$ 1,5 bilhão.
A siderúrgica investigada tem operações industriais em 14 países e celebrou contratos com escritórios de advocacia e de consultoria, os quais, por meio de seus sócios, “agiram de maneira ilícita, manipulando o andamento, a distribuição e decisões do Carf, visando a obter provimento de seus recursos e cancelamento da cobrança de tributos em seus processos”, segundo a denúncia (ABr).

Menino afegão fã de Messi recebe camisa

Murtaza Ahmadi, 5 anos, recebeu seu presente: uma camisa oficial da seleção argentina autografada pelo craque.

O menino afegão Murtaza Ahmadi, 5 anos, que comoveu a web ao usar uma camisa feita de sacola plástica do ídolo Lionel Messi, recebeu finalmente seu presente: uma camisa oficial da seleção argentina autografada pelo craque. O anúncio da entrega do presente foi feito pela Unicef do Afeganistão, que postou fotos do menino jogando bola já vestindo a camisa. “Eu amo o Messi e na minha camisa está escrito que o Messi me ama”, disse Ahmadi.
A foto do pequeno afegão viralizou na Internet e uma busca internacional foi realizada para tentar encontrar a criança, que acabou sendo localizada pela emissora britânica “BBC”. A sacola havia sido cortada em formato de regata e Ahmadi escreveu o número 10 e o nome de Messi na “camisa”. O porta-voz da Federação Afegã de Futebol (AFF), Syed ali Kazemi, chegou a anunciar que o menino encontraria Messi, mas a data do encontro não foi confirmada. Ahmadi pertence à minoria étnica hazara e é filho de um agricultor refugiado que mora em Ghazni, no Afeganistão (ANSA).

Canadá autoriza maconha para consumo terapêutico

Um tribunal canadense declarou inválida lei do governo anterior que proibia os doentes autorizados a usar maconha (canábis) com fins medicinais de cultivar a planta para autoconsumo. O Tribunal Federal considerou que “os regulamentos sobre a marijuana com fins medicinais”, que exigia aos doentes que a comprassem de produtores autorizados, violavam os direitos constitucionais.
A restrição, contida no regulamento adotado em 2014, é “arbitrária e de alcance excessivo”, escreveu o juiz Michael Phelan, ao dar ganho de causa aos quatro indivíduos que têm necessidade de consumir canábis por razões médicas. “A imposição do regime, que pretende controlar o consumo de marijuana com fins médicos, teve consequências desfavoráveis sobre a sua vida”, acrescentou o juiz.
A aplicação da declaração ficou suspensa por seis meses, para permitir que o governo de Justin Trudeau adote um novo regime, de acordo com a carta canadense de direitos e liberdades. Trudeu já prometeu fazer do Canadá o primeiro país do G-7, o grupo das sete economias mais desenvolvidas, a legalizar o consumo terapêutico da maconha, mas ainda não estabeleceu um calendário para atingir esse objetivo (Ag. Lusa).

Morales diz que perdeu batalha, não a guerra

O presidente boliviano, Evo Morales, aceitou sua derrota nas urnas, que impedem seu terceiro mandato consecutivo, e disse que seu governo “perdeu uma batalha, mas não a guerra”. Em coletiva realizada no Palácio Quemado, na capital La Paz, Morales disse que “a luta continua”, mas que “respeitamos os resultados, como faz parte da democracia”.
Trata-se da primeira derrota de Morales nas urnas em cerca de dez anos no Poder. Com cerca de 99,45% dos votos apurados, 51,31% do bolivianos disseram ser contra uma mudança na constituição que permitiria que Morales concorresse novamente à Presidência. Morales está no poder desde 2006 e já cumpriu, tecnicamente, dois mandatos após outra mudança constitucional - já que o primeiro teve apenas quatro anos de duração. Ele deve ficar no Poder até janeiro de 2020 (ANSA).

 
 
 
 
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