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Aluguel em São Paulo tem a maior queda dos últimos 12 anos

Foi a maior queda já verificada desde janeiro de 2004.

Para alugar um imóvel na cidade de São Paulo, em janeiro último os inquilinos conseguiam encontrar unidades com preços variando em média 3,2% abaixo dos valores registrados nos últimos 12 meses

De acordo com levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi), foi a maior queda já verificada desde janeiro de 2004, quanto teve início a pesquisa.
O recuo descolou do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) com alta no período de 10,9% e que serve de base de cálculo para a renovação dos contratos de aluguel. O Secovi observa que a retração se refere apenas aos imóveis vagos. O vice-presidente de gestão patrimonial e locação do sindicato, Rolando Mifano, disse que os valores vêm caindo desde junho de 2015.
Na virada de dezembro para janeiro, a maior redução atingiu imóveis de dois dormitórios (-0,9%). As unidades de três quartos tiveram retração de 0,3%, enquanto as que têm apenas um dormitório e que sempre nessa época são bastante procuradas, seguiram na direção contrária, aumentando em média 0,5%.
Em janeiro, em 46,5% dos contratos fechados o tipo de garantia mais usado pelos inquilinos foi o fiador. A opção de efetuar o depósito com o adiantamento do valor correspondente a três meses de aluguel correspondeu a 35% dos negócios, enquanto o seguro-fiança foi o recurso empregado em 18% dos contratos.
A pesquisa mostra, ainda, que os proprietários de casas térreas ou sobrados estavam levando entre 18 e 42 dias para alugar esses imóveis, prazo mais curto do que em situações envolvendo apartamentos, cuja demora variou entre 25 e 52 dias.
Segundo o Secovi, no bairro da Saúde, localizado na região sul de São Paulo, com acesso a várias melhorias de infra-estrutura, em um imóvel em bom estado de conservação e com vaga na garagem, o metro quadrado oscilou em média R$ 32,66 para as unidades com um dormitório. Já os imóveis residenciais com dois e três quartos, o metro quadrado ficou em R$ 25,19 (ABr).

A população é contra estatização dos cartórios

Presidente da Anoreg, Rogério Portugal Bacellar.

É o que aponta pesquisa realizada pelo Datafolha junto aos usuários de cartórios das cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Outra questão levantada se referia à possibilidade do deslocamento de algumas atividades dos cartórios para Prefeitura ou outros órgãos públicos. O resultado mostra que 74% dos usuários são contra estas alterações.
Os entrevistados esclarecem a razão de sua oposição quando questionados sobre o que aconteceria em tal hipótese: 89% afirmaram que haveria corrupção, 87% burocracia e dificuldade, 78% insegurança e 73% elevação de custos. A percepção se repete quando se cogita da migração de atividades dos cartórios extrajudiciais privatizados para empresas privadas: 77% são contra. A maioria dos entrevistados (80%) acredita que os custos subiriam, enquanto 70% afirmam que haverá burocracia, 69% dificuldades e 61% corrupção.
De outro lado, mais da metade dos entrevistados acreditam que alguns serviços públicos melhorariam se fossem prestados pelos cartórios. São eles: registro de empresas (63%), emissão de CPF (53%), emissão de documento único de identidade (52%) e de passaportes (51%),
Segundo o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), Rogério Portugal Bacellar, a avaliação positiva é reflexo do esforço da categoria para aprimorar o sistema. “Nos dedicamos ao aperfeiçoamento do sistema, investindo em gestão, capacitação e tecnologia a fim de proporcionarmos segurança jurídica e acesso fácil, rápido e seguro às informações e às nossas atividades”, ressaltou.

Impostômetro alcança R$ 300 bilhões

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo atinge a marca de R$ 300 bilhões hoje (19), às 20h55. O montante corresponde ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Para o presidente da Associação, Alencar Burti, o fato da arrecadação estar crescendo menos evidencia a necessidade urgente do governo começar a controlar seus gastos.
“Para equilibrar suas contas, o governo insiste em aumentar impostos, mas não se empenha em reduzir gastos. Essa falta de compromisso com o controle fiscal, inclusive, motivou mais um rebaixamento da nota de risco do País. Por isso, é imprescindível que se abandonem iniciativas de elevação tributária - o que só aprofundaria a recessão. É preciso racionalizar os gastos e realizar as reformas”, diz Burti, que complementa: “Aumentar impostos num momento de retração simplesmente não é viável”.
Burti ressalta que a queda de 4,08% do PIB nacional - segundo estimativa divulgada pelo Banco Central - mostra que a sociedade continua pagando muito imposto. “A marca de R$ 300 bilhões foi atingida no mesmo dia que no ano passado, mas sobre um PIB menor, ou seja, sobre um nível de atividade menor. Em outras palavras, significa dizer que o brasileiro está gerando menos riquezas, mas pagando os mesmos impostos de antes. E o governo ainda quer mais”, afirma.

Bastidores do Poder

Radialista José Paulo de Andrade.

Nesta segunda-feira (22), a Rádio Bandeirantes estreia o programa Bastidores do Poder, que será apresentado por José Paulo de Andrade, em São Paulo, e por Cláudio Humberto, em Brasília, de segunda a sexta-feira, das 17h30 às 18h30. O programa destaca o noticiário político do dia, com análise e repercussão das notícias, entrevistas, espaço para bastidores e informações exclusivas.
“Apesar de tantos anos de ‘janela’, dá sempre um frio na barriga estrear um desafio como esse, num horário desconhecido para mim. O que me deixa tranquilo é essa ponte São Paulo-Brasília e a interação com um dos jornalistas mais bem informados do país”, conta José Paulo, que comemora neste ano 53 anos de Rádio Bandeirantes.
“Estou muito animado com a estreia do programa. Será um privilégio trabalhar ao lado do José Paulo de Andrade, um ícone do jornalismo brasileiro. Vamos dar voz aos aflitos e afligir os poderosos”, adianta Claudio Humberto.

Documentos dizem que Walesa foi espião comunista

Ex-presidente polonês Lech Walesa.

O ex-presidente polonês Lech Walesa atuou como informante dos serviços comunistas entre os anos de 1970 e 1976, de acordo com uma denúncia veiculada ontem (18) por um instituto de história da Polônia. Walesa era símbolo da luta contra o regime comunista na Polônia e foi fundador do sindicato Solidariedade.
O ex-mandatário já tinha admitido que assinara um documento para ser informante comunista, mas garantiu que nunca atuou de fato na função. Em 2000, ele foi absolvido por um tribunal especial que analisou o caso. O diretor do Instituto Nacional de Memória, Lukasz Kaminski, disse que documentos apreendidos nesta semana na casa do último ministro do Interior do governo comunista, o general Czeslaw Kiszczak, já morto, comprovaram a relação de Walesa como informante. As folhas contêm a assinatura do nome de Walesa, com seu codinome, Bolek.
“As 279 páginas de documentos parecem ser autênticas e serão tornadas públicas em um momento oportuno”, disse Kaminski, ressaltando que especialistas ainda querem analisar mais detalhadamente as provas. Ativista de direitos humanos, Walesa foi presidente da Polônia entre 1990 e 1995, um dos primeiros líderes após a derrocada do comunismo. Em 1983, foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz (ANSA).

 Obama visitará Cuba em março

O presidente Barack Obama e a primeira-dama Michelle estarão em Cuba em 21 e 22 de março, informou a Casa Branca. Em Havana, ele vai discutir a ampliação das relações com o governo local. Haverá “avanço nos laços comerciais, que podem melhorar o bem-estar do povo cubano”, acrescentou a Casa Branca.
“Vamos também expressar o nosso apoio aos direitos humanos”, acrescentou a Secretaria de Imprensa do governo norte-americano.
Além de manter uma reunião bilateral com o presidente de Cuba, Raúl Castro, Obama vai se encontrar com membros da sociedade civil, empresários e pessoas de diferentes esferas da sociedade cubana (ABr).

 
 
 
 

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