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Festejos a Iemanjá tiveram oferendas sustentáveis e shows em Salvador

Homenagens a Iemanjá levaram fiéis à Praia do Rio Vermelho, em Salvador.

O boêmio e turístico Bairro do Rio Vermelho, em Salvador, recebeu ontem (2), o festejo em homenagem a Iemanjá. Segundo a tradição, os devotos fizeram oferendas à Orixá, conhecida como a Rainha do Mar, que representa a força feminina. Neste ano, no entanto, os devotos foram incentivados a fazer uma oferenda sustentável

Tradicionalmente são oferecidos objetos plásticos, como pentes, espelhos, cestas e frascos de alfazema. Desta vez, a Prefeitura de Salvador pediu que as ofertas fossem presentes biodegradáveis. A Secretaria Cidade Sustentável instalou faixas e banners com frases incentivando a prática e, nos dias anteriores à comemoração, órgãos do município também fizeram campanha, nas redes sociais, sugerindo oferendas sustentáveis: “ofereça flores 100% naturais, em vez de jogar o frasco de perfume, o balaio; escolha pentes de madeira; use fitas e adereços de fibra natural; e prefira as bonecas de pano”.
Ao longo do dia, um palco montado no Mirante do Rio Vermelho recebeu atrações e shows gratuitos para a população. O cantor e compositor Carlinhos Brown se apresentou acompanhado por 100 percussionistas da Bateria Sustentável. Tambem o cantor de rock Márcio Mello esteve no espaço Toca Raul, próximo à Igreja de Santana, também na orla do Rio Vermelho – reinaugurada recentemente, depois de passar por obras de revitalização.
Durante os festejos, órgãos municipais organizaram rodas de abordagem social: fiscais fizeram a triagem de pessoas em situação de rua, além de combater casos flagrantes de trabalho infantil. Segundo a Prefeitura, 569 ambulantes foram cadastrados para atuar na festa. Quase 200 servidores da Guarda Municipal e 15 salva-vidas também acompanharam a entrega de oferendas à Rainha do Mar.
Iemanjá é uma orixá do Candomblé, uma divindade fruto do sincretismo religioso, na Bahia, com Nossa Senhora dos Navegantes, da religião católica. Segundo a lenda, as primeiras homenagens foram feitas em 1923, quando os peixes estavam escassos e um grupo de pescadores fez ofertas à Rainha do Mar, pedindo uma pesca mais próspera (ABr).

Canal orienta agentes no combate ao Aedes

Mais de 300 mil agentes comunitários de saúde estão se atualizando por meio da plataforma.

Agentes comunitários de saúde, agentes de combate a endemias e militares que atuam no combate ao Aedes aegypti contam com um novo canal de informações: o telefone 0800 645 3308. O serviço foi disponibilizado pelo governo federal esta semana e, segundo o Ministério da Saúde, oferece suporte para esclarecimento de dúvidas relacionadas à identificação de focos do mosquito. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.
Pelo telefone, os profissionais podem também esclarecer dúvidas sobre procedimentos a serem adotados pela população, como o uso de telas em portas e janelas, repelentes, inseticidas e roupas que reduzam a exposição de partes do corpo ao mosquito. O contato por telefone já é utilizado por médicos e enfermeiros da atenção básica, incluindo participantes do Programa Mais Médicos. Para esses profissionais, o atendimento é feito pelo número 0800 644 6543, por meio do registro de identificação profissional e da UBS à qual o profissional está vinculado.
Neste caso, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento a casos suspeitos e demais orientações para a população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e da microcefalia, além de outras dúvidas clínicas.
A pasta informou que também oferece um curso de atualização sobre dengue, chickungunya e Zika para auxiliar no combate ao Aedes aegypti. Para acessar o conteúdo, é preciso fazer um cadastro na página da AVA-SUS ou do Telessaúde do Rio Grande do Sul. A expectativa do governo é que, pelo menos, os mais de 300 mil agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias se atualizem por meio da plataforma (ABr).

Messi visitará menino afegão

O menino afegão Murtaza Ahmadi, de 5 anos, que comoveu a web ao vestir um uniforme de Lionel Messi feito com uma sacola de plástico, realizará o sonho de conhecer o craque argentino. O porta-voz da Federação Afegã de Futebol, Syed ali Kazemi, disse à agência espanhola Efe que foi contatado via e-mail pela equipe de Messi para organizar um encontro com a criança.
Ahmadi ficou famoso nas redes sociais quando sua foto jogando bola com uma camiseta de plástico de Messi rodou a Internet. Impossibilitado de ter um uniforme original do craque do Barcelona, o menino tinha escrito o nome Messi, com o número 10, em uma sacola. Ahmadi, que pertence à minoria étnica hazara, é filho de um agricultor refugiado.
A família vive na província de Ghazni, no Afeganistão. Entrevistado pela mídia local, o garotou contou que Messi sempre foi seu ídolo e que seu sonho é conhecer e jogar bola com o argentino (ANSA).

MITOS E VERDADES SOBRE A EMBRIAGUEZ
E A RESSACA

O carnaval está chegando e, nesta época, muitos foliões sempre acabam exagerando no consumo de bebidas alcoólicas – causadoras da indesejável ressaca no dia seguinte. Segundo a clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Lígia Brito, os fatores que mais contribuem para a embriaguez e a ressaca são a hipoglicemia e a desidratação. 
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que cerca de 30% dos homens e 10% das mulheres consomem álcool em excesso pelo menos uma vez por semana. Além disso, quase 80% dos jovens admitem consumir bebidas alcoólicas regularmente. “O álcool potencializa o aumento dos casos de hipoglicemia, que pode causar tontura e mal estar. Isso acontece porque, ao passar pelo fígado, o álcool etílico utiliza a glicose do organismo no processo do metabolismo”, explica a médica. Ou seja, a absorção do álcool pelo intestino é muito mais rápida que a capacidade do fígado em metabolizar a bebida.
No dia seguinte, após a bebedeira, os tradicionais sintomas da ressaca são dor de cabeça, fraqueza, tontura, náusea e boca seca. É comum também que a pessoa nesta situação vá ao banheiro com maior frequência, podendo ter diarreia. O consumo de suco de fruta com açúcar surge como uma das principais armas contra a embriaguez e a ressaca, auxiliando o organismo a manter a taxa de glicose no corpo, além de ajudar no processo natural de hidratação. 
Conheça alguns mitos e verdades sobre a embriaguez e a ressaca:
Tomar refrigerante no dia seguinte ameniza os sintomas? - Mito. O açúcar encontrado neste produto ajuda a aumentar a taxa de glicose no corpo, mas não tem eficácia sobre todos os sintomas. 
Ingerir alimentos com carboidratos é uma boa opção contra a embriaguez e a ressaca? - Verdade. Apostar em fatias de pão, purê de batata, arroz e produtos com açúcar é uma boa opção antes de começar a beber. 
Antiácidos antes e depois ajudam na ação contra a ressaca? - 
Mito. Ajudam a diminuir as dores no estômago, mas não o fígado. Portanto, este tipo de medicamento não é totalmente eficaz.
Banho frio cura a bebedeira? - Mito. O banho gelado ajuda a despertar, mas pode causar hipotermia e, em alguns casos, piora o estado da pessoa.
Fonte e mais informações
(www.hpev.com.br).

Mais de 15 milhões não sabem que têm abonos do PIS/Pasep

Quem contribuiu até o ano de 1988 tem direito ao recebimento.

Estima-se que mais de 15 milhões de trabalhadores não sabem que têm créditos a receber do PIS/Pasep. Os números foram divulgados pela Controladoria-Geral da União (CGU), após uma auditoria que identificou falhas na comunicação a esses trabalhadores. Quem contribuiu com os programas até o ano de 1988 tem direito ao recebimento anual do rendimento de suas cotas, além de poder sacar todo o crédito em caso de aposentadoria, doença ou se tiver mais de 70 anos. No caso de o trabalhador já ter falecido, seus herdeiros diretos podem requerer o benefício.
De acordo com Antônio Carlos Bezerra Leonel, coordenador-geral de auditoria da Área Fazendária da CGU, até o ano de 1988, os programas PIS/Pasep eram geridos por um fundo de participação. A partir de 1988, o fundo parou com a arrecadação para contas individuais e os recursos provenientes das contribuições passaram a ser destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para o custeio do seguro-desemprego, do abono salarial e do financiamento de programas de capacitação.
As dificuldades na identificação e na comunicação com os trabalhadores, seja por mudança de domicílio ou por falecimento, já foram tema de discussão no TCU, que determinou aos gestores uma ampla publicidade sobre o direito que os trabalhadores têm a esses créditos. “É um dinheiro que não pode ser entendido como pertencente à União. O objetivo principal do Fundo é pagar o cotista. Para o trabalhador, o importante é que aquele saldo que ele não retirou, todo ano vai acumulando. Se ele deixou lá sem movimentar, ele pode ter uma agradável surpresa”, afirmou Bezerra Leonel (ABr).

 
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